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dc.contributor.advisorRamos, Wilsa Mariapt_BR
dc.contributor.authorRodrigues, Bruna Karolinept_BR
dc.date.accessioned2026-08-04T18:15:03Z-
dc.date.available2026-08-04T18:15:03Z-
dc.date.issued2026-08-04-
dc.date.submitted2025-02-13-
dc.identifier.citationRODRIGUES, Bruna Karoline. Experiência subjetiva de meninas em cumprimento de medida socioeducativa em meio aberto. 2025. 110 f., il. Dissertação (Mestrado em Psicologia do Desenvolvimento e Escolar) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/55598-
dc.descriptionDissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Departamento de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento, Programa de Pós-Graduação em Psicologia do Desenvolvimento e Escolar, 2025.-
dc.description.abstractO ato infracional cometido por adolescentes é um fenômeno complexo estudado por diferentes campos do conhecimento. Há estudos que apontam uma negligência com a população feminina no cumprimento de medida socioeducativa. Por serem minoria quantitativa são constantemente invisibilizadas em um sistema projetado para atender aos rapazes. O estudo fundamenta-se nos princípios teórico-epistemológicos da Teoria da Subjetividade de González Rey. A pesquisa visa analisar dois casos referentes às experiências de meninas autoras de atos infracionais e suas produções subjetivas geradas durante o cumprimento de medida socioeducativa em meio aberto no Distrito Federal. Adotou-se a Metodologia Construtivo-Interpretativa a partir de dinâmicas conversacionais individuais e em grupo. As duas participantes da pesquisa cumpriam medida socioeducativa em meio aberto, na modalidade de Liberdade Assistida, no Distrito Federal. Em oposição ao que mostram outros estudos, as participantes não apontam sua experiência na unidade como de discriminação ou negligência, e pelo contrário, sentiram-se cuidadas pela equipe que as acompanhavam. Uma delas, entretanto, afirma que, na condição de mulher, encara apontamentos mais severos por parte da sociedade em geral e por sua família, em virtude do ato infracional cometido. As participantes tiveram acesso a oportunidades e cuidados na unidade que poucas vezes tiveram antes, então a unidade foi se constituindo subjetivamente como espaço de acolhimento; embora houvesse, também, um locus de proteção e de paternalismo. As participantes, inseridas nesse contexto, são mobilizadas por suas vivências, assim como na interação com a pesquisadora, que podem tecer novas reflexões e abrir novas vias de subjetividade, como ocorre com uma das participantes, que reconhece, em sua trajetória, a autoria sobre sua vida e ações; enquanto a outra, por outro lado, ainda que valorize a unidade e as oportunidades que tem, não reconhece sua responsabilidade diante do ato infracional. Outros aspectos como família, estudos, relacionamentos e maternidade também aparecem como integrantes na formação subjetiva configuracional das adolescentes. Destaca-se a importância de visibilizar as experiências de adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleExperiência subjetiva de meninas em cumprimento de medida socioeducativa em meio abertopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordSocioeducaçãopt_BR
dc.subject.keywordTeoria da subjetividadept_BR
dc.subject.keywordGêneropt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1The infraction committed by adolescents is a complex phenomenon studied by different fields of knowledge. There are studies that point to a neglect of the female population in the context of socio-educational measures. Since they are a quantitative minority, they are constantly made invisible in a system designed to cater for boys. The study is based on the theoretical and epistemological principles of González Rey's Theory of Subjectivity. The research aims to analyze two cases referring to the experiences of girls who have committed offences and their subjective productions generated during the execution of an open-ended socio-educational measure in the Distrito Federal. The Constructive-Interpretive Methodology was adopted, based on individual and group conversational dynamics. The two participants in the research were serving an open-ended socio-educational measure, in the form of Assisted Liberty, in a open environment socio-educational unity. Contrary to what other studies have shown, the participants did not describe their experience in the unit as one of discrimination or neglect; on the contrary, they felt cared for by the staff who accompanied them. One of them, however, said that, as a woman, she faced harsher accusations from society in general and from her family because of the crime she had committed. The participants had access to opportunities and care at the in open environment socio-educational unity, that they had rarely had before, so the unit was subjectively constituted as a welcoming space; although there was also a locus of protection and paternalism. The participants, inserted in this context, are mobilized by their experiences, as well as in the interaction with the researcher, who can weave new reflections and open up new avenues of subjectivity, as occurs with one of the participants, who recognizes, in her trajectory, the authorship over her life and actions; while the other, on the other hand, although she values the unit and the opportunities she has, does not recognize her responsibility in the face of the infraction. Other aspects such as family, studies, relationships and motherhood also appear as integral parts of the adolescents' subjective formation. This highlights the importance of making the experiences of adolescents undergoing socio-educational measures visible.pt_BR
dc.description.unidadeInstituto de Psicologia (IP)pt_BR
dc.description.unidadeDepartamento de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento (IP PED)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Psicologia do Desenvolvimento e Escolarpt_BR
Aparece nas coleções:Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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