| Campo DC | Valor | Lengua/Idioma |
| dc.contributor.advisor | Corrêa, Antenor Ferreira | pt_BR |
| dc.contributor.author | Gomes, Maiara Martins | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-02-11T20:14:46Z | - |
| dc.date.available | 2026-02-11T20:14:46Z | - |
| dc.date.issued | 2026-02-11 | - |
| dc.date.submitted | 2025-11-03 | - |
| dc.identifier.citation | GOMES, Maiara Martins. A poética do desencarnado na videoarte. 2025. 158 f., il. Dissertação (Mestrado em Artes Visuais) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/54040 | - |
| dc.description | Dissertação (Mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Artes, Departamento de Artes Visuais, Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Esta dissertação investiga a possibilidade de uma poética do desencarnado na videoarte
contemporânea, articulando teoria da imagem, psicanálise e prática artística. Partindo da
pergunta “se há um encarnado na pintura, poderia haver um desencarnado no vídeo?”, o estudo
propõe uma ponderação sobre as especificidades do corpo e da imagem videográfica como
possibilidades estéticas em que a oscilação, o rastro e a fantasmagoria ensejam práticas artística
e poéticas na videoarte. A pesquisa se ancora em referenciais da psicanálise freudiana em
diálogo com as artes visuais e com quatro obras autorais: Play Dead (2024), Desassossego
(2024), Aperto (2023) e teste (2025). No curso da investigação, foi se revelando que a
videoarte, em sua natureza espectral, de cor-luz, oferece um modo específico de instâncias de
visibilidade e pensamento, no qual o desencarnado se delineia como poética, articulando
simultaneamente o infamiliar, conceito estético freudiano e o encarnado, ideia proposta por
Didi-Huberman. O corpo, ao se desencarnar, não desaparece e não recusa o encarnar: torna-se
rastro, imagem inquietante, encarnando a ausência que oscila entre o visível e o vestigial. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | A poética do desencarnado na videoarte | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Videoarte | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Infamiliar (Psicologia) | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Encarnação | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | This dissertation investigates the possibility of a poetics of the disembodied in contemporary
video art, articulating image theory, psychoanalysis, and artistic practice. Starting from the
question “if there is an incarnate being in painting, could there be a disembodied being in
vídeo?”, the study proposes a consideration of the specificities of the body and the vídeo image
as aesthetic possibilities in which oscillation, traces, and phantasmagoria give rise to artistic
and poetic practices in video art. The research is anchored in Freudian psychoanalysis in
dialogue with the visual arts and four original works: Play Dead (2024), Desassossego (2024),
Aperto (2023), and teste (2025). During the course of the investigation, it was revealed that
video art, in its spectral, color-light nature, offers a specific mode of visibility and thought, in
which the disembodied is outlined as poetics, simultaneously articulating the unfamiliar—a
Freudian aesthetic concept—and the embodied, an idea proposed by Didi-Huberman. The
body, upon disembodying, does not disappear and does not refuse to incarnate: it becomes a
trace, a disturbing image, embodying the absence that oscillates between the visible and the
vestigial. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Instituto de Artes (IdA) | pt_BR |
| dc.description.unidade | Departamento de Artes Visuais (IdA VIS) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais | pt_BR |
| Aparece en las colecciones: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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