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dc.contributor.advisorBensusan, Hilan-
dc.contributor.authorPacheco, Gabriel Araújo-
dc.date.accessioned2025-12-02T13:59:16Z-
dc.date.available2025-12-02T13:59:16Z-
dc.date.issued2025-12-02-
dc.date.submitted2025-03-10-
dc.identifier.citationPACHECO, Gabriel Araújo. Há um ritmo esquizo na floresta: a economia da abundância e as alteridades amazônicas. 2025. 116 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/53322-
dc.descriptionDissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de Filosofia, Programa de Pós-Graduação em Filosofia, 2025.pt_BR
dc.description.abstractA presente dissertação versa sobre a temática das alteridades ameríndias, partindo de uma crítica ao Sujeito Moderno e ao Capital, categorias e conceitos importantes e centrais na constituição da filosofia moderna e do pensamento em geral. O texto inicia-se com um prelúdio alusivo às alteridades das quais se deseja aproximar na escrita do trabalho. O primeiro capítulo trata de uma aproximação a esses dois conceitos, a partir de Descartes e desde a análise feita por Gilles Deleuze e Félix Guattari em O anti-Édipo, obra basilar neste trabalho, na qual é tratada a questão do capital e do Estado. No segundo capítulo, após explanação a respeito da filosofia moderna e crítica a tais conceitos, empreende-se uma descrição e aproximação às filosofias ameríndias, dos povos da floresta, sendo tratadas as temáticas a partir do pensamento de Eduardo Viveiros de Castro e Marco Antônio Valentim em sua consonância e diálogo com o pensamento do xamã yanomami Davi Kopenawa. Por fim, no último capítulo, é tratado o tema das consequências práticas dos paradigmas modernos, dando um enfoque à crise climática e à catástrofe, a partir do pensamento de Valentim e Kopenawa, e traçando uma possibilidade de pensamento alternativo e aberto, contra a hegemonia do pensamento filosófico da modernidade europeia, a partir da possível compreensão e ideia de que há um ritmo esquizo na floresta, ideia desenvolvida a partir do diálogo entre as alteridades ameríndias e as ideias de O anti-Édipo.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleHá um ritmo esquizo na floresta : a economia da abundância e as alteridades amazônicaspt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordAlteridadept_BR
dc.subject.keywordCapital (Filosofia)pt_BR
dc.subject.keywordCrise climáticapt_BR
dc.subject.keywordFilosofia modernapt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.contributor.advisorcoBiset, Emmanuel-
dc.description.abstract1This dissertation deals with the theme of Amerindian alterities, starting from a critique of the Modern Subject and Capital, important and central categories and concepts in the constitution of modern philosophy and thought in general. The text begins with a prelude alluding to the alterities that we want to approach when writing this work. The first chapter deals with an approach to these two concepts, starting with Descartes and also from the analysis made by Gilles Deleuze and Félix Guattari in The anti-Oedipus, a basic work, which deals with the issue of capital and the State. In the second chapter, after an explanation of modern philosophy and a critique of these concepts, a description and approach to Amerindian philosophies, of the peoples of the forest, is undertaken. The themes are dealt with from the point of view of Eduardo Viveiros de Castro and Marco Antônio Valentim, in their consonance and dialog with the thought of the Yanomami shaman Davi Kopenawa. Finally, the last chapter deals with the practical consequences of modern paradigms, focusing on the climate crisis and catastrophe, based on the thinking of Valentim and Kopenawa, and outlining the possibility of alternative and open thinking, against the hegemony of the philosophical thinking of European modernity, based on the possible understanding and idea that there is a schizoid rhythm in the forest, an idea developed from the dialogue between Amerindian alterities and the ideas of The AntiOedipus.pt_BR
dc.description.unidadeInstituto de Ciências Humanas (ICH)pt_BR
dc.description.unidadeDepartamento de Filosofia (ICH FIL)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Filosofiapt_BR
Aparece nas coleções:Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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