http://repositorio.unb.br/handle/10482/54803| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| KassiaRitaLourencetiDeMenezes_DISSERT.pdf | 51,41 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
| Título: | Necropolitica trans : um olhar crítico a partir da cultura, história e genocídio da população trans |
| Autor(es): | Menezes, Kássia Rita Lourenceti de |
| Orientador(es): | Holanda, Marianna Assunção Figueiredo |
| Assunto: | Transfobia LGBTQIAP+ Direitos humanos - Brasil Bioética |
| Data de publicação: | 14-Jun-2026 |
| Data de defesa: | 25-Jul-2023 |
| metadata.dc.subject.theme: | colonialidade; necropolítica trans; transfeminicídio; LGBT fobia; Bioéticas. |
| Referência: | MENEZES, Kássia Rita Lourenceti de. Necropolitica trans: um olhar crítico a partir da cultura, história e genocídio da população trans. 2023. 236 f., il. Dissertação (Mestrado em Bioética) — Universidade de Brasília, Brasília, 2026. |
| Resumo: | Desde o início dos levantamentos sobre a mortalidade da população trans em 2009, o Brasil figura como o país que mais mata pessoas trans. A mortalidade de pessoas LGBTQIAPN+, e especialmente das mulheres trans, não se iniciou recentemente. Ela é fruto de uma colonialidade aplicada às Américas que sempre buscou controlar os corpos discordantes e de mulheres. As políticas públicas para a população LGBTQIAPN+ ainda são ineficientes para a garantia da plena segurança à população queer, e ainda assim essas políticas regrediram entre 2018 e 2022, quando um modelo governamental que se declarava conservador conseguiu se eleger com o apoio de notícias falsas, de um discurso LGBTfóbico e da construção de um inimigo que devia ser combatido. Cabe lembrar também que este modelo não é exclusivo do Brasil. Assim, partindo da história, cultura e vivências da população trans, buscamos entender os mecanismos da necropolítica trans e como as armas da bioética de intervenção podem combatê-la. |
| Abstract: | Since 2009, the observation of mortality rates among the transgender population has shed light on a distressing reality in Brazil, where the largest number of murders of transgender individuals has been recorded. However, it is crucial to recognize that the mortality rates within the LGBTQIAPN+ community, particularly among trans women, did not arise in recent years. Rather, they are a manifestation of a coloniality model that has historically been employed in the Americas to exert control over women and diverse bodies. Despite some existing public policies, their effectiveness in ensuring the safety of LGBTQIAPN+ individuals remain insufficient. In fact, these policies experienced a decline in their efficacy between 2018 and 2022, coinciding with the election of conservative politicians who capitalized on fake news, homophobic rhetoric, and the vilification of a perceived adversary. Importantly, it should be acknowledged that this model of control is not exclusive to Brazil, as it permeates other countries as well. In this research, we undertake an analysis of the history, culture, and lives of transgender individuals to comprehend the construction of necropolitics—the politics of death—and explore how intervention bioethics can contribute to its mitigation. By examining the experiences of trans people, we aim to gain insight into the mechanisms underlying the perpetuation of violence and discrimination, and ultimately propose strategies to counteract them using the Intervention Bioethics (BI). |
| Unidade Acadêmica: | Faculdade de Ciências da Saúde (FS) |
| Informações adicionais: | Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Bioética, 2026. |
| Programa de pós-graduação: | Programa de Pós-Graduação em Bioética |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado |
Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.