| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Silva, Everton Nunes da | - |
| dc.contributor.author | Santos, Pedro Henrique Alves | - |
| dc.date.accessioned | 2026-09-08T18:46:44Z | - |
| dc.date.available | 2026-09-08T18:46:44Z | - |
| dc.date.issued | 2026-09-08 | - |
| dc.date.submitted | 2024-04-29 | - |
| dc.identifier.citation | SANTOS, Pedro Henrique Alves. Gastos catastróficos em saúde no Brasil e no Distrito Federal: evolução, distribuição e fatores associados. 2023. 90 f., il. Dissertação (Mestrado em Ciências e Tecnologias em Saúde) — Universidade de Brasília, Brasília, 2023. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/55873 | - |
| dc.description | Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Ceilândia, Programa de Pós-Graduação em Ciências e Tecnologias em Saúde, 2023. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Introdução: Os sistemas de saúde fornecem serviços preventivos e curativos que podem
fazer a diferença na saúde das pessoas. No entanto, a falta no acesso a esses serviços pode
levar os indivíduos a pagar proporções catastróficas de seu orçamento disponível e
empurrar muitas famílias para a pobreza. Objetivo: Descrever a prevalência de gastos
catastróficos em saúde nas famílias brasileiras e sua evolução entre os períodos de 2002-
2003, 2008-2009 e 2017-2018. Metodologia: Foram utilizados dados das três últimas
edições da Pesquisa sobre Orçamentos Familiares (2002/2003; 2008/2009 e 2017/2018).
A prevalência de gasto catastrófico foi mensurada pelo percentual do orçamento e da
capacidade de pagar (consumo menos despesas com alimentação e moradia),
contemplando os limiares de 10, 25 e 40%. Verificou-se se características dos domicílios,
das famílias e dos chefes de família influenciam a chance de incorrer em gastos
catastróficos em saúde. Os domicílios foram estratificados por decis (Brasil) e quintis
(Distrito Federal) da renda, consumo e escore de riqueza. Resultados: Houve aumento
da prevalência entre 2003 e 2009 e leve redução em 2018 no Brasil e no Distrito Federal,
mas se mantendo em patamares superiores a 2003. O escore de riqueza no Brasil mostrou
efeitos distribucionais mais acentuados entre pobres e ricos, sendo os pobres os mais
afetados pelos gastos catastróficos. A prevalência dos gastos catastróficos no Brasil foi
positivamente associada com a presença de idosos, idade e sexo feminino do chefe de
família, área rural, recebimento do benefício do governo e algum grau de insegurança
alimentar. Já no Distrito Federal, o modelo foi pouco sensível para identificação dos
fatores de risco e de proteção dos gastos catastróficos. Conclusões: Os resultados
mostram a importância da padronização metodológica para mensurar os gastos
catastróficos em saúde ao longo do tempo, dado que nossos resultados sugerem uma
redução da prevalência entre 2009 e 2018, diferentemente do apontado na literatura
brasileira sobre o tema. Ademais, as famílias mais pobres são as mais afetadas pelos
gastos catastróficos, necessitando de políticas mais efetivas para mitigar esse impacto
negativo. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Gastos catastróficos em saúde no Brasil e no Distrito Federal : evolução, distribuição e fatores associados | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Gastos financeiros | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Saúde - gastos | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Séries temporais | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Economia em saúde | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | Introduction: Health systems provide preventive and curative services that can make a
difference to people's health. However, lack of access to these services can lead
individuals to pay catastrophic proportions of their available budget and push many
families into poverty. Objective: Describe the prevalence of catastrophic health
expenditure in Brazilian families and its evolution between the periods of 2002-2003,
2008-2009 and 2017-2018. Methodology: Data from the Family Budget Surveys were
used. The prevalence of catastrophic spending was measured by the percentage of the
budget and ability to pay (consumption minus food and housing), considering the
thresholds of 10, 25 and 40%. It was verified whether characteristics of households,
