http://repositorio.unb.br/handle/10482/57257| Fichero | Tamaño | Formato | |
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| EsmeraldaFaiadChaulElcain_DISSERT.pdf | 1,26 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
| Título : | Caminhos entrelaçados : gênero, raça e classe na experiência de mulheres trabalhadoras casadas e mães no Brasil |
| Otros títulos : | Intertwined Paths: Gender, Race, and Class in the Experience of Married Working Women and Mothers in Brazi |
| Autor : | Elcain, Esmeralda Faiad Chaul |
| Orientador(es):: | Silva, Isabela Machado da |
| Assunto:: | Mulheres Patriarcado Interseccionalidade Racismo Sofrimento psíquico |
| Fecha de publicación : | 15-oct-2026 |
| Data de defesa:: | 29-ago-2025 |
| Citación : | ELCAIN, Esmeralda Faiad Chaul. Caminhos entrelaçados: gênero, raça e classe na experiência de mulheres trabalhadoras casadas e mães no Brasil. 2025. 188 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia Clínica e Cultura) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. |
| Resumen : | Esta dissertação teve como objetivo compreender a experiência de ser mulher hoje de mulheres brasileiras que são mães, casadas e que trabalhavam de forma remunerada. Considerando as múltiplas realidades das diversas mulheres, buscou-se intencionalmente trazer o recorte racial e de classe, além do de gênero. Para isso, foram revisados estudos baseados nas teorias de gênero e na e a interseccionalidade, assim como estudos atuais sobre a realidade e a saúde mental das mulheres. Foi realizada uma pesquisa qualitativa a partir do método fenomenológico de Giorgi, utilizando-se, como instrumentos, um questionário sociodemográfico e uma entrevista fenomenológica que tinha como pergunta disparadora: como é para você ser mulher para você hoje? Os dados revelaram a dificuldade do ser mulher e o sofrimento psíquico relacionado aos efeitos do patriarcado, que incluem a sobrecarga emocional advinda do exercício simultâneo de múltiplos papéis como maternidade, conjugalidade, trabalho remunerado e doméstico, com destaque para o gerenciamento familiar. No processo de hierarquização desses papeis, a conjugalidade não apareceu como prioridade. Conclui-se que, apesar dos avanços do feminismo e de muitas mulheres serem as principais provedoras da casa, o efeito da sociedade sexista, racista e misógino continua sendo a exploração das mulheres, gerando sofrimento psíquico crônico. |
| Abstract: | This dissertation aimed to understand the experience of being a woman today among Brazilian women who are mothers, married, and engaged in paid work. Considering the multiple realities of diverse women, it intentionally sought to include race and class, in addition to gender, as analytical lenses. To this end, studies based on gender theories and intersectionality were reviewed, along with current research on women’s realities and mental health. A qualitative study was conducted using Giorgi’s phenomenological method, employing a sociodemographic questionnaire and a phenomenological interview as instruments. The interview was guided by the trigger question: What is it like for you to be a woman today? The inclusion criteria were (a) being married, (b) being a mother, and (c) having paid employment. The exclusion criteria were experiencing grief in the last six months, being in the postpartum period, being a mother of children with disabilities, having comorbidities associated with substance use, or having a diagnosis of psychotic or neurological disorders. Three self-identified Black women and three self-identified White women from different socioeconomic backgrounds participated in the study. The data revealed the difficulties of being a woman and the psychological distress related to the effects of patriarchy, which include the emotional overload stemming from the simultaneous exercise of multiple roles such as motherhood, marriage, paid employment, and domestic work, with particular emphasis on family management. In the hierarchy of these roles, marriage did not emerge as a priority. It is concluded that, despite the advances of feminism and the fact that many women are the main providers for their households, the effects of a sexist, racist, and misogynistic society continue to manifest as the exploitation of women, resulting in chronic psychological suffering. |
| metadata.dc.description.unidade: | Instituto de Psicologia (IP) Departamento de Psicologia Clínica (IP PCL) |
| Descripción : | Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Programa de Pós-graduação em Psicologia Clínica e Cultura, 2025. |
| metadata.dc.description.ppg: | Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e Cultura |
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| Aparece en las colecciones: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado |
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