| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Meiners, Micheline Marie Milward de Azevedo | - |
| dc.contributor.author | Feijó, Vinicius Pereira | - |
| dc.date.accessioned | 2026-10-16T20:08:42Z | - |
| dc.date.available | 2026-10-16T20:08:42Z | - |
| dc.date.issued | 2026-10-16 | - |
| dc.date.submitted | 2025-05-29 | - |
| dc.identifier.citation | FEIJÓ, Vinicius Pereira. Vigilância da febre amarela no Brasil : mobilidade dos casos em viajantes, entre 2014 e 2024. 2025. 76 f., il. Dissertação (Mestrado em Medicina Tropical) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/57297 | - |
| dc.description | Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | A febre amarela (FA) é uma arbovirose, imunoprevenível, de alta letalidade
nas formas graves. No Brasil, a transmissão ocorre principalmente por
mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes, em ambiente silvestre. O
ciclo urbano, cuja transmissão ocorre por mosquitos urbanos (Aedes aegypti),
não foi mais registrado no Brasil, desde 1942. A vacina é segura, eficaz e
disponibilizada pelo Programa Nacional de Imunização (PNI) para pessoas de
9 meses a 59 anos. Entre 2014 e 2019, o país enfrentou os maiores surtos de
FA silvestre da história, com importante impacto à saúde pública e à
biodiversidade. O objetivo foi descrever e caracterizar os casos humanos de
FA, com ênfase nos viajantes. Foi realizado um estudo descritivo, referente ao
período de 2014 a 2024, com base nos dados de notificações de FA em
humanos e em primatas não-humanos (PNH) no Brasil. Os casos foram
categorizados entre residentes e viajantes, sendo estes últimos classificados
como intraestaduais, interestaduais ou internacionais. Para análise de dados
foram utilizados os softwares Microsoft Excel 2016®, R 4.1.2 e QGIS 3.20.
Foram registrados 2.306 registros de casos humanos confirmados de FA,
destes, 441 (19,1%) classificados como viajantes, entre os quais a maioria foi
do sexo masculino (77,8%) e da faixa etária de 20 a 59 anos (73,9%). Foram
764 municípios com registro de FA no período analisado, dos quais 139
(18,2%) registraram casos em viajantes, além de residentes e/ou PNH. Outros
27 municípios (3,5%) registraram casos apenas em viajantes. Em relação ao
perfil de deslocamento dos casos, 316 (71,7%) foram intraestaduais, 107
(24%) interestaduais e 18 (4,1%) internacionais. Destes últimos, nenhum
havia sido vacinado. A análise do fluxo de viajantes demonstrou importante
participação de São Paulo e Minas Gerais como local de provável infecção. A
distância mediana entres origem/destino dos viajantes interestaduais foi de
473,2 km, demonstrando o potencial de contribuição para a dispersão viral,
considerando os viajantes como potenciais fontes de infeção e dispersores do
vírus. A atenção das autoridades de saúde nacionais e internacionais deve ser
redobrada devido à ampla distribuição das origens dos viajantes infectados,
demonstrando que a ocorrência de casos e óbitos por FA e sua dispersão pelo
território nacional e/ou internacional ainda representam ameaças à saúde
pública global. | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Vigilância da febre amarela no Brasil : mobilidade dos casos em viajantes, entre 2014 e 2024 | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Febre amarela | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Saúde do viajante | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Transmissão de doenças infecciosas | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.contributor.advisorco | Romano, Alessandro Pecego Martins | - |
| dc.description.abstract1 | Yellow fever (YF) is an arbovirus disease that can be prevented by vaccination
and is highly lethal in severe cases. In Brazil, transmission occurs mainly
through mosquitoes of the genera Haemagogus and Sabethes in wild
environments. The urban cycle, in which transmission occurs through urban
mosquitoes (Aedes aegypti), has not been recorded in Brazil since 1942. The
vaccine is safe, effective, and available through the National Immunization
Program (PNI) for people aged 9 months to 59 years. Between 2014 and 2019,
the country faced the largest outbreaks of wild YF in history, with a significant
impact on public health and biodiversity. The objective was to describe and
characterize human cases of HF, with an emphasis on travelers. A descriptive
study was conducted for the period from 2014 to 2024, based on data from
notifications of HF in humans and non-human primates (NHP) in Brazil. Cases
were categorized as residents and travelers, with the latter classified as
intrastate, interstate, or international. Microsoft Excel 2016®, R 4.1.2, and
QGIS 3.20 software were used for data analysis. There were 2,306 confirmed
human cases of HF, of which 441 (19.1%) were classified as travelers, most of
whom were male (77.8%) and aged 20 to 59 years (73.9%). There were 764
municipalities with AF records in the analyzed period, of which 139 (18.2%)
recorded cases in travelers, in addition to residents and/or PNH. Another 27
municipalities (3.5%) reported cases only in travelers. Regarding the travel
profile of the cases, 316 (71.7%) were intra-state, 107 (24%) were inter-state,
and 18 (4.1%) were international. Of the latter, none had been vaccinated.
Analysis of traveler flows showed that São Paulo and Minas Gerais played an
important role as likely sites of infection. The median distance between the
origin and destination of interstate travelers was 473.2 km, demonstrating the
potential contribution to viral dispersion, considering travelers as potential
sources of infection and spreaders of the virus. National and international
health authorities should be extra vigilant due to the wide distribution of the
origins of infected travelers, demonstrating that the occurrence of cases and
deaths from AF and its spread throughout the national and/or international
territory still pose threats to global public health. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Faculdade de Medicina (FM) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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