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TaynaraDeAlmeidaRodriguesSoares_DISSERT.pdf877,19 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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dc.contributor.advisorSouza, Herivelto Pereira de-
dc.contributor.authorSoares, Taynara de Almeida Rodrigues-
dc.date.accessioned2026-07-10T20:20:45Z-
dc.date.available2026-07-10T20:20:45Z-
dc.date.issued2026-07-10-
dc.date.submitted2026-02-24-
dc.identifier.citationSOARES, Taynara de Almeida Rodrigues. Entre a fala, a mãe preta e o pretuguês : linguagem, psicanálise e constituição subjetiva em Lélia Gonzalez. 2026. 142 f., il. Dissertação (Mestrado em Filosofia) — Universidade de Brasília, Brasília, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/55357-
dc.descriptionDissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de Filosofia, Programa de Pós-Graduação em Filosofia, 2026.pt_BR
dc.description.abstractEsta pesquisa investiga o pensamento de Lélia Gonzalez a partir de três eixos articuladores — a fala, a figura da Mãe Preta enquanto Sujeito Suposto Saber e o Pretuguês — compreendidos como operadores teóricos e políticos fundamentais para a articulação entre subjetividade, linguagem e psicanálise. Parte-se da concepção de que a linguagem não se reduz a um instrumento de comunicação, mas constitui um espaço central de produção do sujeito, atravessado por relações de poder, especialmente aquelas ligadas à raça, ao gênero e à classe. O percurso inicia-se com a análise da fala do sujeito negro, entendida simultaneamente como lugar de silenciamento e como espaço de resistência e produção de saber. Em seguida, a investigação se volta à figura da Mãe Preta, analisada em sua função estruturante na inserção dos sujeitos na ordem simbólica da cultura, evidenciando seus desdobramentos na constituição psíquica e social. O segundo capítulo articula essa figura às categorias da mulata, da mucama e da Outra, problematizando os efeitos do mito da democracia racial em diálogo com a teoria lacaniana e com as contribuições de Rita Segato. O terceiro capítulo dedica-se ao Pretuguês, pensado a partir da noção de equívoco e da teoria de lalíngua, como operador crítico para a análise do preconceito linguístico e das hierarquizações impostas pelo discurso normativo. Ao dialogar com intérpretes do Brasil e com autores como Marcos Bagno, o trabalho propõe o Pretuguês como manifestação de resistência cultural e como possibilidade de reinscrição do sujeito na linguagem, apostando na potência do equívoco, da fala marcada e da língua atravessada pela história como via para pensar outros modos de subjetivação.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleEntre a fala, a mãe preta e o pretuguês : linguagem, psicanálise e constituição subjetiva em Lélia Gonzalezpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordGonzalez, Lélia, 1935-1994- crítica e interpretaçãopt_BR
dc.subject.keywordPretuguêspt_BR
dc.subject.keywordLinguagempt_BR
dc.subject.keywordPsicanálise Lacanianapt_BR
dc.subject.keywordMãespt_BR
dc.description.abstract1This research investigates the thought of Lélia Gonzalez through three articulated axes — speech, the figure of the Mãe Preta as the Subject Supposed to Know, and Pretuguês — understood as fundamental theoretical and political operators for articulating subjectivity, language, and psychoanalysis. It is grounded in the conception that language cannot be reduced to an instrument of communication, but rather constitutes a central space for the production of the subject, traversed by relations of power, especially those linked to race, gender, and class. The inquiry begins with an analysis of the speech of the Black subject, understood simultaneously as a site of silencing and as a space of resistance and knowledge production. It then turns to the figure of the Mãe Preta, analyzed in its structuring function in the insertion of subjects into the symbolic order of culture, highlighting its implications for psychic and social constitution. The second chapter articulates this figure with the categories of the mulata, the mucama, and the Other, problematizing the effects of the myth of racial democracy in dialogue with Lacanian theory and the contributions of Rita Segato. The third chapter is devoted to Pretuguês, approached through the notion of equivocation and the theory of lalangue, as a critical operator for the analysis of linguistic prejudice and the hierarchizations imposed by normative discourse. By engaging with interpreters of Brazil and with authors such as Marcos Bagno, the study proposes Pretuguês as a manifestation of cultural resistance and as a possibility for reinscribing the subject in language, wagering on the potency of equivocation, marked speech, and a language traversed by history as a path for thinking other modes of subjectivation.pt_BR
dc.description.unidadeInstituto de Ciências Humanas (ICH)pt_BR
dc.description.unidadeDepartamento de Filosofia (ICH FIL)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Filosofiapt_BR
Aparece nas coleções:Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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