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RobertoAugustoNunesGandulfo_DISSERT.pdf653,98 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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dc.contributor.advisorMedeiros Junior, Paulopt_BR
dc.contributor.authorGandulfo, Roberto Augusto Nunespt_BR
dc.date.accessioned2026-07-20T19:34:44Z-
dc.date.available2026-07-20T19:34:44Z-
dc.date.issued2026-07-20-
dc.date.submitted2026-01-23-
dc.identifier.citationGANDULFO, Roberto Augusto Nunes. Correferência exclusiva: descrição e análise de expletivos e cópias múltiplas. 2026. 191 f., il. Dissertação (Mestrado em Linguística) — Universidade de Brasília, Brasília, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/55467-
dc.descriptionDissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Letras, Departamento de Linguística, Português e Línguas Clássicas, Programa de Pós-Graduação em Linguística, 2026.pt_BR
dc.description.abstractO presente estudo consiste na análise da derivação de sujeitos expletivos e cópias múltiplas na Teoria Gerativa. Na década de 90, foi cunhada a Teoria do Movimento como Cópia e, mais adiante, a Teoria do Controle como Movimento. Nessas teorias, alguns casos de correferência exclusiva foram interpretados como derivados por movimento. Por exemplo, Jairo Nunes propõe que, na derivação de “João viu ele mesmo”, “ele” é uma cópia de “João”, derivada por movimento. Nesta dissertação, propôs-se que essa mesma maquinaria pode ser estendida aos casos de sujeito expletivo do tipo there. Chomsky (1995) assume que, nesses casos, o expletivo mantém uma relação com um nominal denominada “relação expletivo-associado”. Nesta pesquisa, mostrou-se haver paralelismo entre a relação expletivo associado e as anáforas, na Teoria da Ligação. Dessa forma, defendeu-se que a derivação dos expletivos, na verdade, não requer uma “relação especial” com nominais na sentença; tal e qual o caso de “ele mesmo”, esses expletivos são derivados por movimento.pt_BR
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)-
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleCorreferência exclusiva : descrição e análise de expletivos e cópias múltiplaspt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordLinguísticapt_BR
dc.subject.keywordTeoria gerativapt_BR
dc.subject.keywordSintaxept_BR
dc.subject.keywordExpletivospt_BR
dc.subject.keywordTeoria do movimento como cópiapt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1In this dissertation, I analyzed contexts of exclusive coreference, in which two elements in the structure have the same semantic interpretation, as in the sentence “João saw himself (in the mirror),” in which [João] and [himself] share the same interpretation. In addition, I proposed the Exclusive Coreference Hypothesis, according to which two obligatorily co referential elements are full or partial copies of the same constituent. Consequently, I argued that the “expletive–associate relation,” analyzed by Chomsky (1995), actually ari ses from movement. Thus, expletives (especially those of the there-type) do not belong to the Lexicon as isolated items, but are syntactically derived, and their phonological forms result from the transformation of the higher copy of the DP argument of an unaccusative verb. This hypothesis is grounded in other independent evidence, such as the fact that, in Hmong, the complement of an unaccusative verb may be repeated in subject position pro vided that there is a discourse marker of contrastive focus (Nunes, 2004). The hypothesis also accounts for other cases of exclusive coreference, such as the pronoun reference in “Maria, I didn’t see her today”: apparently, the term her can only refer to [Maria], main taining with it an exclusive correlation. Finally, I concluded that the hypothesis is an alternative proposal to the classical model and that it succeeds in “streamlining” the Le xicon, ensuring that expletives and some pronouns are syntactically derived rather than stored in the Lexicon.pt_BR
dc.description.unidadeInstituto de Letras (IL)pt_BR
dc.description.unidadeDepartamento de Linguística, Português e Línguas Clássicas (IL LIP)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Linguísticapt_BR
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