families and heads of family influence the chance of incurring catastrophic health
expenditures. Households were stratified by deciles (Brazil) and quintile (Federal
District) of income, consumption and wealth score. Results: There was an increase in
prevalence between 2003 and 2009 and a reduction in 2018 in Brazil and the Federal
District, but it remained at levels higher than in 2003. The wealth score in Brazil showed
more pronounced distributional effects between poor and rich, with the poor being the
most affected by catastrophic spending in Brazil. The prevalence of catastrophic expenses
in Brazil was positively associated with the presence of elderly people, age and female
gender of the head of the family, rural area, obtaining government benefits and some
degree of food insecurity. In the Federal District, the model was not very sensitive for
identifying risk factors and protective factors for catastrophic expenses. Conclusions:
The results show the importance of methodological standardization to measure
catastrophic health expenditures over time, given that our results suggest a reduction in
prevalence between 2009 and 2018, differently from what is pointed out in the Brazilian
literature about the topic. Furthermore, the poorest families are those most affected by
catastrophic spending, requiring more effective policies to mitigate this negative impact. | pt_BR |
| dc.description.abstract2 | Introducción: Los sistemas de salud brindan servicios preventivos y curativos que
pueden marcar una diferencia en la salud de las personas. Sin embargo, la falta de acceso
a estos servicios puede llevar a las personas a pagar proporciones catastróficas de su
presupuesto disponible y empujar a muchas familias a la pobreza. En Brasil, este
problema debía evitarse, ya que existe el Sistema Único de Salud, que es un derecho
constitucional, que debería proteger a las familias de gastar su presupuesto familiar en
gastos de salud, poniéndolas así en peligro de empobrecimiento. Meta: Describir la
prevalencia del gasto catastrófico en salud en familias brasileñas y su evolución entre los
períodos 2002-2003, 2008-2009 y 2017-2018. Método: Se utilizaron datos de las
Encuestas de Presupuesto Familiar. La prevalencia del gasto catastrófico se midió por el
porcentaje del presupuesto y la capacidad de pago (consumo menos alimentos y
vivienda), considerando los umbrales del 10, 25 y 40%. Se verificó si las características
de los hogares, familias y jefes de familia influyen en la posibilidad de incurrir en gastos
catastróficos en salud. Los hogares se estratificaron por deciles (Brasil) y quintiles
(Distrito Federal) de ingreso, consumo y puntuación de riqueza. Resultados: Hubo un
aumento en la prevalencia entre 2003 y 2009 y una reducción en 2018 en Brasil y el
Distrito Federal, pero se mantuvo en niveles superiores a los de 2003. El puntaje de
riqueza en Brasil mostró efectos distributivos más pronunciados entre pobres y ricos,
siendo los pobres los más afectados por crisis catastróficas. gasto. El consumo, por su
parte, mostró mayores variaciones en puntos porcentuales en la prevalencia de gastos
catastróficos. La prevalencia de gastos catastróficos en Brasil se asoció positivamente con
la presencia de personas mayores, la edad y el sexo femenino del jefe de familia, la zona
rural, la obtención de beneficios gubernamentales y algún grado de inseguridad
alimentaria. En el Distrito Federal, el modelo fue poco sensible para identificar factores
de riesgo y factores de protección de gastos catastróficos. Conclusiones: Los resultados
muestran la importancia de la estandarización metodológica para medir los gastos
catastróficos en salud en el tiempo, dado que nuestros resultados sugieren una reducción
de la prevalencia entre 2009 y 2018, a diferencia de lo señalado en la literatura brasileña
sobre el tema. Además, las familias más pobres son las más afectadas por el gasto
catastrófico, lo que requiere políticas más efectivas para mitigar este impacto negativo. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Faculdade de Ciências e Tecnologias em Saúde (FCTS) – Campus UnB Ceilândia | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Ciências e Tecnologias em Saúde | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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