| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Feres Neto, Alfredo | - |
| dc.contributor.author | Miranda, Anderson Rodrigues de | - |
| dc.date.accessioned | 2026-06-22T00:35:30Z | - |
| dc.date.available | 2026-06-22T00:35:30Z | - |
| dc.date.issued | 2026-06-21 | - |
| dc.date.submitted | 2025-07-24 | - |
| dc.identifier.citation | MIRANDA, Anderson Rodrigues de. Pode o subalterno jogar? a relação subjetiva das masculinidades hegemônicas e o protagonismo estudantil na educação física escola. 2025. 121 f., il. Dissertação (Mestrado Profissional em Educação Física em Rede Nacional) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/54977 | - |
| dc.description | Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Educação Física, Programa de Pós-Graduação em Educação Física em Rede Nacional, Mestrado Profissional, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | A dissertação “Pode o subalterno jogar? A relação subjetiva das masculinidades
hegemônicas e o protagonismo estudantil na educação física escolar” tem como
objetivo compreender se a subjetividade nas relações professor-estudante e
estudante-estudante, evidenciada por meio da masculinidade hegemônica, interfere
no desenvolvimento do protagonismo de estudantes subalternos nas aulas de
educação física escolar. A partir dos objetivos específicos, este trabalho buscou
identificar as subjetividades nas relações professor-estudante e estudante-estudante,
tendo em consideração a participação de estudantes nas aulas de educação física,
bem como verificar se essas subjetividades atendem a um padrão de masculinidades
hegemônicas e se constituem como fator limitante para estudantes subalternas/es/os
nas aulas de educação física escolar. As/es/os colaboradoras/es desta pesquisa são
estudantes do terceiro ano do centro de ensino médio Paulo Freire, localizado em
Brasília. Esta é uma pesquisa qualitativa autoetnográfica, que se materializa por meio
de dois tipos de fontes: narrativa autoetnográfica e entrevista realizada com as/es/os
estudantes através de um questionário com perguntas semiestruturadas. A
complexidade das subjetividades que permeiam as relações pessoais revela
hegemonia em relação ao gênero e habilidade, de modo que meninos atléticos e
heteronormativos performam as aulas, enquanto corpos dissidentes são relegados às
margens. Outro ponto revelado é como a colonialidade do poder opera no controle da
autoridade e do conhecimento. Contudo, as fissuras no sistema aparecem como
possibilidades decoloniais: professoras/es que subvertem hierarquias, estudantes que
criam redes de solidariedade e práticas pedagógicas que questionam a naturalização
das exclusões e da competitividade. Apesar disso, uma das limitações deste estudo é
não participação de outras masculinidades. Outro é que a pesquisa focou em um
contexto específico, tal que se sugere estudos com comunidades quilombolas e
indígenas, em escolas cívico-militar e escolas com fundamentação religiosa. O desafio
que fica é o de imaginar – e construir – práticas pedagógicas que celebrem a
pluralidade de existências e as muitas maneiras de habitar e mover o mundo. | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Pode o subalterno jogar? a relação subjetiva das masculinidades hegemônicas e o protagonismo estudantil na educação física escola | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Gênero | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Educação física escolar | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Decolonialidade | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | The dissertation Can the Subaltern Play? The Subjective Relationship of Hegemonic
Masculinities and Student Agency in School Physical Education aims to understand
whether subjectivity in teacher-student and student-student relationships—manifested
through hegemonic masculinity—interferes with the development of agency among
subaltern students in school physical education classes. Specific objectives include:
(1) identifying subjectivities in teacher-student and student-student relationships,
considering student participation in physical education classes, and (2) examining
whether these subjectivities align with hegemonic masculinity patterns and act as
limiting factors for subaltern students (male/female/non-binary) in these classes. The
research collaborators are third-year students from the Centro de Ensino Médio Paulo
Freire in Brasília. This qualitative autoethnographic study draws on two data sources:
autoethnographic narratives and semi-structured student interviews. Findings reveal
how the complexity of interpersonal subjectivities reinforces hegemony around gender
and ability, where athletic, heteronormative boys dominate class dynamics, while
dissident bodies are marginalized. The study also highlights how the coloniality of
power operates in controlling authority and knowledge. However, cracks in the system
emerge as decolonial possibilities: teachers who subvert hierarchies, students who
build solidarity networks, and pedagogical practices that challenge the naturalization
of exclusion and competitiveness. Limitations include the lack of participation from
other masculinities and the study’s narrow focus on one specific context. Future
research should explore Quilombola and Indigenous communities, civic-military
schools, and religiously affiliated schools. The ultimate challenge is to imagine—and
enact—pedagogical practices that celebrate plural existences and diverse ways of
inhabiting and moving through the world. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Faculdade de Educação Física (FEF) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Educação Física em Rede Nacional, Mestrado Profissional | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
|