| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Garcia, Fernanda Cristina Pimentel | pt_BR |
| dc.contributor.author | Silva, Uriel Paulo Coelho | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2025-11-25T20:01:29Z | - |
| dc.date.available | 2025-11-25T20:01:29Z | - |
| dc.date.issued | 2025-11-25 | - |
| dc.date.submitted | 2025-08-29 | - |
| dc.identifier.citation | SILVA, Uriel Paulo Coelho. Estratégias de reparo para cerâmicas de dissilicato de Lítio: uma revisão de escopo e avaliação in vitro. 2025. 123 f., il. Tese (Doutorado em Odontologia) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/53283 | - |
| dc.description | Tese (doutorado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em em Odontologia, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Objetivos: Este trabalho teve como objetivos integrar as evidências existentes
sobre técnicas e materiais para reparo da cerâmica de dissilicato de lítio e
investigar experimentalmente fatores que influenciam a resistência de união do
reparo, incluindo contaminação salivar, termociclagem, concentração e tempo
de aplicação do ácido fluorídrico (HF).
Materiais e Métodos: Foi realizada uma revisão de escopo registrada na
plataforma Open Science Framework (DOI: 10.17605/OSF.IO/7KTG6),
seguindo as diretrizes PRISMA-ScR. Buscas foram conduzidas nas bases
Cochrane, PubMed, EMBASE, LILACS, Scopus, Web of Science, Medline/BVS
e literatura cinzenta até janeiro de 2025, sem restrição de tempo ou idioma,
incluindo estudos in vitro comparando tratamentos de superfície e materiais
para reparo de cerâmicas de dissilicato. No estudo in vitro, 80 blocos de
cerâmica IPS E-max CAD® foram seccionados em 3 pastilhas (10×10×4 mm),
lixados, cristalizados e incluídos em resina acrílica. As amostras foram
distribuídas em 32 grupos experimentais (n=20) de acordo com os fatores
avaliados: termociclagem prévia (5.000 ciclos térmicos 5–55 °C), contaminação
salivar, concentração de HF (5% ou 10%), tempo de aplicação do HF (20 ou 60
s) e termociclagem pós-reparo (5.000 ciclos). Após tratamento da superfície da
cerâmica com HF + silano + adesivo, foram confeccionados cilindros de resina
composta e a interface adesiva foi avaliada pelo teste de microcisalhamento;
os padrões de falha foram classificados como adesiva, coesiva ou mista.
Análises estatísticas incluíram ANOVA, regressão linear múltipla, Qui-quadrado
e teste de Fisher (p<0,05).
Resultados: De acordo com a revisão de escopo que incluiu 27 estudos, o uso
do ácido fluorídrico + silano + adesivo e resina composta como o protocolo
mais empregado para realização do reparo. Observou-se diminuição da
resistência de união a longo prazo, independentemente do protocolo utilizado.
No estudo experimental, a contaminação salivar, a termociclagem pós-reparo e
a aplicação do HF por 20 seg comprometeram significativamente a resistência
de união, enquanto a termociclagem prévia e concentração do HF não
apresentaram efeito isolado significativo. Predominaram falhas adesivas
(65,6%), com associação significativa entre a contaminação por saliva e o tipo
de falha adesiva (94%).
Conclusões: O reparo da cerâmica de dissilicato de lítio tem como protocolo
mais empregado o uso do ácido fluorídrico + silano + adesivo e resina
composta A resistência de união dessa interface é diretamente influenciada
por fatores como contaminação salivar e termociclagem pós-reparo, o que
reforça a necessidade de protocolos padronizados e do controle rigoroso
dessas condições para a durabilidade do reparo. | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Estratégias de reparo para cerâmicas de Dissilicato de Lítio : uma revisão de escopo e avaliação in vitro | pt_BR |
| dc.type | Tese | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Cerâmica odontológica | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Porcelana dentária | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Cimentos dentários | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Restauração (Odontologia) | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Adesão dentária | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.contributor.advisorco | Tabata, Lucas Fernando | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | Objectives: This study aimed to integrate existing evidence on techniques and
materials for repairing lithium disilicate ceramics and to experimentally
investigate factors influencing the bond strength of the repair, including salivary
contamination, thermocycling, hydrofluoric acid (HF) concentration, and HF
application time.
Materials and Methods: In chapter two, a scoping review was conducted and
registered on the Open Science Framework (DOI: 10.17605/OSF.IO/7KTG6),
following PRISMA-ScR guidelines. Searches were performed in Cochrane,
PubMed, EMBASE, LILACS, Scopus, Web of Science, Medline/BVS, and the
gray literature up to January 2025, without restrictions on time or language,
including in vitro studies comparing surface treatments and materials for
repairing lithium disilicate ceramics. In chapter three, 80 IPS E-max CAD®
ceramic blocks were sectioned into three specimens (10×10×4 mm), ground,
crystallized, and embedded in acrylic resin. Samples were distributed into 32
experimental groups (n=20) according to the evaluated factors: prior
thermocycling (5,000 cycles, 5–55 °C), salivary contamination, HF concentration
(5% or 10%), HF application time (20 or 60 s), and post-repair thermocycling
(5,000 cycles). After ceramic surface treatment with HF + silane + adhesive,
composite resin cylinders were fabricated, and the adhesive interface was
evaluated using a microshear bond test; failure modes were classified as
adhesive, cohesive, or mixed. Statistical analyses included ANOVA, multiple
linear regression, Chi-square, and Fisher’s exact test (p<0.05).
Results: According to the scoping review, which included 27 studies, the most
commonly used repair protocol was HF + silane + adhesive and composite
resin. Long-term bond strength was reduced regardless of the protocol used. In
the experimental study, salivary contamination (reduction of 11.9 MPa), postrepair thermocycling (reduction of 8.76 MPa), and HF application for 20 s
(reduction of 1.57 MPa) significantly compromised bond strength, whereas prior
thermocycling and HF concentration had no significant isolated effect. Adhesive
failures predominated (65.6%), with a significant association between salivary
contamination and adhesive failure type (94%).
Conclusions: The most commonly used protocol for repairing lithium disilicate
ceramic is HF + silane + adhesive and composite resin. The bond strength of
this interface is directly influenced by factors such as substrate aging, salivary
contamination, and post-repair thermocycling, highlighting the need for
standardized protocols and strict control of these conditions to ensure repair
longevity. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Faculdade de Ciências da Saúde (FS) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Odontologia | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
|