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HioleneDeJesusMoraesOliveiraChamploni_TESE.pdf1,82 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorPereira, Danglei de Castropt_BR
dc.contributor.authorChamploni, Hiolene de Jesus Moraes Oliveirapt_BR
dc.date.accessioned2025-03-14T19:38:39Z-
dc.date.available2025-03-14T19:38:39Z-
dc.date.issued2025-03-14-
dc.date.submitted2024-08-20-
dc.identifier.citationCHAMPLONI, Hiolene de Jesus Moraes Oliveira. IMAGINÁRIO INFANTIL, VIOLÊNCIA E INOCÊNCIA NO MÉXICO FICCIONAL DE FESTA NO COVIL, DE JUAN PABLO VILLALOBOS. 2024. 154 f. Tese (Doutorado em Literatura) — Universidade de Brasília, Brasília, 2024.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/51897-
dc.description.abstractA presente tese busca investigar o livro Festa no Covil (2012) de autoria do mexicano Juan Pablo Villalobos, um romance que se adequa à realidade atual que, ao utilizar a voz e o pensamento do narrador infantil Tochtli, promove uma reflexão em torno de situações do México e da América Latina como um todo. Nesse sentido, a pesquisa abarca a análise de situações que permeiam a obra como as duas faces de uma mesma moeda: de um lado, a inocência e a pureza infantil da personagem e, de outro, a violência observada na dinâmica do cotidiano do narrador. O imaginário infantil exacerbado pela precocidade do narrador promove uma riqueza na linguagem deste que não se furta de adentrar o lúdico para criar os seus próprios jogos de sobrevivência no ambiente hostil no qual se desenvolve, ambiente esse criado pelo pai para a sua formação como futuro chefe de bando, em que a masculinidade é posta em relevo como um dos elementos fundamentais para esse fim. O México está representado na música, na culinária, no cinema que invoca a civilização dos astecas na nomenclatura das personagens, além das questões políticas e suas idiossincrasias. O aporte teórico alicerça-se em textos de Johan Wunenburger e Gilbert Durand, para tratar do imaginário; Philippe Malrieu e Philippe Ariès para tratar da violência, integrando-se à essa investigação a leitura da fortuna crítica do autor. A partir da análise do imaginário infantil, busca-se demonstrar que, em Festa no Covil (2012), a inocência e a violência são faces da mesma moeda, apesar da camuflagem arquitetada pela linguagem.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleImaginário infantil, violência e inocência no méxico ficcional de festa no covil, de Juan Pablo Villalobospt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.subject.keywordLiteratura mexicanapt_BR
dc.subject.keywordImaginação - infânciapt_BR
dc.subject.keywordViolênciapt_BR
dc.subject.keywordVilla-lobos, Juan-Pablopt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract2Esta tesis busca investigar el libro Fiesta en la Madriguera (2012) del autor mexicano Juan Pablo Villalobos, novela que se adecua a la realidad actual y que, a través de la voz y el pensamiento del niño narrador Tochtli, promueve una reflexión sobre situaciones de México y América Latina en su conjunto. En este sentido, la investigación abarca el análisis de situaciones que permean la obra como dos caras de una misma moneda: por un lado, la inocencia y pureza infantil del personaje y, por otro, la violencia observada en la dinámica de la vida cotidiana del narrador. La imaginería infantil exacerbada por la precocidad del narrador propicia una riqueza en su lenguaje que no rehúye ahondar en lo lúdico para crear sus propios juegos de supervivencia en el entorno hostil en el que se desarrolla, un entorno creado por su padre para su entrenamiento como futuro líder pandillero, en el que se enfatiza la masculinidad como uno de los elementos fundamentales para tal fin. México está representado en la música, la gastronomía, el cine que invoca la civilización de los aztecas, los nombres de los personajes, así como los temas políticos y su idiosincrasia. El marco teórico se basa en textos de Johan Wunenburger y Gilbert Durand, para tratar el imaginario; Philippe Malrieu y Philippe Ariès para tratar la violencia, y la fortuna crítica del autor. Mediante el análisis del imaginario infantil, se pretende demostrar que en Fiesta en la Madriguera (2012), inocencia y violencia son caras de una misma moneda, a pesar del camuflaje que proporciona el lenguaje.pt_BR
dc.description.unidadeInstituto de Letras (IL)pt_BR
dc.description.unidadeDepartamento de Teoria Literária e Literaturas (IL TEL)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Literaturapt_BR
Aparece en las colecciones: Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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