| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Torres, Mateus Gamba | pt_BR |
| dc.contributor.author | Pereira, Nathanael Martins | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-02-10T17:12:28Z | - |
| dc.date.available | 2026-02-10T17:12:28Z | - |
| dc.date.issued | 2026-02-10 | - |
| dc.date.submitted | 2025-05-16 | - |
| dc.identifier.citation | PEREIRA, Nathanael Martins. Quem são os mortos e desaparecidos políticos?: o genocídio indígena na ditadura civil-militar e a Comissão Nacional da Verdade a partir do caso do povo Waimiri Atroari. 2025. 136 f. Dissertação (Mestrado em História) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/54012 | - |
| dc.description | Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de História, Programa de Pós-Graduação em História, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Este trabalho analisa o genocídio sofrido pelos povos indígenas durante a ditadura civil-militar
brasileira (1964–1985), com foco no caso do povo Waimiri Atroari. O objetivo é compreender
como tais violações foram tratadas pela Comissão Nacional da Verdade (CNV) e discutir a
ausência de reconhecimento dos indígenas mortos no período como mortos políticos. A
pesquisa tem como fontes o Relatório Final da CNV, o 1º Relatório do Comitê Estadual da
Verdade do Amazonas e a Ação Civil Pública de 2017, que trata do caso do povo Waimiri
Atroari. Os resultados evidenciam que a ditadura promoveu um processo sistemático de
extermínio contra os Waimiri Atroari, resultando na morte de 2.650 pessoas, e que outros povos
indígenas também foram vítimas de genocídio, com destruição de aldeias, remoções forçadas e
outras graves violações de direitos humanos. A análise demonstra que, embora a CNV tenha
investigado casos envolvendo povos indígenas, sua interpretação jurídica e política não
incorporou o reconhecimento dessas mortes como crimes políticos, contribuindo para o
esquecimento e a omissão dessas violações nas políticas de memória e justiça. Conclui-se que
reconhecer a resistência indígena como ato político é essencial para avançar em processos de
justiça de transição, reparação e garantia dos direitos dos povos indígenas no Brasil. | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Quem são os mortos e desaparecidos políticos? : o genocídio indígena na ditadura civil-militar e a Comissão Nacional da Verdade a partir do caso do povo Waimiri Atroari | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Genocídio indígena | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Ditadura militar - Chile | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Comissão Nacional da Verdade | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Desaparecidos políticos | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Mortos políticos | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Povos indígenas | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Justiça de transição | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.contributor.advisorco | Zema, Ana Catarina | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | This study analyzes the genocide suffered by Indigenous peoples during the Brazilian civilmilitary dictatorship (1964–1985), focusing on the case of the Waimiri Atroari people. The
objective is to understand how such violations were addressed by the National Truth
Commission (CNV) and to discuss the absence of recognition of Indigenous people killed
during the period as political deaths. The research is based on the Final Report of the CNV, the
First Report of the State Truth Committee of Amazonas, and the 2017 Public Civil Action
concerning the case of the Waimiri Atroari people. The results show that the dictatorship
promoted a systematic extermination process against the Waimiri Atroari, resulting in the death
of 2,650 people, and that other Indigenous peoples were also victims of genocide, with
destruction of villages, forced removals, and other serious human rights violations. The analysis
demonstrates that, although the CNV investigated cases involving Indigenous peoples, its legal
and political interpretation did not incorporate the recognition of these deaths as political
crimes, contributing to the neglect and omission of these violations in memory and justice
policies. It concludes that recognizing Indigenous resistance as a political act is essential to
advance processes of transitional justice, reparation, and guarantee the rights of Indigenous
peoples in Brazil. | pt_BR |
| dc.description.abstract3 | Cette étude analyse le génocide subi par les peuples autochtones pendant la dictature civilemilitaire brésilienne (1964–1985), en se concentrant sur le cas du peuple Waimiri Atroari.
L’objectif est de comprendre comment ces violations ont été traitées par la Commission
nationale de la vérité (CNV) et de discuter de l’absence de reconnaissance des Autochtones tués
durant cette période comme morts politiques. La recherche s’appuie sur le rapport final de la
CNV, le premier rapport de la Commission de la vérité de l’État du Comité de la vérité de
l’Amazonas, et l’action civile publique de 2017 portant sur le cas des Waimiri Atroari. Les
résultats montrent que la dictature a mené un processus systématique d’extermination contre
les Waimiri Atroari, causant la mort de 2 650 personnes, et que d’autres peuples autochtones
ont également été victimes de génocide, avec la destruction de villages, les déplacements forcés
et d’autres violations graves des droits humains. L’analyse démontre que, bien que la CNV ait
enquêté sur des cas impliquant des peuples autochtones, son interprétation juridique et politique
n’a pas inclus la reconnaissance de ces morts comme crimes politiques, contribuant ainsi à
l’oubli et à l’omission de ces violations dans les politiques de mémoire et de justice. Il en ressort
que reconnaître la résistance autochtone comme un acte politique est essentiel pour faire
progresser les processus de justice transitionnelle, de réparation et de garantie des droits des
peuples autochtones au Brésil. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Instituto de Ciências Humanas (ICH) | pt_BR |
| dc.description.unidade | Departamento de História (ICH HIS) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em História | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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