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DanielaAlexandraGuerreroGutierrez_TESE.pdf29,65 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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dc.contributor.advisorReimold, Wolf Uwe-
dc.contributor.authorGutiérrez, Daniela Alexandra Guerrero-
dc.date.accessioned2026-10-15T21:01:58Z-
dc.date.available2026-10-15T21:01:58Z-
dc.date.issued2026-10-15-
dc.date.submitted2026-02-28-
dc.identifier.citationGUTIÉRREZ, Daniela Alexandra Guerrero. Petrography, geochemistry and isotope geochemistry of the basement and impact melt breccias of the Rochechouart impact structure, NW Massif Central, France. Tese (doutorado) — Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, Programa de Pós-Graduação em Geologia, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/57284-
dc.descriptionTese (doutorado) — Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, Programa de Pós-Graduação em Geologia, 2025.pt_BR
dc.description.abstractA estrutura de impacto de Rochechouart de 24 km de diâmetro, está localizada na parte NW do embasamento cristalino do Maciço Central Francês (FMC). O nível de erosão da estrutura permite ter acesso ao fundo da cratera e oferece uma grande oportunidade para estudar as rochas do embasamento e uma ampla variedade de depósitos de preenchimento de cratera, entre eles rochas fundidas pelo impacto e suevitos. O FMC foi formado durante a amalgamação da Pangeia na Orogenia Variscana, entre o Siluriano Superior e o Permiano Inferior. Na área da estrutura de impacto, o embasamento inclui gnaisses, anfibolitos, serpentinitos e corpos graníticos, além de intrusões de diques máficos e félsicos. Este projeto está focado em um estudo da relação entre suevitos e rochas fundidas por impacto, com as rochas do embasamento cristalino na área da estrutura de impacto de Rochechouart. O estudo envolve petrografia, geoquímica de rocha total, análise de isótopos de Sr e Nd em rocha total por TIMS, análise U-Pb em zircão por LA-ICPMS e SIMS, além de uma caracterização detalhada de EBSD em zircão. Este estudo foi desenvolvido com o objetivo de compreender a dinâmica de formação das impactitas em relação a (1) as principais rochas precursoras dos diferentes tipos de impactitas, (2) a avaliação da idade do evento de impacto, e de possíveis eventos pós-impacto, e (3) o estudo do reequilíbrio do sistema isotópico U-Pb em função das texturas de metamorfismo de choque em zircão. Observações microscópicas indicam que diferentes níveis de alteração hidrotermal são comuns em todas as amostras. Além disso, a maioria das amostras de embasamento coletadas apresenta baixo grau de deformação, enquanto as impactitas contêm misturas de clastos não afetados pelo choque e clastos variavelmente chocados. A caracterização textural detalhada dos zircões das impactitas permitiu a identificação de uma variedade de texturas de deformação de choque, incluindo reidita, zircão granular do tipo “former reidite in granular neoblastic” (FRIGN) e grãos granulares cujos grânulos não apresentam relações sistemáticas de orientação, sugerindo que essas feições são mais difundidas do que se documentava anteriormente na estrutura de impacto de Rochechouart. O reequilíbrio do sistema isotópico U-Pb em zircão é altamente heterogêneo e parece ser controlado pela intensidade do choque e pelo conteúdo de U e Th no zircão. No entanto, na rocha de fusão de Babaudus, fatores adicionais parecem influenciar o reequilíbrio da idade. As idades registradas nos zircões das impactitas variam do Neoproterozoico ao Jurássico. Embora tenham sido obtidas idades compatíveis com a idade de impacto mais aceita (~203–206 Ma), a similaridade das características dos zircões com idades próximas a esse evento ressalta os desafios em distinguir idades relacionadas ao impacto daquelas associadas a eventos pósimpacto. Idades pós-impacto (~191–196 Ma) foram documentadas em zircões das rochas de fusão de impacto e da suevita de Videix, indicando que um evento térmico/hidrotermal afetou os zircões de mais litologias do que se reconhecia anteriormente. Múltiplas idades entre o impacto e os estágios finais da evolução do FMC também foram registradas, especialmente em zircões das rochas de fusão de impacto. Isso levou a uma forte correlação de idades com rochas-alvo específicas no estudo de proveniência dos zircões só para as suevitas: com paragnaisses para a suevita de Chassenon e com monzodiorito e leptinitos para a suevita de Videix. A fraca correlação entre as litologias do embasamento e as rochas de fusão de impacto sugere um reequilíbrio incompleto das idades ou a presença de rochas adicionais no embasamento no momento do impacto, que ainda não foram documentadas na área da estrutura de impacto. A caracterização multidisciplinar das impactitas e das rochas do embasamento mostra que as impactitas apresentam melhor correlação com rochas-alvo de conteúdo intermediário de sílica, enquanto as brechas líticas e os suevitos geralmente se assemelham às litologias das rochas-alvo mais próximas. Os dados isotópicos de Sr e Sm-Nd indicam que a composição de rochas de fusão de impacto amarelas é mais comparável à dos gnaisses do embasamento, enquanto a das vermelhas sugere uma maior contribuição de granodiorito ou monzodiorito. Esses resultados mostram que abordagens alternativas à proveniência de zircões pelo método U-Pb, como a análise isotópica de Sm-Nd, proporcionam uma melhor correlação com o embasamento e são preferíveis para avaliar os protólitos mais prováveis dessas impactitas. Os resultados obtidos neste projeto são apresentados em três artigos. O primeiro focado na análise de proveniência, o segundo nos resultados de geocronologia UPb de rochas de fusão de impacto e suevites, além de uma caracterização detalhada das texturas de deformação por choque em zircão, e o terceiro compara os resultados completos de geoquímica e proveniência de zircão para as litologias do embasamento e as rochas de fusão de impacto.pt_BR
