http://repositorio.unb.br/handle/10482/53978| Arquivo | Tamanho | Formato | |
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| DiegoAndresBarriosDiaz_TESE.pdf | 2,74 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
| Título: | Infância, pandemia e educação : vivências e espacialidades de crianças em meio à crise |
| Autor(es): | Díaz, Diego Andres Barrios |
| Orientador(es): | Fernandes, Maria Lídia Bueno |
| Assunto: | Infância Pandemia Covid-19 Teoria histórico-cultural Experiências vivenciais |
| Data de publicação: | 9-fev-2026 |
| Data de defesa: | 29-set-2025 |
| Referência: | DÍAZ, Diego Andres Barrios. Infância, pandemia e educação: vivências e espacialidades de crianças em meio à crise. 2025. 213 f., il. Tese (Doutorado em Educação) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. |
| Resumo: | Esta tese tem como objetivo geral analisar as vivências de crianças do Distrito Federal no contexto da pandemia do Covid-19, durante o período de confinamento imposto pelo vírus e no contexto de retomada das atividades escolares presenciais. O trabalho surge a partir da constatação de que as lacunas impostas pela conjuntura pandêmica representaram ameaças para as vidas de crianças em diferentes posições sociais, históricas e geográficas. Compreende-se que as crianças estabelecem relações originais com o espaço e articulam-se distintos enfoques teóricos que dão visibilidade à participação das crianças em pesquisas. O campo empírico foi realizado em duas escolas do Distrito Federal em territórios urbanos e rurais. A metodologia consistiu na elaboração de espaços de escuta e diálogo que permitiram a produção de representações espaciais que narram o que as crianças sentiram e viveram durante a pandemia. Os Mapas Vivenciais constituem o instrumento central para a produção da informação desta abordagem metodológica. As análises apontam que as crianças reinventaram suas práticas espaciais durante a pandemia como parte de um processo de reelaboração criadora do espaço, de suas dinâmicas e sentidos. A escola emerge em suas narrativas como centro da vida, espaço relacional de resistência da vida como cooperação e encontro. |
| Abstract: | This thesis aims to analyze the experiences of children in the Federal District in the context of the COVID-19 pandemic, during the period of social isolation imposed by the virus and in the context of the return to in-person school activities. The work arises from the recognition that the gaps imposed by the pandemic context posed threats to the lives of children in different social, historical, and geographical positions. It is understood that children establish original relationships with space. Different theoretical approaches are articulated to give visibility to children’s participation as subjects of knowledge. The empirical fieldwork was carried out in two different schools in the Federal District, located in urban and rural areas. The methodology consisted of creating listening-dialogue spaces that allowed for the production of spatial representations narrating what children felt and experienced during the pandemic. Experiential Maps constitute the central instrument for producing information in this methodological approach. The analyses indicate that children reinvented their spatial practices during the pandemic as part of a creative re-elaboration process of space, its dynamics, and meanings. |
| Resumen: | Esta tesis tiene como objetivo general analizar las vivencias de niñas y niños del Distrito Federal en el contexto de la pandemia de Covid-19, durante el período de aislamiento social impuesto por el virus y en el contexto de la reanudación de las actividades escolares presenciales. El trabajo surge a partir de la constatación de que las brechas impuestas por la coyuntura pandémica representaron amenazas para las vidas de niños y niñas en diferentes posiciones sociales, históricas y geográficas. Se entiende que las niñas y los niños establecen relaciones originales con el espacio y se articulan distintos enfoques teóricos que dan visibilidad a su participación como sujetos de conocimiento. El trabajo de campo empírico se llevó a cabo en dos escuelas del Distrito Federal, en territorios urbanos y rurales. La metodología consistió en la creación de espacios de escucha y diálogo que permitieron la producción de representaciones espaciales que narran lo que sintieron y vivieron los niños y niñas durante la pandemia. Los Mapas Vivenciales constituyen el instrumento central para la producción de información de este enfoque metodológico. Los análisis señalan que los niños y niñas reinventaron sus prácticas espaciales durante la pandemia como parte de un proceso de reelaboración creativa del espacio, de sus dinámicas y significados. La escuela emerge en sus narrativas como el centro de la vida relacional de los niños, un espacio de resistencia de la vida como cooperación. |
| Unidade Acadêmica: | Faculdade de Educação (FE) |
| Informações adicionais: | Tese (doutorado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, 2025. |
| Programa de pós-graduação: | Programa de Pós-Graduação em Educação |
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| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado |
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