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Título : Efeito de diferentes tipos de exercício físico resistido na reabilitação de Covid longa
Autor : Olinto, Markus Filardi Moura
Orientador(es):: Dutra, Maurílio Tiradentes
Assunto:: Reabilitação
Pós-covid
Composição corporal
Força muscular
Fecha de publicación : 2-feb-2026
Citación : OLINTO, Markus Filardi Moura. Efeito de diferentes tipos de exercício físico resistido na reabilitação de Covid longa. 2025. 42 f., il. Dissertação (Mestrado em Educação Física) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.
Resumen : Introdução: A pandemia de COVID-19, iniciada em 2019, afetou milhões de pessoas globalmente, e um número significativo continua a enfrentar sintomas persistentes, caracterizados como COVID Longa. Essa condição pode incluir fadiga, falta de ar, dores musculares e prejuízo na qualidade de vida. Estudos sugerem que o exercício físico pode ser uma estratégia eficaz para mitigar os impactos da COVID Longa, especialmente o treinamento de força combinado com exercícios aeróbicos. No entanto, ainda há uma lacuna na literatura sobre o uso de extensores elásticos como alternativa acessível para essa população. Dado o potencial dos extensores elásticos para melhorar força muscular e funcionalidade, este estudo investigou o efeito do treinamento resistido com extensores elásticos comparado com o treinamento tradicional sobre variáveis antropométricas, bioquímicas e funcionais, bem como sobre sintomas da COVID Longa, buscando entender seu impacto e possíveis abordagens para melhorar a qualidade de vida dos afetados. Métodos: O estudo é um ensaio clínico experimental de 12 semanas que avaliou os efeitos do treinamento com extensores elásticos em comparação ao treinamento tradicional em indivíduos com COVID Longa. A amostra incluiu oito participantes, distribuídos igualmente entre os dois grupos, todos fisicamente inativos por pelo menos seis meses e com sintomas persistentes da doença. As avaliações foram realizadas em diferentes momentos, com variáveis antropométricas, bioquímicas e funcionais analisadas ao longo da intervenção. O questionário DSQ-COVID foi utilizado para mensurar a intensidade e prevalência dos sintomas, e medidas como força de preensão manual, pressão arterial, capacidade funcional e espessura do bíceps foram registradas seguindo protocolos padronizados. Resultados: A análise estatística não encontrou diferenças significativas entre os grupos para variáveis como composição corporal, pressão arterial e testes funcionais, mas na principal variável de desfecho, o DSQ-COVID, a Anova demonstrou que existe efeito do tempo [F (2,12) = 13.60; p < 0.001), com um tamanho de efeito de η 2 = 0.694 (efeito grande), entretanto não foi observada diferença entre grupos. A melhora foi mais evidente até a sexta semana de intervenção, sugerindo uma estabilização posterior. Quando analisada como um todo, a amostra teve uma queda significativa (p = 0.006) no escore do DSQCOVID entre os momentos pré e pós-intervenção (Pré: 121.6 ± 323 UA; Pós: 671.8 ± 398.4 UA). Conclusões: O estudo demonstrou que tanto o treinamento resistido tradicional quanto o uso de extensores elásticos é igualmente eficaz na redução da quantidade e intensidade dos sintomas de COVID Longa ao longo de 12 semanas. Esses achados fortalecem a literatura sobre o papel do exercício resistido na reabilitação dessa condição. No entanto, sugere-se que futuras pesquisas envolvam amostras maiores, controle para efeitos do tempo e a investigação da relação entre a dose de exercício e a diminuição dos sintomas.
Abstract: Introduction: The COVID-19 pandemic, which began in 2019, has affected millions of people globally, and a significant number continue to experience persistent symptoms, characterized as Long COVID. This condition can include fatigue, shortness of breath, muscle pain and impaired quality of life. Studies suggest that physical exercise can be an effective strategy to mitigate the impacts of Long COVID, especially strength training combined with aerobic exercise. However, there is still a gap in the literature on the use of elastic stretchers as an accessible alternative for this population. Given the potential of elastic extensors to improve muscle strength and functionality, this study investigated the effect of resistance training with elastic extensors compared to traditional training on anthropometric, biochemical and functional variables, as well as on symptoms of Long COVID, seeking to understand their impact and possible approaches to improve the quality of life of those affected. Methods: The study is a 12-week experimental clinical trial that evaluated the effects of training with elastic extensors compared to traditional training in individuals with Long COVID. The sample included eight participants, equally distributed between the two groups, all physically inactive for at least six months and with persistent symptoms of the disease. Assessments were carried out at different times, with anthropometric, biochemical and functional variables analyzed throughout the intervention. The DSQ-COVID questionnaire was used to measure the intensity and prevalence of symptoms, and measurements such as handgrip strength, blood pressure, functional capacity and biceps thickness were recorded following standardized protocols. Results: Statistical analysis found no significant differences between the groups for variables such as body composition, blood pressure and functional tests, but to the main outcome variable, the DSQ-COVID, ANOVA showed that there is an effect of time [F (2,12) = 13.60; p < 0.001), with an effect size of η2 = 0.694 (large effect), however no difference was observed between groups. The improvement was more evident up to the sixth week of intervention, suggesting stabilization afterwards. When analyzed as a whole, the sample had a significant drop (p = 0.006) in the DSQ-COVID score between the pre- and post-intervention moments (Pre: 121.6 ± 323 AU; Post: 671.8 ± 398.4 AU). Conclusions: The study showed that both traditional resistance training and the use of elastic extensors are equally effective in reducing the amount and intensity of Long COVID symptoms over 12 weeks. These findings strengthen the literature on the role of resistance exercise in the rehabilitation of this condition. However, it is suggested that future research should involve larger samples, control for time effects and investigate the relationship between the dose of exercise and the reduction in symptoms.
metadata.dc.description.unidade: Faculdade de Educação Física (FEF)
Descripción : Dissertação (Mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Educação Física, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, 2025.
metadata.dc.description.ppg: Programa de Pós-Graduação em Educação Física
Licença:: A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.
Agência financiadora: Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP/DF).
Aparece en las colecciones: Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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