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LaylsonDaSilvaSampaio_DISSERT.pdf1,27 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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dc.contributor.advisorPereira, Elaine Cristina Leitept_BR
dc.contributor.authorSampaio, Laylson da Silvapt_BR
dc.date.accessioned2026-01-14T20:36:09Z-
dc.date.available2026-01-14T20:36:09Z-
dc.date.issued2026-01-08-
dc.date.submitted2025-07-30-
dc.identifier.citationSAMPAIO, Laylson da Silva. Confiabilidade intra e inter-examinador, concordância e mínima mudança detectável na avaliação de força isométrica máxima dos músculos extensores, abdutores e rotadores internos do quadril em indivíduos saudáveis com um novo dinamômetro portatil. 2025. 72 f., il. Dissertação (Mestrado em Ciências da Reabilitação) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/53658-
dc.descriptionDissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Ceilândia, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação, 2025.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: A força muscular é determinante para o desempenho físico e funcional, e requer avaliação objetiva e confiável para orientar intervenções clínicas. Apesar de métodos como a dinamometria isocinética serem considerados padrão-ouro, seu alto custo e complexidade limitam o uso clínico, abrindo espaço para os dinamômetros portáteis. Diante disso, este estudo teve como objetivo analisar a confiabilidade intra e interexaminador na avaliação da força isométrica máxima dos músculos extensores, abdutores e rotadores internos do quadril no sexo masculino e feminino, usando um novo dinamômetro portátil. Materiais e métodos: Foram avaliados n=59 voluntários jovens, com idade entre 18-30 anos de ambos os sexos. Os testes seguiram protocolos padronizados com randomização de movimentos e dois momentos distintos de coleta (teste-reteste) realizados por dois avaliadores. A força foi medida no membro inferior dominante, em quilograma-força (kgf) para os três movimentos articulares, com estatística baseada no Coeficiente de Correlação Intraclasse (CCI). Resultados: A amostra foi composta possuiu idade média de 22,08 (±1,8) anos, no sexo masculino n=31 (52,5%) e sexo feminino n=28 (47,5%) e membro inferior direito dominante em n=54 (91,5%) dos participantes. Os resultados mostraram confiabilidade geral de boa a excelente para a maioria das medidas, sobretudo para extensão e rotação interna do quadril. Entre os indivíduos do sexo masculino o CCI intra-examinador variou de 0,79 (IC95%: 0,57-0,9 para extensão), 0,91 (IC95%: 0,83- 0,96 para abdução) e 0,88 (IC95%:0,75-0,9 para rotação interna). A confiabilidade interexaminador variou de 0,75 (IC 95% de 0,49 a 0,88 para extensão) 0,85 (IC 95% 0,69 a 0,93) para abdução e rotação interna CCI de 0,93 (IC 95% 0,86-0,96). Para o sexo feminino a confiabilidade para extensão e rotação interna teve variação entre boa a excelente com CCI de 0,89 (IC95%: 0,78–0,95) e 0,91 (IC95%: 0,80–0,95) respectivamente, mas a abdução mostrou resultados discrepantes, com baixa confiabilidade intra-examinador e CCI de 0,30 (IC95% -0,04-0,91), variação de torque e dificuldades de estabilização durante o movimento. Os dados interexaminador foram: CCI 0,91 (IC 95% de 0,81 a 0,96) para extensão, 0,94 (IC 95% 0,87 a 0,97) para rotação interna e 0,95 (IC 95% 0,89 a 0,93) para abdução de quadril. Conclusões: Os dados demonstraram que o dinamômetro portátil avaliado apresentou confiabilidade de boa a excelente intra e interexaminador para a extensão, abdução e rotação interna do quadril no sexo masculino, já para o sexo feminino a confiabilidade se manteve nos padrões de movimento e CCI também variando de bom a excelente, exceto para avaliação intra-examinador na abdução de quadril que teve baixa confiabilidade. Ainda que haja limitações para avaliação de abdução no sexo feminino, o instrumento se mostra confiável para uso clínico.pt_BR
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP/DF).pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleConfiabilidade intra e inter-examinador, concordância e mínima mudança detectável na avaliação de força isométrica máxima dos músculos extensores, abdutores e rotadores internos do quadril em indivíduos saudáveis com um novo dinamômetro portatilpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordConfiabilidadept_BR
dc.subject.keywordDinamômetropt_BR
dc.subject.keywordTestespt_BR
dc.subject.keywordForça muscularpt_BR
dc.subject.keywordCoeficiente de correlação intraclassept_BR
dc.subject.keywordMudança mínima detectávelpt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.contributor.advisorcoMartins, Wagner Rodriguespt_BR
dc.description.abstract1Introduction: Muscle strength is a key determinant of physical and functional performance and requires objective and reliable assessment to guide clinical interventions. Although methods such as isokinetic dynamometry are considered the gold standard, their high cost and complexity limit clinical use, creating space for handheld dynamometers. Therefore, this study aimed to analyze intra- and inter-rater reliability in the assessment of maximal isometric strength of the hip extensors, abductors, and internal rotators in males and females using a new portable dynamometer. Materials and Methods: A total of n = 59 young volunteers, aged 18– 30 years, of both sexes were evaluated. The tests followed standardized protocols with randomized movements and two separate data collection sessions (test-retest) performed by two raters. Strength was measured in the dominant lower limb, expressed in kilogram-force (kgf) for the three joint movements, and statistical analysis was based on the Intraclass Correlation Coefficient (ICC). Results: The sample had a mean age of 22.08 (±1.8) years, with males n = 31 (52.5%) and females n = 28 (47.5%). The right lower limb was dominant in n = 54 (91.5%) participants. Overall reliability ranged from good to excellent for most measures, particularly for hip extension and internal rotation. Among males, intra-rater ICC values ranged from 0.79 (95% CI: 0.57–0.90 for extension), 0.91 (95% CI: 0.83–0.96 for abduction), and 0.88 (95% CI: 0.75–0.90 for internal rotation). Inter-rater reliability ranged from 0.75 (95% CI: 0.49–0.88 for extension), 0.85 (95% CI: 0.69–0.93 for abduction), and 0.93 (95% CI: 0.86–0.96 for internal rotation). Among females, reliability for extension and internal rotation ranged from good to excellent, with ICC values of 0.89 (95% CI: 0.78– 0.95) and 0.91 (95% CI: 0.80–0.95), respectively. However, abduction showed inconsistent results, with low intra-rater reliability (ICC 0.30; 95% CI: –0.04–0.91), torque variability, and difficulties in stabilization during the movement. Inter-rater data showed ICC values of 0.91 (95% CI: 0.81–0.96) for extension, 0.94 (95% CI: 0.87– 0.97) for internal rotation, and 0.95 (95% CI: 0.89–0.93) for hip abduction. Conclusions: The findings demonstrated that the evaluated handheld dynamometer showed good to excellent intra- and inter-rater reliability for hip extension, abduction, and internal rotation in males. In females, reliability also ranged from good to excellent across most movements, except for intra-rater assessment of hip abduction, which showed low reliability. Despite limitations in assessing abduction in females, the instrument appears to be reliable for clinical use.pt_BR
dc.description.unidadeFaculdade de Ciências e Tecnologias em Saúde (FCTS) – Campus UnB Ceilândiapt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitaçãopt_BR
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