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dc.contributor.advisorSegato, Rita Laura-
dc.contributor.authorPassos, Tiago Eli de Lima-
dc.date.accessioned2010-10-05T13:46:34Z-
dc.date.available2010-10-05T13:46:34Z-
dc.date.issued2008-08-
dc.date.submitted2008-08-
dc.identifier.citationPASSOS, Tiago Eli de Lima. Terror de Estado: uma crítica à perspectiva excepcionalista. 2008. 208 f. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social)-Universidade de Brasília, Brasília, 2008.en
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/5565-
dc.descriptionDissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Sociais, Departamento de Antropologia, Programa de Pós-graduação em Antropologia Social, 2008.en
dc.description.abstractEste trabalho questiona o discurso que explica a violência das polícias brasileiras, na pósredemocratização, em termos de sobrevivências ou resíduos anacrônicos herdados da ditadura militar (1964-1985). Para tanto, faço a crítica das ciências sociais e da academiabrasileira, que concorreram para silenciar o fato do terrorismo de Estado racista e classista sistematicamente imposto às classes subalternas ter, na verdade, uma história de 200 anos, em que o arbítrio e a truculência jamais cessaram. Tento mostrar como, e explicar por que, a academia brasileira somente deu importância ao terror do Estado quando as forças policiais passaram a torturar e matar as camadas médias brancas politicamente radicalizadas. Faço, assim, a crítica da perspectiva que se pode chamar de excepcionalista. _________________________________________________________________________________ ABSTRACTen
dc.description.abstractThis paper questions the discourse that explains the violence by the Brazilian police, in the post re-democratization, in terms of survival or anachronic residues inherited from the military dictatorship (1964- 1985). That for, I criticize the social science and the Brazilian academy for their participation in silencing the fact that the terrorism of a racist and classist state has been systematically imposed on the subaltern classes over 200 years in which the arbitrariness and truculence never ceased to operate. I try to display and explain why the Brazilian academy only started to pay attention to the terror caused by the state after the police forces started to torture and kill the white middle classes politically radicalized. By doing that, I criticize the perspective that could be called exceptionalist.en
dc.language.isoPortuguêsen
dc.rightsAcesso Abertoen
dc.titleTerror de Estado : uma crítica à perspectiva excepcionalistaen
dc.typeDissertaçãoen
dc.subject.keywordViolência policialen
dc.subject.keywordClasses sociaisen
dc.subject.keywordBrasil - história - 1964-1985en
dc.location.countryBRAen
Appears in Collections:DAN - Mestrado em Antropologia (Dissertações)

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