| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Moraes, Gabriela Garcia Batista Lima | pt_BR |
| dc.contributor.author | Pereira, Ábida Hellen Barros | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-10-07T17:36:48Z | - |
| dc.date.available | 2026-10-07T17:36:48Z | - |
| dc.date.issued | 2026-10-07 | - |
| dc.date.submitted | 2026-05-26 | - |
| dc.identifier.citation | PEREIRA, Abida Hellen Barros. A viabilidade jurídica da relativização da coisa julgada ambiental prejudicial à proteção do meio ambiente. 2026. 138 f. Dissertação (Mestrado em Direito) — Universidade de Brasília, Brasília, 2026. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/57152 | - |
| dc.description | Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, Programa de Pós-Graduação em Direito, 2026. | - |
| dc.description.abstract | Esta dissertação analisa a possibilidade de relativização da coisa julgada em matéria ambiental, quando a rigidez da res judicata pode inviabilizar a efetividade da tutela ecológica. Parte-se da tensão entre a imutabilidade das decisões judiciais, indispensável à segurança jurídica, e a dinamicidade da proteção do meio ambiente, que frequentemente torna ineficazes decisões formalmente definitivas. O trabalho reconstrói os fundamentos constitucionais e processuais da coisa julgada, destacando seus efeitos estabilizadores e os limites de sua autoridade em face de valores constitucionais. Examina-se a flexibilização da coisa julgada na fase de execução, momento em que há a necessidade de adaptação das decisões às mudanças fáticas e normativas. A pesquisa sustenta o papel da Ação Civil Pública (ACP) como instrumento adequado para superar a rigidez da coisa julgada em defesa do meio ambiente, uma vez que sua vocação constitucional e legitimação ampliada para a tutela de direitos difusos permitem a reabertura excepcional da jurisdição. Desse modo, a ACP atua como via legítima para rediscutir e corrigir decisões estabilizadas que perpetuem danos ecológicos estruturais, consolidando-se como o objeto Esta dissertação analisa a possibilidade de relativização da coisa julgada em matéria ambiental, quando a rigidez da res judicata pode inviabilizar a efetividade da tutela ecológica. Parte-se da tensão entre a imutabilidade das decisões judiciais, indispensável à segurança jurídica, e a dinamicidade da proteção do meio ambiente, que frequentemente torna ineficazes decisões formalmente definitivas. O trabalho reconstrói os fundamentos constitucionais e processuais da coisa julgada, destacando seus efeitos estabilizadores e os limites de sua autoridade em face de valores constitucionais. Examina-se a flexibilização da coisa julgada na fase de execução, momento em que há a necessidade de adaptação das decisões às mudanças fáticas e normativas. A pesquisa sustenta o papel da Ação Civil Pública (ACP) como instrumento adequado para superar a rigidez da coisa julgada em defesa do meio ambiente, uma vez que sua vocação constitucional e legitimação ampliada para a tutela de direitos difusos permitem a reabertura excepcional da jurisdição. Desse modo, a ACP atua como via legítima para rediscutir e corrigir decisões estabilizadas que perpetuem danos ecológicos estruturais, consolidando-se como o objeto central desta análise. Analisa-se, nesse contexto, o entendimento firmado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no Tema 858, que reconhece a ACP como via legítima para afastar a coisa julgada em proteção ao patrimônio público, e o parecer do ICMBio, que reforça a pertinência desse instrumento para corrigir irregularidades dominiais e resguardar áreas ambientalmente sensíveis. No campo jurisprudencial, são sistematizadas decisões do STF, do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e tribunais estaduais que admitem a flexibilização da coisa julgada em hipóteses ambientais, demonstrando a prevalência do interesse público ambiental sobre a estabilidade processual. Conclui-se que a flexibilização da coisa julgada ambiental é viável quando a decisão transitada em julgado se mostra incompatível com a tutela constitucional do meio ambiente, sendo necessária para harmonizar a proteção ambiental contínua com a segurança jurídica, sem permitir que esta se converta em obstáculo à efetividade da jurisdição ambiental. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) | - |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | A viabilidade jurídica da relativização da coisa julgada ambiental prejudicial à proteção do meio ambiente | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Coisa julgada | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Direito ambiental | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Relativização | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Ação civil pública - Brasil | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.description.abstract4 | Questa tesi analizza la possibilità di relativizzazione del giudicato in materia
ambientale, nei casi in cui la rigidità della res iudicata possa compromettere
l’effettività della tutela ecologica. Si parte dalla tensione tra l’immutabilità delle
decisioni giudiziarie, elemento essenziale della certezza del diritto, e la dinamicità
della protezione dell’ambiente, che frequentemente rende inefficaci decisioni
formalmente definitive. Il lavoro ricostruisce i fondamenti costituzionali e processuali
del giudicato, evidenziandone gli effetti stabilizzatori e i limiti della sua autorità di
fronte ai valori costituzionali. Si esamina la relativizzazione del giudicato nella fase
esecutiva, momento in cui emerge la necessità di adattamento delle decisioni alle
modifiche fattuali e normative. La ricerca sostiene il ruolo dell’Azione Civile Pubblica
(ACP) come strumento idoneo a superare la rigidità del giudicato a tutela
dell’ambiente, poiché la sua vocazione costituzionale e la legittimazione ampia alla
tutela dei diritti diffusi consentono una riapertura eccezionale della giurisdizione. In tal
modo, l’ACP opera come via legittima per ridiscutere e correggere decisioni
stabilizzate che perpetuino danni ecologici strutturali, costituendo il nucleo centrale
della presente analisi. Si analizza, in questo contesto, l’orientamento consolidato
dalla Corte Suprema Federale brasiliana (STF) nel Tema 858, che riconosce l’ACP
come via legittima per superare il giudicato a tutela del patrimonio pubblico, nonché il
parere dell’ICMBio, che rafforza la pertinenza di tale strumento per correggere
irregolarità dominicali e proteggere aree ambientalmente sensibili. Sul piano
giurisprudenziale, vengono sistematizzate decisioni dello STF, del Superior Tribunal
de Justiça (STJ) e dei tribunali statali che ammettono la relativizzazione del giudicato
in ipotesi ambientali, evidenziando la prevalenza dell’interesse pubblico ambientale
sulla stabilità processuale. Si conclude che la relativizzazione del giudicato in materia
ambientale è ammissibile quando la decisione passata in giudicato risulti
incompatibile con la tutela costituzionale dell’ambiente, essendo necessaria per
armonizzare la protezione ambientale continuativa con la certezza del diritto, senza
che quest’ultima si trasformi in un ostacolo all’effettività della giurisdizione
ambientale. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Faculdade de Direito (FD) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Direito | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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