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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.unb.br/handle/10482/5740
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Title: O policial militar em tempos de mudança : ethos, conflitos e solidariedades na Polícia Militar do Estado de São Paulo
Authors: Graeff, Beatriz Porfírio
Orientador(es):: Teixeira, Carla Costa
Assunto:: Polícia - São Paulo (Estado)
Papel social
Conflito social
Issue Date: 2006
Citation: GRAEFF, Beatriz Porfírio. O policial militar em tempos de mudança: ethos, conflitos e solidariedades na Polícia Militar do Estado de São Paulo. 2006. 250 f. Dissertação (Mestrado em Antropologia)-Universidade de Brasília, Brasília, 2006.
Abstract: Dialogando com uma percepção relativamente generalizada de que as instituições policiais precisam mudar, mas são resistentes a mudanças, este trabalho enquadra a Polícia Militar do Estado de São Paulo em um processo de transição, no qual sua função e sua atuação têm sido não apenas questionadas e discutidas, mas alteradas por uma série de iniciativas que a insere no fluxo de um movimento social e político mais amplo. Em um exercício comparativo entre o passado e o presente, as representações dos policiais militares revelam os marcos e as marcas da passagem do tempo para a corporação e para as atividades de policiamento. Para analisar todos os significados dessas representações, discuto as práticas e interações que conformam as vivências cotidianas dos policiais militares, onde podemos encontrar os elementos de permanência a partir dos quais eles constroem uma percepção de mudança. Assim, o que proponho tomarmos como tempos de mudança marca a inserção da corporação em uma realidade que excede as práticas e os valores construídos, transmitidos e reforçados no cotidiano de trabalho. Por sua vez, tudo aquilo que é conforme, que é ordinário, que é "como deveria ser", pode ser inserido em uma temporalidade de permanência. Remetendo diretamente aos processos de reprodução do grupo, é na temporalidade da permanência que se dá a interpretação, a rejeição ou a assimilação das mudanças. _______________________________________________________________________________ ABSTRACT
Debating with a generalized perception that police institutions must change, but are resistant to change, this work places the Polícia Militar do Estado de São Paulo in a transition process, in which its function and performance have been not only questioned and discussed, but altered by a series of initiatives that insert it in the flux of a broader social and political movement. In a comparative exercise between the past and the present, police officer’s representations reveal the marks of time’s passage for the corporation and police activities. To analyze all the meanings of these representations, I discuss the practices and interactions that conform the police officer’s daily experiences, where we can find the elements of permanence from which they build a perception of change. Thus, what I propose we take as times of change marks the corporation’s insertion in a reality that exceeds the values and practices built, transmitted and reinforced in the daily job. In its turn, everything that is the norm, that is ordinary, that is “as it should be”, can be inserted in a temporality of permanence. Going directly to the group’s reproduction processes, it’s in the temporality of permanence where the interpretation, rejection, or assimilation of change happens.
Description: Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Sociais, Departamento de Antropologia, Programa de Pós-graduação em Antropologia Social, 2006.
Appears in Collections:DAN - Mestrado em Antropologia (Dissertações)

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