| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.author | Santos, Kathleen Cristina Albuquerque | - |
| dc.contributor.author | Dias, Luciana da Costa | - |
| dc.date.accessioned | 2026-10-22T15:26:59Z | - |
| dc.date.available | 2026-10-22T15:26:59Z | - |
| dc.date.issued | 2025 | - |
| dc.identifier.citation | SANTOS, Kathleen Cristina Albuquerque; DIAS, Luciana da Costa. O que está por trás dos currículos? (Auto)Etnografia como caminho para se repensar experiências distintas de estágio supervisionado em Artes Cênicas. O Mosaico, Curitiba, v. 20, n. 01, p. 1–28, 2025. DOI: https://doi.org/10.33871/21750769.2025.20.01.10471. Disponível em: https://periodicos.unespar.edu.br/mosaico/article/view/10471. Acesso em: 22 out. 2026. | - |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/57311 | - |
| dc.description.abstract | Este artigo aborda a colonialidade e modernidade nas estruturas sociais e de ensino, questionando as instituições formadas desde a modernidade, baseadas no racismo colonial e sexismo epistêmico. Como questão se pergunta como a colonialidade impacta as estruturas de ensino no Brasil, especialmente no ensino das Artes Cênicas no ensino básico do Distrito Federal – local onde as experiências de estágio aqui narradas tiveram lugar. A fundamentação teórica inclui autores como Sueli Carneiro (2005; 2023), Luciana Ballestrin (2013), Ramón Grosfoguel (2016), Jota Mombaça (2016), Antônio Bispo dos Santos (2019), bell hooks (2020), Luiz Rufino (2021; 2023) e Érico José Oliveira (2024), dentre outros. Como metodologia, utilizou-se metodologia mista, combinando pesquisa bibliográfica e estudo de caso de viés autoetnográfico e qualitativo para descrição das atividades de estágio em Artes Cênicas. A autoetnografia é entendida e usada aqui como prática contra-hegemônica (Miranda, 2022) para legitimar relatos de “diferença”: de experiências vistas como as não-dominantes, vivenciadas em primeira pessoa por uma das autoras, em discussão com a segunda, que orientou a pesquisa. Assim sendo, este artigo pretende, em última instância, discutir os impactos da colonialidade nas estruturas de ensino no Brasil, partindo de narrativas autoetnográficas, mas as usando como ponto de partida para questões e caminhos possíveis para um ensino menos colonizado e definitivamente antirracista. | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.publisher | Faculdade de Artes do Paraná (FAP), da Universidade Estadual do Paraná | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | O que está por trás dos currículos? : (auto)etnografia como caminho para se repensar experiências distintas de estágio supervisionado em Artes Cênicas | pt_BR |
| dc.title.alternative | What lies behind curricula? : (auto)ethnography as a path to rethink different internship experiences in performing arts | pt_BR |
| dc.type | Artigo | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Autoetnografia | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Estágio supervisionado | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Artes cênicas - estudo e ensino | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Colonialidade | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Racismo | pt_BR |
| dc.rights.license | (CC BY NC SA) Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License. | pt_BR |
| dc.identifier.doi | https://doi.org/10.33871/21750769.2025.20.01.10471 | - |
| dc.description.abstract1 | This article addresses coloniality and modernity in social and
educational structures, questioning the institutions formed since modernity, which
are grounded in colonial racism and epistemic sexism. The central research
question asks how coloniality impacts educational structures in Brazil, with a
particular focus on Performing Arts education at the primary and secondary levels
in the Federal District – the site where the internship experiences narrated in this
article took place. The theoretical framework draws on authors such as Sueli
Carneiro (2005; 2023), Luciana Ballestrin (2013), Ramón Grosfoguel (2016), Jota
Mombaça (2016), Antônio Bispo dos Santos (2019), bell hooks (2020), Luiz
Rufino (2021; 2023), and Érico José Oliveira (2024), among others. A mixed
methodology was employed, combining bibliographic research with an
autoethnographic and qualitative nature case study, aimed at describing the
Performing Arts internship activities. Autoethnography is understood and
employed here as a counter-hegemonic practice (Miranda, 2022), legitimizing
narratives of “difference” – that is, experiences regarded as non-dominant, lived
in the first person by one of the authors and discussed in dialogue with the
second, who supervised the research. Ultimately, this article seeks to discuss the
impacts of coloniality on educational structures in Brazil, using autoethnographic
narratives not as an endpoint, but as a point of departure for raising questions
and exploring possible paths towards a less colonized and resolutely anti-racist
education. | pt_BR |
| dc.contributor.affiliation | Universidade de Brasília | pt_BR |
| dc.contributor.affiliation | Universidade de Brasília, Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas | pt_BR |
| dc.description.unidade | Instituto de Artes (IdA) | pt_BR |
| dc.description.unidade | Departamento de Artes Cênicas (IdA CEN) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Artigos publicados em periódicos e afins
|