| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Molina, Guilherme Eckhardt | pt_BR |
| dc.contributor.author | Guimarães, Freddy Enrique Ramos | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-02-02T17:31:49Z | - |
| dc.date.available | 2026-02-02T17:31:49Z | - |
| dc.date.issued | 2026-02-02 | - |
| dc.date.submitted | 2025-12-18 | - |
| dc.identifier.citation | GUIMARÃES, Freddy Enrique Ramos. Análise da responsividade cronotrópica e autonômica após o teste de esforço máximo em indivíduos com transtornos mentais comuns: um estudo multifatorial. 2025. 81 f. Tese (Doutorado em Educação Física) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/53847 | - |
| dc.description | Tese (Doutorado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Educação Física, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Introdução: Os Transtornos mentais comuns (TMC), como depressão e ansiedade, estão
associados a disfunções da função autonômica cardíaca e maior risco cardiovascular na
população. A aptidão cardiorrespiratória (ACR) tem efeito positivo na função autonômica
cardíaca e na responsividade cronotrópica e autonômica na recuperação pós-esforço.
Entretanto, ainda há escassez de estudos que verifiquem como a saúde mental, o sexo e a ACR
interagem para influenciar a responsividade cronotrópica e autonômica após teste de esforço
máximo em adultos jovens. Objetivo: Investigar a influência do estado de saúde mental, do
sexo e da ACR sobre a responsividade cronotrópica e autonômica nos dois primeiros minutos
após teste de esforço máximo em adultos jovens. Métodos: Estudo transversal com 51 adultos
jovens (30 mulheres), categorizados em TMC (n=27), idade 26(22,5 – 29,0) anos e IMC 24,2
(21,1 – 26,8) Kg/m2 ou controle (n=24), idade 27(22,0 – 32,3) anos e IMC 23,1 (21,7 – 25,5)
Kg/m2
; por diagnóstico clínico e questionário DASS-21 (sintomatologia). Os participantes
realizaram o teste de esforço cardiopulmonar máximo em protocolo de rampa, seguido de dois
minutos de recuperação ativa. Durante a recuperação foram analisadas a frequência cardíaca de
recuperação (FCR), o coeficiente de recuperação da frequência cardíaca (CRFC), os índices da
variabilidade da frequência cardíaca como, o rMSSD (marcador da atividade cardiovagal) e a
razão FC/BF (marcador da atividade simpática) no 1º e 2º minuto. A ACR foi obtida pelo
consumo de oxigênio no pico do esforço (VO2 pico) durante o teste cardiopulmonar. Modelos
lineares generalizados (GLM) avaliaram efeitos principais e interações entre grupo, sexo e
ACR, complementados por análises estratificadas por tercis de ACR. Resultados: A ACR foi
a principal determinante da responsividade (redução) cronotrópica (p ≤ 0,01). Houve interação
significativa entre o grupo e ACR no primeiro minuto (β = –0,83; p = 0,04), indicando menor
responsividade cronotrópica da ACR em indivíduos com TMC. A reatividade cardiovagal do
primeiro minuto de recuperação foi menor no grupo TMC (β = –1,22; p = 0,05), com tendência
estatística semelhante no segundo minuto de recuperação (β = –1,12; p = 0,06). As mulheres
com TMC mostraram dissociação entre ACR e a reativação cardiovagal ao longo da
recuperação. Os homens apresentaram maiores valores de atividade simpática no segundo
minuto comparativamente às mulheres (β = 1,42; p = 0,01). A estratificação indicou menor
responsividade cronotrópica no primeiro (β = -5,89; p = 0,02) e segundo minuto de recuperação
(β = -11,18; p < 0,01) em participantes com TMC no tercil inferior da ACR e maior
responsividade cronotrópica nos controles do tercil superior. Conclusão: Indivíduos com TMC
apresentam menor responsividade autonômica, evidenciada por reduzida reativação
cardiovagal. Além disso, parecem se beneficiar menos dos efeitos positivos da ACR quando
comparados ao controle. No segundo minuto de recuperação, a influência da ACR foi
semelhante entre os grupos, sugerindo preservação da fase tardia da recuperação. Em conjunto,
os achados indicam maior vulnerabilidade e reduzida responsividade da função autonômica
cardíaca entre mulheres com TMC. | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Análise da responsividade cronotrópica e autonômica após o teste de esforço máximo em indivíduos com transtornos mentais comuns : um estudo multifatorial | pt_BR |
| dc.type | Tese | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Frequência cardíaca de recuperação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Variabilidade da freqüência cardíaca | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Transtornos mentais comuns | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Aptidão cardiorrespiratória | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Modulação autonômica | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Fisiologia do exercício | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | Introduction: Common mental disorders (CMD), such as depression and anxiety, are
associated with dysfunctions of cardiac autonomic function and higher cardiovascular risk in
the population. Cardiorespiratory fitness (CRF) has a positive effect on cardiac autonomic
function and chronotropic and autonomic responsiveness in post-effort recovery. However,
there is still a paucity of studies that verify how mental health, sex, and CRF interact to influence
chronotropic and autonomic responsiveness after maximal exercise testing in young adults.
Objective: To investigate the influence of mental health status, sex, and CRF on chronotropic
and autonomic responsiveness in the first two minutes after maximal exercise testing in young
adults. Methods: Cross-sectional study with 51 young adults (30 women), categorized as CMD
(n=27), age 26 (22.5 – 29.0) years and BMI 24.2 (21.1 – 26.8) Kg/m2 or control (n=24), age 27
(22.0 – 32.3) years and BMI 23.1 (21.7 – 25.5) Kg/m2 by clinical diagnosis and DASS-21
questionnaire (symptomatology). Participants performed maximal cardiopulmonary exercise
testing in a ramp protocol, followed by two minutes of active recovery. During recovery, the
heart rate recovery (HRR), the heart rate recovery coefficient (CHRR), the heart rate variability
indices such as the rMSSD (marker of cardiovagal activity) and the HR/LF ratio (marker of
sympathetic activity) were analyzed in the 1st and 2nd minutes. CRF was obtained by oxygen
consumption at peak exertion (VO2 peak) during cardiopulmonary testing. Generalized linear
models (GLM) evaluated main effects and interactions between group, sex, and CRF,
complemented by analyses stratified by tertiles of CRF. Results: CRF was the main
determinant of chronotropic responsiveness (reduction) (p ≤ 0.01). There was a significant
interaction between group and CRF in the first minute (β = –0.83; p = 0.04), indicating lower
chronotropic responsiveness of CRF in individuals with CMD. Cardiovagal reactivity in the
first minute of recovery was lower in the CMD group (β = –1.22; p = 0.05), with a similar trend
in the second minute (β = –1.12; p = 0.06). Women with CMD showed dissociation between
CRF and cardiovagal reactivation throughout recovery. Men had higher values of sympathetic
activity in the second minute compared to women (β = 1.42; p = 0.01). Stratification indicated
lower chronotropic responsiveness in the first (β = -5.89; p = 0.02) and second minutes of
recovery (β = -11.18; p < 0.01) in participants with CMD in the lower tertile of the CRF and
greater responses in the upper tertile controls. Conclusion: Individuals with CMD have lower
autonomic responsiveness, evidenced by reduced cardiovagal reactivation. In addition, they
seem to benefit less from the positive effects of ACR when compared to control. In the second
minute of recovery, the influence of CRF was similar between the groups, suggesting
preservation of the late phase of recovery. Taken together, the findings indicate greater
vulnerability, reduced responsiveness of cardiac autonomic function among women with
CMD. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Faculdade de Educação Física (FEF) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Educação Física | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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