| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Duarte, Djane Braz | - |
| dc.contributor.author | Aroucha, Denyse Furtado | - |
| dc.date.accessioned | 2026-10-16T18:44:35Z | - |
| dc.date.available | 2026-10-16T18:44:35Z | - |
| dc.date.issued | 2026-10-16 | - |
| dc.date.submitted | 2024-07-26 | - |
| dc.identifier.citation | AROUCHA, Denyse Furtado. Análise da imunogenicidade induzida pelas vacinas covid-19 em profissionais de saúde participantes do Estudo SEVACoV-PRO no Distrito Federal, um estudo coorte. 2024. 151 f., il. Dissertação (Mestrado em Medicina Tropical) — Universidade de Brasília, Brasília, 2024. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/57295 | - |
| dc.description | Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical, 2024. | pt_BR |
| dc.description.abstract | A pandemia de COVID-19 iniciou como um surto de infecções em
dezembro de 2019 na China, com relatos de casos que se assemelhavam a
quadros de pneumonia de etiologia viral, causadas a princípio por um agente
infeccioso até então desconhecido. Já em março de 2020 com o SARS-CoV2 identificado como causador destes quadros clínicos e o número de casos
aumentando diariamente em todos os continentes, a Organização Mundial da
Saúde declarou a pandemia. Dentre os recursos terapêuticos utilizados para
prevenir a infecção por SARS-CoV-2 são as vacinas, que foram
disponibilizadas para a população mundial com diferentes plataformas
tecnológicas e sua distribuição ocorreu de forma escalonada, estando os
profissionais de saúde dentre a prioridade de imunização. Ademais, o
esquema vacinal administrado no Brasil foi distinto do realizado em países
europeus e Estados Unidos, por exemplo. Desta forma, a avaliação da
imunogenicidade desta população no Brasil é importante. A coorte SEVACoVPRO DF é composta de profissionais de saúde maiores de 18 anos, com
escolaridade de nível técnico a superior, atuantes em unidades de saúde do
Distrito Federal, acompanhados por até 30 meses após o início do esquema
vacinal para COVID-19. A imunogenicidade foi avaliada mediante
quantificação de anticorpos IgG anti-S RBD (do inglês, Spike Protein
Receptor-Binding Domain) com o kit SARS-CoV-2 IgG II Quant B6S60B
(6S60-22) e ensaio realizado no equipamento ARCHITECT i1000sr, ambos
da empresa Abbott® (Abbott, EUA). A análise dos dados foi feita com teste de
Kruskal-Wallis e teste U de Mann-Whitney, com p<0, 05. SEVACoV-PRO DF
tem 99,3 % de participantes vacinados, dos quais 83,6% receberam o regime
primário com CoronaVac. Dentre os vacinados, 70,6% completaram seu
esquema vacinal até o segundo reforço. Os participantes majoritariamente
são do sexo feminino (81,7%) e a faixa etária da coorte está entre 40 – 49
anos (34,4%). O nível de escolaridade declarado pela maioria dos
participantes foi especialização (44,0%) e os técnicos de enfermagem
correspondem a 26,6% da população. Nossos resultados mostram que o nível
de anticorpos em participantes vacinados pode ser até 28x maior comparado
ao de não vacinados. Ademais, a estratificação da população por histórico de
COVID-19 apresentou que os participantes que já haviam sido diagnosticados
tinham uma elevação de 1,8x nos níveis de anticorpos anti-S RBD. Por sua
vez, a quantidade de doses recebidas também influencia a resposta imune
humoral, e observamos um aumento de até 48,4x pós-vacinação com o
primeiro reforço e de 54,5x pós-vacinação com o segundo reforço. A análise
da resposta imunológica humoral da coorte SEVACoV-PRO DF nos permite
concluir que a administração de doses de reforço heterólogas conseguem
elevar os níveis de anti-S RBD, mesmo que o imunizante utilizado no regime
primário não tenha sido com vacinas de mRNA. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Ministério da Saúde | - |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Análise da imunogenicidade induzida pelas vacinas covid-19 em profissionais de saúde participantes do Estudo SEVACoV-PRO no Distrito Federal, um estudo coorte | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Covid-19 | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Vacinas | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Imunogenicidade | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Profissionais de saúde | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | The COVID-19 pandemic began as an outbreak of infections in
December 2019 in China, with reports of cases that resembled pneumonia of
viral etiology, initially caused by a previously unknown infectious agent. In
March 2020, with SARS-CoV-2 identified as the cause of these clinical
conditions and the number of cases increasing daily on all continents, the
World Health Organization declared the pandemic. Among the therapeutic
resources used to prevent SARS-CoV-2 infection are vaccines, which were
made available to the world population with different technological platforms
and their distribution occurred in a staggered manner, with health
professionals being among the priority group for immunization. Furthermore,
once the vaccination schedule administered in Brazil was different from that
carried out in European countries and the United States, for example, the
evaluation of the immunogenicity of this population is important. To assess it,
we evaluated the immunogenicity of the SEVACoV-PRO DF, which is a cohort
composed of healthcare professionals over 18 years of age, with technical to
higher education, working in healthcare units in the Federal District, followed
for up to 30 months after the start of the COVID-19 vaccination schedule. The
immunogenicity was assessed by Chemiluminescent immunoassay,
quantifying IgG anti-S RBD (Spike Protein Receptor-Binding Domain)
antibodies with the SARS-CoV-2 IgG II Quant B6S60B (6S60-22) kit and an
assay performed on the ARCHITECT i1000sr equipment, both from Abbott®
(Abbott, USA). Data analysis was performed using the Kruskal-Wallis test and
Mann-Whitney U test, with p<0.05. SEVACoV-PRO DF has 99.3% of
vaccinated participants, of which 83.6% received the primary regimen with
CoronaVac. Among those vaccinated, 70.6% completed their vaccination
schedule until the second booster. The participants were mostly women
(81.7%) and the age range of the cohort was 40–49 (34.4%). The education
level declared by most participants was specialization (44.0%) and nursing
technicians correspond to 26.6% of the population. Our results show that the
antibody level in vaccinated participants can be up to 28x higher compared to
that of unvaccinated ones. Furthermore, the stratification of the population by
history of COVID-19 showed those who had already been diagnosed a 1.8x
increase in the levels of anti-S RBD antibodies. In turn, the number of doses
received also influences this humoral immune response, there was an
increase of up to 48.4x post-vaccination with the first booster and 54.5x postvaccination with the second booster. The analysis of the humoral immune
response of the SEVACoV-PRO DF cohort allows us to conclude that the
administration of heterologous booster doses can increase the levels of anti-S
RBD regardless of same the immunizing agent used in the primary regimen
wasn’t mRNA vaccines. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Faculdade de Medicina (FM) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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