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LeticiaDiCarvalhoMeloESilva_DISSERT.pdf1,14 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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dc.contributor.advisorOliveira, Sarah Christina Caldaspt_BR
dc.contributor.authorSilva, Leticia di Carvalho Melo ept_BR
dc.date.accessioned2026-06-15T19:55:06Z-
dc.date.available2026-06-15T19:55:06Z-
dc.date.issued2026-06-15-
dc.date.submitted2025-12-04-
dc.identifier.citationSILVA, Leticia di Carvalho Melo e. Potencial fitotóxico em tapetes de musgos da antártica. 2025. 71 f., il. Dissertação (Mestrado em Botânica) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/54820-
dc.descriptionDissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Botânica, Programa de Pós-Graduação em Botânica, 2025.pt_BR
dc.description.abstractA Antártica é um continente no qual a pegada humana tem aumentado com a presença de partes vegetais. Neste cenário, o estabelecimento de plantas na Antártica é limitado por fatores abióticos. A produção de metabólitos secundários com potencial fitotóxico pelas briófitas antárticas representa um mecanismo de resistência ainda pouco explorado. O objetivo deste estudo foi avaliar o potencial fitotóxico de metabólitos secundários de tapetes de musgos com predominância de Sanionia uncinata e iniciar a identificação de seus compostos bioativos. Extratos aquosos, de acetona e acetato de etila de amostras de campo (Amostras Antigas - AA e Amostras Novas - AN) e de cultura de S. uncinata foram testados em bioensaios de coleóptilos de trigo e em bioensaios de fitotoxicidade com sementes de alface, tomate, agrião e cebola. Análises por Cromatografia em Camada Delgada (CCD) e testes fitoquímicos preliminares foram realizados, e o extrato de acetona da amostra AA, que demonstrou maior bioatividade, foi fracionado por cromatografia em coluna. Os extratos orgânicos da amostra AA demonstraram bioatividade inibitória em coleóptilos e em todas as plantas-alvo testadas, com inibições que alcançaram até 88% em plântulas, sem uma relação doseresposta linear, sugerindo saturação de dose. A bioatividade desses extratos foi influenciada pelas condições de armazenamento das amostras. Apenas o extrato aquoso da cultura apresentou atividade significativa em coleóptilos,testes fitoquímicos preliminares revelaram a presença de terpenos em todas as amostras analisadas, enquanto fenóis e alcaloides não foram detectados. O fracionamento do extrato de acetona da amostra AA concentrou a bioatividade em frações específicas (F1, F2, F3 e F6), com a fração F3 exibindo a maior inibição (51%) em coleóptilos. A identificação dos compostos bioativos por Cromatografia Líquida Acoplada à Espectrometria de Massas (LC-MS) e outras técnicas ainda está em andamento. Os resultados confirmam o potencial fitotóxico dos tapetes de musgos antárticos e a riqueza de seus metabólitos secundários, sugerindo um papel crucial na defesa química contra a invasão biológica na Antártica. Este trabalho oferece uma base para futuras investigações sobre a ecologia química polar e a conservação da biodiversidade antárticapt_BR
dc.description.sponsorshipUniversidade de Brasília (UnB)-
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titlePotencial fitotóxico em tapetes de musgos da antárticapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordAntárticapt_BR
dc.subject.keywordEspécies invasoraspt_BR
dc.subject.keywordMetabólitos secundáriospt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1Antarctica is a continent where the human footprint has increased, including the introduction of plant propagules. Although plant establishment in Antarctica is limited by abiotic factors such as low temperatures, the accelerated warming observed in recent decades represents a threat to the Antarctic ecosystem by reducing this natural thermal barrier, potentially facilitating biological invasions. The aim of this study was to evaluate the phytotoxic potential of secondary metabolites from moss carpets dominated by Sanionia uncinata and to initiate the identification of their bioactive compounds. Aqueous, acetone, and ethyl acetate extracts from field samples (Old Samples – AA and New Samples – AN) and from S. uncinata cultures were tested in wheat coleoptile bioassays and phytotoxicity bioassays using lettuce, tomato, watercress, and onion seeds. Thin Layer Chromatography (TLC), preliminary phytochemical tests, and chromatographic fractionation were performed to characterize the metabolites and locate the bioactive compounds. The AA organic extracts exhibited inhibitory bioactivity in coleoptiles and in all tested target plants, with inhibition levels reaching up to 88% in seedlings, without a clear dose–response relationship, suggesting dose saturation. The bioactivity of these extracts was influenced by the storage conditions of the samples. In the S. uncinata culture, only the aqueous extract showed significant activity. Phytochemical tests revealed the presence of terpenes in all samples, while phenols and alkaloids were not detected. Fractionation of the AA acetone extract concentrated bioactivity into specific fractions (F1, F2, F3, and F6), with fraction F3 exhibiting the strongest inhibition (51%) in coleoptiles. The identification of bioactive compounds by Liquid Chromatography–Mass Spectrometry (LC-MS) and structural elucidation indicated the presence of long-chain bases (LCBs) of the sphingolipid (SL) type, while terpene characterization is still underway. The results confirm the phytotoxic potential of Antarctic moss carpets and the richness of their secondary metabolites, suggesting a crucial role in chemical defense against biological invasion in Antarctica. This work provides a foundation for future investigations into polar chemical ecology and the conservation of Antarctic biodiversity.pt_BR
dc.description.unidadeInstituto de Ciências Biológicas (IB)pt_BR
dc.description.unidadeDepartamento de Botânica (IB BOT)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Botânicapt_BR
Aparece nas coleções:Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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