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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorSilva, Janaína Lima Penalva dapt_BR
dc.contributor.authorTavares, Aderruan Rodriguespt_BR
dc.date.accessioned2026-10-07T17:36:49Z-
dc.date.available2026-10-07T17:36:49Z-
dc.date.issued2026-10-07-
dc.date.submitted2026-05-26-
dc.identifier.citationTAVARES, Aderruan Rodrigues. A terceira margem do patriotismo constitucional: democracia militante, memória e jurisdição constitucional aplicadas ao contexto brasileiro. 2026. 281 f. Tese (Doutorado em Direito) — Universidade de Brasília, Brasília, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/57153-
dc.descriptionTese (doutorado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, Programa de Pós-Graduação em Direito, 2026.-
dc.description.abstractA tese tem por escopo como a teoria habermasiana pode ser aplicada ao contexto brasileiro para responder aos desafios de integração social por meio da Constituição de 1988. O problema central reside na insuficiência do nacionalismo tradicional em lidar com sociedades plurais, propondo-se que a identidade constitucional sirva como base para a responsabilidade recíproca entre cidadãos. O trabalho fundamenta-se em dois conceitos-chave: memória e democracia militante. A memória exige o enfrentamento do racismo estrutural, entendido como infraestrutura social do Brasil, e o luto crítico da ditadura militar, visando o aprendizado cívico e a não repetição. Já a democracia militante defende que as instituições devem possuir mecanismos de autoproteção contra o populismo e a desinformação. A narrativa histórica percorre desde as Diretas Já, marco do primeiro momento verdadeiramente constitucional, até a Intentona de 8 de Janeiro, analisando as frustrações das manifestações de 2013 e o impacto disruptivo da Operação Lava Jato, classificada como uma "corrupção no sistema de justiça". Por fim, a tese elege jurisdição constitucional como a âncora institucional necessária para o patriotismo constitucional, ou seja, a sua "terceira margem". Assim, a jurisdição constitucional atua como um "domo de ferro" na defesa da democracia, protegendo direitos fundamentais, arbitrando crises de governabilidade (tal o orçamento secreto) e garantindo a soberania popular frente ao poder das Big Techs.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleA terceira margem do patriotismo constitucional : democracia militante, memória e jurisdição constitucional aplicadas ao contexto brasileiropt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.subject.keywordConstituição - Brasilpt_BR
dc.subject.keywordDemocraciapt_BR
dc.subject.keywordMemóriapt_BR
dc.subject.keywordJurisdiçãopt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1The thesis investigates how constitutional jurisdiction can act as the anchoring element of the 1988 Constitution within Brazilian civil society, drawing on Guimarães Rosa's metaphor of the "third bank." It proposes that constitutional jurisdiction should inhabit the in-between space necessary to unite the two pillars of constitutional patriotism: memory and militant democracy. The central theoretical framework is the work of Jürgen Habermas, whose theory of constitutional patriotism is "tropicalized" for the Brazilian context, based on the assumption that classical nationalism is insufficient to integrate plural societies and that belonging must arise from a shared political culture and mutual recognition. In the Brazilian context, the essential objects of "memorialization" for civic learning are structural racism (and the "myth of racial democracy") and state authoritarianism (especially the military dictatorship of 1964–1985). Thus, overcoming the "myth of racial democracy" and confronting the militarist specter are seen as conditions for democratic maturity. The research reconstructs Brazil's recent phenomenological history, identifying the Diretas Já movement as the country's first truly constitutional moment and analyzing the 2013 Protests as a breaking point that opened space for Operation Car Wash and the rise of Bolsonarism, whose peak of democratic tension is identified in the January 8, 2023 Coup Attempt — the product of resentment fueled by fake news and challenges to the electoral system. The Supreme Federal Court (STF) is presented as the institutional actor capable of operationalizing constitutional patriotism through three fronts: protection and promotion of fundamental rights, notably by confronting structural racism (e.g., ADPF of Black Lives) and containing authoritarianism; defense of militant democracy, through combating disinformation and protecting the rules of the electoral game; and enabling governability (mediating institutional crises, such as during the Covid-19 pandemic and the trial of the "secret budget"). The thesis concludes that constitutional jurisdiction, by ensuring the punishment of coup attempts and promoting democratic openness (through public hearings and the memorialization of social mourning), strengthens the sense of belonging to the Constitution.pt_BR
dc.description.unidadeFaculdade de Direito (FD)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Direitopt_BR
Aparece nas coleções:Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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