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)pt_BR
dc.language.isoengpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titlePetrography, geochemistry and isotope geochemistry of the basement and impact melt breccias of the Rochechouart impact structure, NW Massif Central, Francept_BR
dc.title.alternativePetrografia, geoquímica e geoquímica isotópica do embasamento e brechas de fusão por impacto da estrutura de impacto de Rochechouart, NW Maciço Central, Françapt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.subject.keywordEstrutura de impacto de Rochechouartpt_BR
dc.subject.keywordMaciço Central Francêspt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.contributor.advisorcoHauser, Natalia-
dc.description.abstract1The 24 km diameter Rochechouart impact structure is located in the northwestern part of the crystalline basement of the French Massif Central (FMC). This structure offers a great opportunity to study the crater floor, the shocked target rocks, and a wide variety of crater-fill deposits, including impact melt rocks and suevite. The FMC was formed during the amalgamation of Pangea in the Variscan Orogeny between the Late Silurian and Early Permian. In the area of the impact structure, the basement includes gneisses, amphibolites, serpentinites and granitic bodies, and minor intrusions of mafic and felsic dikes. This project is focused on a comprehensive study of the relationship between impact melt rock (IMR) and suevite samples and the crystalline basement rocks in the area of the Rochechouart impact structure. This involves petrography, whole-rock geochemical analysis, Sr and Nd isotope analysis of whole-rock samples by TIMS, U-Pb analysis on zircon by LAICP-MS and SIMS, and some detailed EBSD characterization of zircon. This work has been developed with the purpose of studying the dynamics of impactite formation in terms of (1) the principal precursor rocks for the different types of impactites, (2) evaluating the age of the impact event as well as potential postimpact events, and (3) understanding the resetting of the U-Pb isotopic system in relation to zircon shock deformation features. Microscopic observations show that some levels of hydrothermal alteration are common for all samples. Furthermore, most of the collected basement samples display low degrees of shock deformation, whereas the impactites have mixtures of unshocked and variably shocked clasts. The detailed textural characterization on zircons from the impactites allowed the identification of a variety of shock deformation textures, including reidite, “former reidite in granular neoblastic” (FRIGN) zircon, and granular grains with granules lacking systematic orientation relationships, which suggests that these shock features are more widespread in the Rochechouart impact structure than previously documented. The resetting of the U-Pb system in zircon is highly heterogeneous and appears to be controlled by the shock intensity and the zircon U and Th contents. However, in the Babaudus IMR, additional factors could influence age resetting. The ages recorded by zircon from the impactites range from the Neoproterozoic to the Jurassic. Although ages consistent with the most accepted impact age were obtained (~203–206 Ma), the similarity of zircon characteristics for ages close to this impact age highlights challenges in distinguishing impact-related ages from those associated with post-impact events. Post-impact ages (~191–196 Ma) were documented in zircons from the impact melt rocks and the Videix suevite, indicating that a thermal/hydrothermal event affected zircons from more lithologies than previously recognized. Multiple ages between the impact and the latest stages of the evolution of the FMC were also registered, especially in zircon from impact melt rocks. This led to a strong age correlation only for the suevites in the zircon provenance study: to paragneisses for the Chassenon suevite and monzodiorite and leptynites for the Videix suevite. The poor correlation between basement lithologies and impact melt rocks suggests incomplete age resetting of target rock zircon or the presence of additional basement rocks at impact time that have not yet been documented within the area of the impact structure. Multidisciplinary characterization of the impactites and the basement rocks shows that the impactites are better correlated with the target rocks with intermediate silica content, and the lithic breccias and suevites resemble the compositions of the nearest target rock lithologies. The Sr and Sm-Nd isotopic data show that the composition of the yellow IMRs is more comparable with the compositions of basement gneisses, whereas the one of the red IMRs suggests a higher contribution of granodiorite or monzodiorite. These findings show that alternative approaches to U-Pb zircon provenance, such as Sm-Nd isotopic analysis, provide a better correlation with the basement and are preferable for evaluating the most probable protoliths of these impactites. The results obtained in this project are presented in three articles. The first is focused on provenance analysis, the second on U-Pb geochronology results of additional impact melt rock and suevite samples and on a detailed characterization of zircon shock deformation textures, and the third one on a comparison of the full geochemical/zircon provenance results for basement lithologies, impact melt rocks, and suevites.pt_BR
dc.description.unidadeInstituto de Geociências (IG)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Geologiapt_BR
Aparece nas coleções:Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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