| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Réquia Júnior, Weeberb João | - |
| dc.contributor.author | Silva, Reizane Maria Damasceno da | - |
| dc.date.accessioned | 2026-10-07T17:58:22Z | - |
| dc.date.available | 2026-10-07T17:58:22Z | - |
| dc.date.issued | 2026-10-07 | - |
| dc.date.submitted | 2022-07-29 | - |
| dc.identifier.citation | SILVA, Reizane Maria Damasceno da. Poluição do ar e mortalidade por covid-19 no Brasil. 2022. 105 f., il. Dissertação (Mestrado em Geociências Aplicadas e Geodinâmica) — Universidade de Brasília, Brasília, 2022. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/57162 | - |
| dc.description | Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, Programa de Pós-Graduação em Geociências Aplicadas e Geodinâmica, 2022. | pt_BR |
| dc.description.abstract | A exposição a poluentes atmosféricos tem sido associada a infecções respiratórias virais,
incluindo sarampo, rinovírus, influenza, papeira, e vírus sincicial respiratório. Estudos
epidemiológicos na América do Norte, Europa e Ásia sugerem que a exposição à poluição
do ar está associada ao aumento da infecção à SARS-CoV-2 e à mortalidade associadas
a COVID-19. No entanto, poucas investigações sobre esse tópico foram feitas na América
do Sul. O objetivo do estudo, foi avaliar o impacto da poluição do ar nos óbitos por
COVID-19 em residentes dos municípios brasileiros com efeito potencial da exposição
ao material particulado com diâmetro inferior a 2,5m (MP2,5), dióxido de nitrogênio
(NO2) e ozônio (O3). Foi aplicado modelos mistos binomial negativo com inflação de
zeros, utilizando as mortes associadas à COVID-19 a nível municipal como desfecho e a
média a longo prazo (um ano e dois meses) de MP2,5, NO2, e O3 como exposição. Um
efeito randômico para o intercepto com variação por estado foi incluído para contabilizar
a potencial correlação das mortes associadas à COVID-19 entre os municípios dentro do
mesmo estado. Depois de ajustar o modelo por vários fatores potenciais de confusão,
incluindo variáveis meteorológicas, características demográficas, aspectos
socioeconômicos, e condições de saúde, foi estimada uma relação positiva entre as mortes
por COVID-19 e MP2.5 no Brasil. Em contraste, NO2 mostrou associações negativas em
todas as análises e O3 mostrou uma associação positiva marginal. O MP2,5 foi o único
poluente com associações positivas em todas as análises (modelos de monopoluente, bipoluente e tri-poluente). Para o modelo monopoluente, na análise principal, estimou-se
que um aumento de 1 µg/m3
na concentração de MP2,5 foi associado a um aumento de
10,22% (95% IC: 9,35; 11,09) nas mortes por COVID-19. No modelo bi-poluente, a
associação entre a mortalidade de COVID-19 e MP2,5 apresentou-se semelhante ao
modelo monopoluente, enquanto no modelo tri-poluente constatou-se um aumento
estimado de 12,31% (95% IC:11,41; 13,22) nas mortes por COVID-19. O3 teve
associação positiva apenas no modelo bi-poluente controlado por NO2, com um aumento
estimado de 14,98% (95% IC:13,10; 16,89) nas mortes por COVID-19. Como sugerido
pela literatura de outros países, os resultados desta pesquisa indicaram que a poluição
atmosférica é um importante co-fator no qual pode aumentar o risco de mortalidade da
COVID-19 no Brasil. Os efeitos da poluição atmosférica no Brasil são pronunciados,
indicando a necessidade de melhores políticas de controle da qualidade do ar. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Poluição do ar e mortalidade por covid-19 no Brasil | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Coronavírus | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Poluição atmosférica | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Material particulado fino (MP2,5) | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Dióxido de nitrogênio (NO2) | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Ozônio | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Pandemia | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | Exposure to air pollutants has been associated with respiratory viral
infections, including measles, rhinovirus, influenza, mumps, and respiratory syncytial
virus. Epidemiological studies in North America, Europe, and Asia suggest that exposure
to air pollution is associated with increased SARS-CoV-2 infection and mortality
associated with COVID-19. However, few investigations on this topic have been done in
South America. The objective of the study, was to evaluate the impact of air pollution on
deaths from COVID-19 in residents of Brazilian municipalities with the potential effect
of exposure to particulate matter less than 2,5 m in diameter (MP2.5), nitrogen dioxide
(NO2) and ozone (O3). Negative binomial mixed models with zero-inflation were applied,
using COVID-19-associated deaths at the municipal level as the endpoint and the longterm average (one year and two months) of MP2.5, NO2, and O3 as the exposure. A random
effect for the intercept with variation by state was included to account for the potential
correlation of COVID-19-associated deaths among municipalities within the same state.
After adjusting the model for several potential confounding factors, including
meteorological variables, demographic characteristics, socioeconomic aspects, and health
conditions, a positive relationship was estimated between COVID-19 and MP2.5 deaths in
Brazil. In contrast, NO2 showed negative associations in all analyses and O3 showed a
marginal positive association. MP2.5 was the only pollutant with positive associations in
all analyses (monopollutant, bi-pollutant and tri-pollutant models). For the monopollutant
model, in the main analysis, it was estimated that a 1 µg/m3
increase in MP2.5
concentration was associated with a 10.22% (95% CI: 9.35; 11.09) increase in COVID19 deaths. In the bi-pollutant model, the association between COVID-19 and MP2.5
mortality was similar to the monopollutant model, while the tri-pollutant model found an
estimated 12.31% (95% CI:11.41; 13.22) increase in COVID-19 deaths. O3 had a positive
association only in the NO2-controlled bi-pollutant model, with an estimated 14.98%
(95% CI:13.10; 16.89) increase in COVID-19 deaths. As suggested by literature from
other countries, the results of this research indicated that air pollution is an important cofactor in which may increase the risk of COVID-19 mortality in Brazil. The effects of air
pollution in Brazil are pronounced, indicating the need for better air quality control
policies. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Instituto de Geociências (IG) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Geociências Aplicadas e Geodinâmica | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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