| Campo DC | Valor | Lengua/Idioma |
| dc.contributor.advisor | Vianna, Lauro Casqueiro | pt_BR |
| dc.contributor.author | Cunha, Giovanna Mendonça Ribeiro da | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-02-02T17:31:49Z | - |
| dc.date.available | 2026-02-02T17:31:49Z | - |
| dc.date.issued | 2026-02-02 | - |
| dc.date.submitted | 2025-12-01 | - |
| dc.identifier.citation | CUNHA, Giovanna Mendonça Ribeiro da. Função barorreflexa cardíaca e respostas pressóricas à ativação do mecanorreflexo muscular. 2025. 83 f., il. Dissertação (Mestrado em Educação Física) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/53848 | - |
| dc.description | Dissertação (Mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Educação Física, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Embora o alongamento muscular passivo tenha sido associado a um
potencial aumento do tônus vagal durante sua aplicação, seus efeitos agudos sobre
a sensibilidade barorreflexa cardíaca, bem como a existência de possíveis
diferenças sexuais nesta resposta, permanecem pouco elucidados. Diante dessa
lacuna, o presente estudo teve como objetivo caracterizar as respostas
cardiovasculares induzidas pela ativação do mecanorreflexo via alongamento
passivo do antebraço, examinando especificamente a regulação autonômica
cardíaca e suas eventuais variações em função do sexo. Para isso, foram
recrutados 24 voluntários saudáveis (13 homens; 23 ± 4 anos), submetidos ao
protocolo experimental. Após um período de repouso de 10 minutos em decúbito
dorsal com o punho mantido em posição neutra, os participantes foram submetidos
a duas condições experimentais randomizadas, realizadas em dias distintos: uma
condição controle e um protocolo de alongamento passivo do antebraço, composto
por cinco séries de 1 minuto intercaladas com 15 segundos de repouso. O registro
contínuo das variáveis cardiovasculares incluiu a frequência cardíaca batimento a
batimento (ECG), a pressão arterial (fotopletismografia) e a pressão arterial
braquial (esfigmomanômetro). A sensibilidade barorreflexa cardíaca foi quantificada
por meio do método das sequências espontâneas consecutivas de elevação (Up)
e queda (Down) da pressão arterial sistólica seguidas por alterações
correspondentes no intervalo RR. As mensurações foram realizadas em condição
basal e durante a aplicação do alongamento. O alongamento provocou um aumento
significativo na pressão arterial sistólica, com diferenças entre os sexos (masculino:
Δ13mmHg ± 8,8; feminino: Δ3mmHg ± 4,9; P=0,012) e pressão arterial média
(P>0,001). A sensibilidade barorreflexa cardíaca permaneceu inalterada durante o
alongamento para todos os índices: Up (P= 0,228), Down (P=0,169), All (P=0,152).
Nenhuma alteração significativa foi observada na condição controle (P>0,05). O
alongamento passivo do antebraço provoca uma resposta pressora significativa,
que é maior em homens, e mantém a atividade vagal cardíaca inalterada durante o
alongamento, sem diferenças entre os sexos. | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Função barorreflexa cardíaca e respostas pressóricas à ativação do mecanorreflexo muscular | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Reflexo pressor do exercício | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Sensibilidade barorreflexa cardíaca | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Diferenças sexuais | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | Although passive muscle stretching has been associated with a potential
increase in vagal tone during its application, its acute effects on cardiac baroreflex
sensitivity, as well as the existence of possible sex differences in this response,
remain poorly understood. Given this gap, the present study aimed to characterize
the cardiovascular responses induced by mechanoreflex activation via passive
forearm stretching, specifically examining cardiac autonomic regulation and its
possible variations as a function of sex. To this end, 24 healthy volunteers (13 men;
23 ± 4 years) were recruited and subjected to the experimental protocol. After a 10-
minute rest period in the supine position with the wrist maintained in a neutral
position, the participants were subjected to two randomized experimental
conditions, performed on different days: a control condition and a passive forearm
stretching protocol, consisting of five 1-minute sets interspersed with 15 seconds of
rest. Continuous monitoring of cardiovascular variables included beat-to-beat heart
rate (ECG), blood pressure (photoplethysmography), and brachial blood pressure
(automated sphygmomanometer). Cardiac baroreflex sensitivity was quantified
using the spontaneous sequence method, identifying consecutive sequences of Up
and Down of systolic blood pressure followed by corresponding changes in the RR
interval. Measurements were taken at baseline and during stretching in both
conditions. Passive stretching caused a significant increase in systolic blood
pressure, with a sex-specific difference (male: Δ13 mmHg ± 8,79; female: Δ3 mmHg
± 4,86; P= 0.012), in diastolic blood pressure (P>0.001), and mean arterial pressure
(P>0.001). Vagal regulation remained unchanged during stretching for all indices:
Up (P= 0.228), Down (P= 0.169), All (P= 0.152), with no differences for sex or
interaction. No significant changes were observed in the control trial (P>0.05).
Passive forearm stretching elicits a significant pressor response, which is greater in
men, and maintains cardiac vagal activity unchanged during stretching, with no
differences observed between sexes. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Faculdade de Educação Física (FEF) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Educação Física | pt_BR |
| Aparece en las colecciones: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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