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dc.contributor.advisorFreddo, Danielapt_BR
dc.contributor.authorRibeiro, Luciano Costapt_BR
dc.date.accessioned2026-07-30T18:04:43Z-
dc.date.available2026-07-30T18:04:43Z-
dc.date.issued2026-07-30-
dc.date.submitted2026-04-22-
dc.identifier.citationRIBEIRO, Luciano Costa. Os obstáculos à inovação na economia brasileira : uma análise exploratória da Lei do Bem e dos incentivos públicos. 2026. 51 f. Dissertação (Mestrado Profissional em Economia) — Universidade de Brasília, Brasília, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/55554-
dc.descriptionDissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Gestão de Políticas Públicas, Programa de Pós-Graduação Profissional em Economia, 2025.pt_BR
dc.description.abstractA presente dissertação analisa a eficácia das políticas públicas de incentivo à inovação no Brasil e sua relação com o desenvolvimento econômico sob a óptica da teoria schumpeteriana e evolucionária. O trabalho investiga o paradoxo do Sistema Nacional de Inovação brasileiro: um arcabouço institucional sofisticado, com produção científica crescente, que não se traduz em um aumento correspondente na geração de patentes ou na transformação da estrutura produtiva. Utilizando uma abordagem dialética de síntese, antítese e tese, foram examinados os principais instrumentos de fomento: a Lei do Bem (incentivo indireto), a atuação da FINEP e do BNDES via FNDCT (incentivo direto) e o marco legal da propriedade industrial, com destaque ao caso de sucesso da Lei dos Genéricos. Os resultados apontam que, embora o Brasil tenha recuperado sua capacidade de investimento público em 2024, as políticas enfrentam gargalos estruturais como a restrição dos benefícios fiscais ao regime de Lucro Real e a predominância de crédito para modernização passiva em detrimento da subvenção para inovação radical. Conclui-se que o maior obstáculo à inovação nacional não reside apenas na disponibilidade de recursos, mas na incoerência entre as políticas microeconômicas de fomento e o regime macroeconômico — pautado por juros elevados e incentivos à primarização (Lei Kandir) — que inibe o apetite ao risco tecnológico e perpetua o atraso relativo da economia brasileira.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleOs obstáculos à inovação na economia brasileira : uma análise exploratória da Lei do Bem e dos incentivos públicospt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordInovaçãopt_BR
dc.subject.keywordDesenvolvimento econômicopt_BR
dc.subject.keywordLei do bempt_BR
dc.subject.keywordPolítica industrialpt_BR
dc.subject.keywordPropriedade industrialpt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1A presente dissertação analisa a eficácia das políticas públicas de incentivo à inovação no Brasil e sua relação com o desenvolvimento econômico sob a óptica da teoria schumpeteriana e evolucionária. O trabalho investiga o paradoxo do Sistema Nacional de Inovação brasileiro: um arcabouço institucional sofisticado, com produção científica crescente, que não se traduz em um aumento correspondente na geração de patentes ou na transformação da estrutura produtiva. Utilizando uma abordagem dialética de síntese, antítese e tese, foram examinados os principais instrumentos de fomento: a Lei do Bem (incentivo indireto), a atuação da FINEP e do BNDES via FNDCT (incentivo direto) e o marco legal da propriedade industrial, com destaque ao caso de sucesso da Lei dos Genéricos. Os resultados apontam que, embora o Brasil tenha recuperado sua capacidade de investimento público em 2024, as políticas enfrentam gargalos estruturais como a restrição dos benefícios fiscais ao regime de Lucro Real e a predominância de crédito para modernização passiva em detrimento da subvenção para inovação radical. Conclui-se que o maior obstáculo à inovação nacional não reside apenas na disponibilidade de recursos, mas na incoerência entre as políticas microeconômicas de fomento e o regime macroeconômico — pautado por juros elevados e incentivos à primarização (Lei Kandir) — que inibe o apetite ao risco tecnológico e perpetua o atraso relativo da economia brasileira.pt_BR
dc.description.unidadeFaculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Gestão de Políticas Públicas (FACE)pt_BR
dc.description.unidadeDepartamento de Economia (FACE ECO)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Economia, Mestrado Profissionalpt_BR
Aparece nas coleções:Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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