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PedroMesquitaPinkeRibeiro_DISSERT.pdf12,59 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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dc.contributor.advisorMartins, Pablo Gonçalo Pires de Campospt_BR
dc.contributor.authorRibeiro, Pedro Mesquita Pinkept_BR
dc.date.accessioned2026-07-28T18:05:52Z-
dc.date.available2026-07-28T18:05:52Z-
dc.date.issued2026-07-28-
dc.date.submitted2026-02-26-
dc.identifier.citationRIBEIRO, Pedro Mesquita Pinke. Filme de autor ou filme sem autor? (anti)autorismo na crítica de cinema. 2026. 155 f., il. Dissertação (Mestrado em Comunicação) — Universidade de Brasília, Brasília, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/55521-
dc.descriptionDissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Comunicação, 2026.pt_BR
dc.description.abstractEsta dissertação pretende realizar uma releitura da história da crítica de cinema, a partir do estudo de uma série de críticos que se opuseram ao autorismo - o discurso que atribui aos diretores de cinema o status de autor e defende que os filmes sejam a expressão pessoal desse autor. Para tal, o trabalho divide-se em três etapas. Na primeira, acompanhamos a gradual consolidação do autorismo no meio da crítica de cinema. Na segunda, estudamos a resposta de André Bazin e Michel Mourlet ao autorismo - à qual damos o nome de antiautorismo -, baseada na defesa de que o autor se apague de suas obras. Por fim, na terceira, investigamos a produção de alguns críticos que representam um meio-termo entre ambas as abordagens: Jean-Louis Comolli, Jean Narboni, Alain Bergala e outros são críticos tanto do autorismo quanto do antiautorismo; rejeitam igualmente o autor “romântico” do primeiro e o autor invisível do segundo.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleFilme de autor ou filme sem autor? (anti)autorismo na crítica de cinemapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordAutorpt_BR
dc.subject.keywordAutorismopt_BR
dc.subject.keywordCrítica de cinemapt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1This dissertation aims to review the history of film criticism, studying a series of critics who opposed auteurism – the discourse that attributes the status of author to film directors and argues that films should be the personal expression of that author. To this end, the work is divided into three stages. In the first, we follow the gradual consolidation of auteurism within film criticism. In the second, we study the response of André Bazin and Michel Mourlet to auteurism – which we call anti-auteurism –, based on the argument that the author should erase itself from its works. Finally, in the third, we investigate the work of some critics who represent a middle ground between both approaches: Jean-Louis Comolli, Jean Narboni, Alain Bergala and others are critics of both auteurism and anti-auteurism; they equally reject the “romantic” author of the former and the invisible author of the latter.pt_BR
dc.description.abstract2Esta tesis de maestría tiene como objetivo revisar la historia de la crítica cinematográfica mediante el estudio de una serie de críticos que se opusieron al autorismo, el discurso que atribuye la condición de autor a los directores de cine y sostiene que las películas deben ser la expresión personal de dicho autor. Para ello, el trabajo se divide en tres etapas. En la primera, seguimos la consolidación gradual del autorismo dentro de la crítica cinematográfica. En la segunda, estudiamos la respuesta de André Bazin y Michel Mourlet al autorismo —a la que denominamos antiautorismo— basada en el argumento de que el autor debe ser borrado de sus obras. Finalmente, en la tercera, investigamos la obra de algunos críticos que representan un punto intermedio entre ambos enfoques: Jean-Louis Comolli, Jean Narboni, Alain Bergala y otros son críticos tanto del autorismo como del antiautorismo; rechazan por igual al autor romántico del primero y al autor invisible del segundo.-
dc.description.unidadeFaculdade de Comunicação (FAC)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Comunicaçãopt_BR
Aparece nas coleções:Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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