http://repositorio.unb.br/handle/10482/54075| File | Size | Format | |
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| Title: | Determinação de plano crítico em fadiga multiaxial com estimativa de amplitude de tensão cisalhante em componentes mecânicos através de diferentes critérios de falha |
| Authors: | Feliciano, Aurélio Caetano |
| Orientador(es):: | Ferreira, Jorge Luiz de Almeida |
| Assunto:: | Fadiga multiaxial Plano crítico Índice de erro Tensão cisalhante Custos computacionais |
| Issue Date: | 23-Feb-2026 |
| Data de defesa:: | 22-Sep-2025 |
| Citation: | FELICIANO, Aurélio Caetano. Determinação de plano crítico em fadiga multiaxial com estimativa de amplitude de tensão cisalhante em componentes mecânicos através de diferentes critérios de falha. 2025. 118 f., il. Dissertação (Mestrado em Ciências Mecânicas) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. |
| Abstract: | A fadiga multiaxial é a principal causa de falhas em componentes mecânicos. A complexidade dos estados multiaxiais de tensão exige modelos de fadiga mais detalhados que os modelos uniaxiais. Este trabalho busca avaliar a precisão de previsão de falha por fadiga em componentes mecânicos através da influência de tensões médias e histórias de carregamento experimentais sujeitos a carregamentos proporcionais e não-proporcionais e em diferentes regimes temporais. Paralelamente, analisa-se a orientação dos planos críticos estimados. Esta avaliação no cálculo da amplitude de tensão cisalhante realizado por meio dos modelos de fadiga multiaxiais: o Método do Máximo Retângulo Circunscrito (MMRC) que identifica a máxima amplitude de tensão cisalhante dominante via rotação do retângulo mínimo circunscrito à história de tensões; o Método do Momento de Inércia (MOI) que calcula o plano crítico pelo momento de inércia máximo de um suposto objeto físico dado a representação da história de carregamento; o Método da Máxima Variância (MVM) que busca encontrar a direção mais significativa que representa a máxima amplitude de tensão cisalhante e a severidade deste carregamento e, o Método de Socie. Posteriormente aplicam-se os Critérios de Falha de Susmel e Lazzarin e o Critério de Falha de Findley que apresentam a relação linear entre a máxima amplitude de tensão cisalhante e a tensão normal máxima resultando em um parâmetro de fadiga. Pelo Critério de Susmel e Lazzarin, em carregamentos síncronos e em fase sob 𝜎𝑚 = 0, a precisão de previsão de falha dos componentes mecânicos estudados tem um índice de erro de aproximadamente ±15% caracterizando uma superestimação do dano. Já em condições de carregamento assíncronos e fora de fase, os índices de erro na previsão de falha são de -20% nos modelos de fadiga de MOI e MVM, caracterizando a subestimação do dano, isto é, a falha é prevista antes do que realmente possa acontecer. No Critério de Falha de Findley, carregamentos sob 𝜎𝑚 ≠ 0 apresentam precisão de previsão de erro que podem se aproximar de +50% de acordo com as limitações físicas dos modelos de fadiga testados como o Modelo de Socie, caracterizando uma previsão de falha conservadora, ou seja, a previsão de falha é estimada antes que a falha por fadiga aconteça. Estes resultados são fortalecidos pela métrica de avaliação de RMSE e validado pela validação cruzada de k-fold, com resultado igual a 6,04 %. Independente do modelo e do critério de falha, grande parte dos componentes ensaiados apresentam seu plano crítico a 90º, ou seja, por mais que a trajetória das tensões possa ser excêntrica, em carregamentos multiaxiais mais conservadores, o dano está presente na ortogonalidade da ação das tensões. E com a implantação de linguagem computacional adequada, tem-se a determinação do custo computacional na estimativa do plano crítico, o que é função da natureza do modelo de fadiga. Em que se destaca a capacidade de estimativa do plano crítico: o modelo de fadiga do MVM que alcança resultados em unanimidade, mais rápidos que os modelos de MOI e MMRC/MRH, iguais a 10-5 segundos. Assim, conclui-se que, mesmo com as características individuais e limitações de cada modelo e critério de falha por fadiga, todos modelos são estratégias eficazes na previsão de falha de um componente mecânico. |
| Abstract: | Multiaxial fatigue is a primary cause of failure in mechanical components. The complexity of multiaxial stress states requires more detailed fatigue models than uniaxial ones. This work seeks to evaluate the accuracy of fatigue failure prediction in mechanical components under the influence of mean stresses and experimental loading histories subject to proportional and non-proportional loading in different time domains. Concurrently, the orientation of the estimated critical planes is analyzed. This evaluation is centered on the calculation of the shear stress amplitude performed through several multiaxial fatigue models: the Maximum Rectangular Hull (MRH) method, which identifies the dominant maximum shear stress amplitude by rotating the minimum bounding rectangle around the stress history; the Moment of Inertia (MOI) method, which calculates the critical plane based on the maximum moment of inertia of a supposed physical object representing the loading history; the Maximum Variance Method (MVM), which seeks to find the most significant direction that represents the maximum shear stress amplitude and the severity of this loading; and the Socie Method. Subsequently, the Susmel & Lazzarin and the Findley failure criteria are applied, which present a linear relationship between the maximum shear stress amplitude and the maximum normal stress, resulting in a fatigue parameter. According to the Susmel & Lazzarin criterion, for synchronous and in-phase loading, the failure prediction accuracy for the studied mechanical components shows an error index of approximately ±15%, characterizing an overestimation of damage. For asynchronous and out-of-phase loading conditions, the error indices in failure prediction are -20% for the MOI and MVM models, characterizing an underestimation of damage; that is, failure is predicted to occur sooner than it actually might happen. Using the Findley failure criterion, certain loadings show a prediction error that can approach +50%, depending on the physical limitations of the tested fatigue models such as the Socie Model, characterizing a conservative failure prediction; in other words, failure is estimated before the fatigue failure occurs. These results are reinforced by the RMSE evaluation metric and validated by k-fold cross-validation, with a result of 6.04%. Regardless of the model and failure criterion, a large portion of the tested components present their critical plane at 90°, indicating that, for more conservative multiaxial loadings, damage manifests orthogonally to the stress action. Furthermore, with the implementation of a suitable computational language, the computational cost for estimating the critical plane was determined, which is a function of the nature of the fatigue model. Among these, the MVM fatigue model stands out for its critical plane estimation capability, unanimously achieving faster results than the MOI and MRH models, on the order of 10⁻⁵ seconds. Thus, it is concluded that, despite the individual characteristics and limitations of each fatigue model and failure criterion, all models are effective strategies for predicting the failure of a mechanical component. |
| metadata.dc.description.unidade: | Faculdade de Tecnologia (FT) Departamento de Engenharia Mecânica (FT ENM) |
| Description: | Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Tecnologia, Departamento de Engenharia Mecânica, Programa de Pós-Graduação em Ciências Mecânicas, 2025. |
| metadata.dc.description.ppg: | Programa de Pós-Graduação em Ciências Mecânicas |
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