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Título : Voluntas em Tomás de Aquino : herança aristotélica, tradição cristã e originalidade
Autor : Almeida, Neimar de
Orientador(es):: Hamelin, Guy
Assunto:: Aquino, Tomás, -1274
Vontade geral
Aristóteles
Fecha de publicación : 10-jul-2026
Citación : ALMEIDA, Neimar de. Voluntas em Tomás de Aquino : herança aristotélica, tradição cristã e originalidade. 2025. 158 f. Tese (Doutorado em Filosofia) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.
Resumen : Tomás de Aquino é um dos grandes representantes do aristotelismo na tradição escolástica, tendo integrado de modo original os princípios da filosofia de Aristóteles à teologia cristã. Neste estudo, buscamos compreender a noção de voluntas em Tomás de Aquino, investigando suas principais fontes e influências, com ênfase na tradição aristotélica. A filosofia do Estagirita constitui a base fundamental do pensamento de Tomás. No entanto, no que tange à concepção da vontade (voluntas), o Doutor Angélico não se limita à simples recepção das ideias aristotélicas, mas as adapta e reelabora, integrando elementos de outras tradições filosóficas. Diante disso, propomos responder à seguinte questão: quais são os fundamentos da noção de voluntas em Tomás de Aquino e até que ponto essa concepção se aproxima ou se distancia da teoria aristotélica? Na realidade, em Tomás, não se trata de um conceito isolado de vontade (voluntas), mas de uma teoria que integra e articula múltiplos conceitos. Compreender a voluntas em Tomás exige a apreensão de uma teoria geral da ação, visto que se trata de uma faculdade que, juntamente com o intelecto (intellectus), orienta e fundamenta o agir moral do homem. A noção de vontade (voluntas) em Tomás é ampla, e o Doutor Angélico se destaca por incorporar em seus escritos, notadamente, as contribuições de Aristóteles, Agostinho e João Damasceno – discípulo de Máximo, o Confessor, que é apontado por alguns como precursor da noção de vontade (voluntas). Observa-se, assim, uma clara evolução do conceito de vontade (βούλησις), que se desenvolve desde Aristóteles, passando pelos filósofos estoicos até Agostinho, culminando em Tomás de Aquino. Em Aristóteles, a βούλησις encontra-se no nível da faculdade sensitiva, sendo ativada pela razão. Já em Tomás, a vontade (voluntas) alcança o estatuto de faculdade independente superior da alma. Em suma, nos propomos investigar os fundamentos da noção de voluntas em Tomás, analisando até que ponto essa concepção se aproxima ou se distanciam da teoria aristotélica.
Abstract: Thomas Aquinas is one of the great representatives of Aristotelianism in the scholastic tradition, having integrated the principles of Aristotle's philosophy into Christian theology in an original way. In this study, we seek to understand the notion of voluntas in Thomas Aquinas, investigating its main sources and influences, with an emphasis on the Aristotelian tradition. The philosophy of the Stagirite constitutes the fundamental basis of Thomas's thought. However, with regard to the conception of the will (voluntas), the Angelic Doctor does not limit himself to the simple reception of Aristotelian ideas, but adapts and reworks them, integrating elements from other philosophical traditions. In view of this, we propose to answer the following question: what are the foundations of the notion of voluntas in Thomas Aquinas and to what extent does this conception approach or distance itself from Aristotelian theory? In reality, in Thomas, it is not an isolated concept of will (voluntas), but a theory that integrates and articulates multiple concepts. Understanding voluntas in Thomas requires the understanding of a general theory of action, since it is a faculty that, together with the intellect (intellectus), guides and grounds man's moral action. The notion of will (voluntas) in Thomas is broad, and the Angelic Doctor stands out for incorporating into his writings, notably, the contributions of Aristotle, Augustine and John of Damascus – a disciple of Maximus the Confessor, who is considered by some to be the precursor of the notion of will (voluntas). Thus, a clear evolution of the concept of will (βούλησις) can be observed, which develops from Aristotle, through the Stoic philosophers to Augustine, culminating in Thomas Aquinas. In Aristotle, the βούλησις is at the level of the sensitive faculty, being activated by reason. In Thomas, the will (voluntas) reaches the status of a superior independent faculty of the soul. In short, we propose to investigate the foundations of the notion of voluntas in Thomas, analyzing to what extent this conception approaches or distances itself from Aristotelian theory.
metadata.dc.description.unidade: Instituto de Ciências Humanas (ICH)
Departamento de Filosofia (ICH FIL)
Descripción : Tese (doutorado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de Filosofia, Programa de Pós-Graduação em Filosofia, 2025.
metadata.dc.description.ppg: Programa de Pós-Graduação em Filosofia
Agência financiadora: Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF)
Aparece en las colecciones: Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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