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Título: Rumo ao etnodesenvolvimento krahô : o papel do indigenismo e do BNDES
Autor(es): Andrade, Valéria Medeiros
Orientador(es): Leonardos, Othon Henry
Assunto: Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Brasil)
Índios da América do Sul - Brasil - cultura
Desenvolvimento sustentável
Conservação da natureza
Etnologia
Antropologia
Data de publicação: 1-Jul-2010
Referência: ANDRADE, Valéria. Medeiros. Rumo ao etnodesenvolvimento krahô: o papel do indigenismo e do BNDES. 2006. 296 f. Tese (Doutorado em Desenvolvimento Sustentável)-Universidade de Brasília, Brasília, 2006.
Resumo: O Povo Indígena Krahô, já foi considerado uma etnia sem esperança pela Funai, mas desde de 1993 eles se organizaram em uma Associação chamada Kàpey, que a maior associação desta etnia, e com ela estão conseguindo gerir a natureza da Terra Indígena Krahô e a sua cultura. Por meio do trabalho do indigenista Fernando Schiavini os krahô têm conseguido parcerias com instituições Governamentais que proporcionam o financiamento de projetos para consolidar o desenvolvimento sustentável que essa etnia vem planejando ao longo dos 16 anos da Kàpey. Apesar da intensa participação destes índios, sua autodeterminação e gestão ambiental, os desafios são muitos. Esta tese conta como um dos maiores bancos brasileiros do Brasil, o BNDES, veio a fazer uma parceria com os krahô, como as sementes de milho tradicional foram importantes para visibilidade destes índios e como eles lidam com a nova realidade que é a construção da Kàpey no cerne da terra indígena. Sementes de milho tradicional que estavam nas câmaras geladas da Embrapa foram as propulsoras das edificações que hoje fazem os krahô delinearem suas políticas internas e seus ritos. O espaço edificado na Kàpey ajuda os krahô e se posicionarem polifonicamente contra o neocolonialismo, a devastação ambiental do entorno de suas terras, e ainda, os fazem aprender a manejar sustentávelmente a natureza para que não sejam dizimados pela fome e pela ausência de água. Essa nova maneira de se posicionarem no cenário político do meio ambiente e do indigenismo é fruto de um trabalho de quase 30 anos do indigenista Fernando Schiavini que sempre cultivou uma relação de alteridade que tinha como linha condutora a preservação do ethos, do oicos e da epistemologia krahô. Por isso este estudo confere visibilidade ao Plano de Desenvolvimento Sustentável Krahô e como eles estão lidando e gerenciando as metas traçadas, que tipos de modificações estão acontecendo e quais os obstáculos e conflitos se apresentam. A etnia krahô tem alcançado sucesso e tem se destacado pela inserção de técnicas de manejo sustentável, resgate cultural e investimento em infra-estrutura, enfim, um processo de etnodesenvolvimento se consolida e é exemplo que deveria se multiplicar pelo Brasil. _________________________________________________________________________________ ABSTRACT
The Indigenous People Krahô, already an etnia was considered without hope by Funai, but from of 1993 they were organized in a called Association Kàpey, that the largest association ofthis etnia, and with her they are getting to manage the nature ofthe Indigenous Land Krahô and its culture. Through indigenist Fernando Schiavini's work the Krahô have been getting partnerships with Government institutions that you/they provide the financing of projects to consolidate the maintainable development that that etnia is drifting along the 16 years of Kàpey. In spite of the intense participation of these Indian ones, its solemnity-determination and environmental administration, the challenges are many. This theory counts as one of the largest Brazilian banks of Brazil, BNDES, carne to do a partnership with the Krahô, as the seeds of traditional corn they were important for visibility of these Indian ones and like them they work with the new reality that is the construction of Kàpey in the duramen of the indigenous earth. Seeds of traditional corn that they were in the cold cameras of Embrapa ingne the constructions that today do the Krahô delineate their internal politics and their rites. The space built in Kàpey helps the Krahô and if they position against the neocolonialism, the environmental devastation of the I spill of their lands, and still, they make to learn them to handle sustentability of the nature so that they are not decimated by the hunger and for the absence of water. That new way of if they position in the political scenery of the environment and of the indigenism it is fruit of a work of a1most 30 years of the indigenist Fernando Schiavini that always cultivated an relationship that had as conductive line the preservation of the ethos, of the oicos and ofthe epistemology Krahô. Therefore this study checks visibility to the Plan of Maintainable Development Krahô and 1ike them they are working and managing the drawn goals, that types of modifications are happening and which the obstacles and conflicts come. The etnia Krahô has been reaching success and he/she has if outstanding for the insert of techniques of maintainable handling, rescue cultural and investment in infrastructure, finally, an etnodesenvolvimento process consolidates and it is example that would owe if it multiplies for Brazil.
Informações adicionais: Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Centro de Desenvolvimento Sustentável, 2006.
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Aparece nas coleções:CDS - Doutorado em Desenvolvimento Sustentável (Teses)

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