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dc.contributor.advisorBarroso Filho, Wilton-
dc.contributor.authorSantos, Lindka Mariana de Souza-
dc.date.accessioned2018-03-01T19:00:34Z-
dc.date.available2018-03-01T19:00:34Z-
dc.date.issued2018-03-01-
dc.date.submitted2017-03-23-
dc.identifier.citationSANTOS, Lindka Mariana de Souza. O belo como um encontro múltiplo: Kundera e Diderot: fatalismos e leveza. 2017. 140 f. Dissertação (Mestrado em Literatura)—Universidade de Brasília, Brasília, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/31328-
dc.descriptionDissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Letras, Departamento de Teoria Literária e Literaturas, Programa de Pós-Graduação em Literatura, 2017.pt_BR
dc.description.abstractO presente trabalho acontece de um encontro de leitura, entre minhas leituras dos romances de Milan Kundera e de Denis Diderot – mais especificamente, a leitura do romance de Diderot, Jacques, o fatalista e seu amo e a peça teatral criada por Kundera como sendo uma homenagem a Diderot, intitulada Jacques e seu amo – estas obras comporão o corpus de nossa análise. Esta dissertação se propõe a perceber e a pensar os conceitos de Fatalismo e de Leveza de um modo próximo ao que Milan Kundera (2006, p. 107) considerou como sendo o trabalho de um romancista, o trabalho de perceber que “sem cessar, os conceitos estéticos se transformam em indagações” e que um romance, frequentemente, “não é senão uma longa perseguição de algumas definições fugidias”. Dito de outro modo, dedicar-se-á, aqui, a pensar um conceito enquanto definições fugidias, é dizer, pensá-lo em sua dimensão estética e em seu potencial intuitivo – um conceito como sendo um modo de vida e de pensamento. Para tanto, propomos uma análise estética a partir da personagem Ludvik (La plaisanterie, 1967) e dos fatalistas de Milan Kundera (1981) e de Denis Diderot (1976). Tais personagens, pelo modo como são compostas e apresentadas esteticamente pelos autores, permitem-nos pensar as implicações existenciais de determinados modos de vida que se expressam sob a forma de fatalismos de uma época, ao mesmo tempo em marcam outros modos de vida e de subjetivação possíveis, mais leves.pt_BR
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).pt_BR
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleO belo como um encontro múltiplo : Kundera e Diderot : fatalismos e levezapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordRomance - gênero literáriopt_BR
dc.subject.keywordLiteratura francesapt_BR
dc.subject.keywordLiteratura - estéticapt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1The present work happens from a reading meeting, between my readings of the Milan Kundera and Denis Diderot novels – more specifically, reading the novel by Diderot, Jacques, the fatalist and his master and play created by Kundera as an honor to Diderot, entitled Jacques and his master – these works make up the corpus of our analysis. This dissertation aims to understand and think about the concepts of Fatalism and Lightness in a way close to Milan Kundera (2006, p. 107) considered as being the work of a novelist, the work of realizing that "without ceasing, the aesthetic concepts are transformed into inquiries"1 and a novel often "is but a long pursuit of some fugitive definitions"2. In other words, dedicate, here, thinking a concept while fugitive definitions, is say, think about it in your aesthetic dimension and your intuitive potential – a concept as a way of life and thought. Therefore, we propose an analysis from the aesthetic character Ludvik (La plaisanterie, 1967) and the fatalists of Milan Kundera (1981) and Denis Diderot (1976). Such characters, by the way they are composed and presented aesthetically by the authors, allow us to think the existential implications of certain ways of life that are expressed in the form of fatalisms of an epoch, at the same time they mark other possible ways of life and subjectivation, lighter.pt_BR
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