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2025_PaulaGabrielaDeSouzaPinto_TESE.pdf71,15 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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dc.contributor.advisorBrambatti, Larissa Polejack-
dc.contributor.authorPinto, Paula Gabriela de Souza-
dc.date.accessioned2026-06-10T19:13:35Z-
dc.date.available2026-06-10T19:13:35Z-
dc.date.issued2026-06-10-
dc.date.submitted2025-08-07-
dc.identifier.citationPINTO, Paula Gabriela de Souza. “A gente entra pela cota, mas permanece pelo afeto”: permanência e saúde mental de estudantes negras/os na Universidade. 2025. 235 f., il. Tese (Doutorado em Psicologia Clínica e Cultura) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/54721-
dc.descriptionDissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Programa de Pós-graduação em Psicologia Clínica e Cultura, 2025.pt_BR
dc.description.abstractPara além do ingresso, é fundamental pensar as condições de permanência dos estudantes negras/os na universidade, considerando suas experiências vividas e os impactos para a saúde mental. Este estudo qualitativo analisa a permanência de estudantes negras e negros na Universidade de Brasília (UnB), a partir das narrativas desses estudantes e das percepções dos atores institucionais envolvidos no acolhimento e suporte. Busca compreender o sofrimento psíquico associado ao racismo institucional, as estratégias individuais e coletivas para enfrentar adversidades, e as barreiras simbólicas e estruturais que vulnerabilizam esses sujeitos. Além disso, investiga as ações desenvolvidas por setores institucionais como o NAPS, a CoAP e o Centro de Convivência Negra, que atuam na promoção da permanência e do cuidado.Os resultados evidenciam que a permanência transcende o suporte material e demanda transformações institucionais estruturais, que reconheçam as especificidades raciais e promovam um ambiente acadêmico inclusivo e acolhedor. A pesquisa reafirma que a saúde mental desses estudantes está diretamente relacionada à capacidade da universidade de se engajar em práticas antirracistas e coletivas de cuidado. Nesse processo, os coletivos negros emergem como territórios fundamentais de acolhimento, resistência e reconstrução do pertencimento, funcionando como redes de apoio simbólico, afetivo e político frente ao adoecimento cotidiano provocado pelo racismo. Por fim, a permanência qualificada é apontada como um gesto político e coletivo, que desafia a exclusão e fortalece o direito à existência digna na universidade.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.title“A gente entra pela cota, mas permanece pelo afeto” : permanência e saúde mental de estudantes negras/os na Universidadept_BR
dc.typeTesept_BR
dc.subject.keywordPolíticas afirmativaspt_BR
dc.subject.keywordPermanência estudantilpt_BR
dc.subject.keywordSaúde mentalpt_BR
dc.subject.keywordRacismo institucionalpt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.contributor.advisorcoAlves, Cláudia de Oliveira-
dc.description.abstract1This research aimed to analyze the permanence of Black students at the University of Brasília (UnB) and its implications for mental health, based on the lived experiences of these students and the perceptions of institutional actors involved in processes of support and care. It is a qualitative, descriptive study that employed a focus group with nine students and semi- structured interviews with professionals from the Center for Training, Monitoring, and Evaluation of Health Actions and Projects (NAPS), the Coordination for Psychosocial Care (CoAP), and the Black Community Center (CCN). Data analysis was conducted through thematic analysis, approached in a theoretically and epistemologically committed manner. The findings indicated important advances, but also persistent weaknesses in the National Student Assistance Policy, whose universalist implementation limits the effectiveness of its actions. The university is perceived by students both as a collective achievement and as a site of suffering, as affirmative action alone, without accompanying permanence policies, and a Eurocentric curriculum-operating as a mechanism of epistemicide-fail to provide adequate support. Participation in Black student collectives proved to be essential, offering refuge and belonging, as the mental health of these students is weakened by isolation and by the lack of racialized support in care services that lack racial literacy. The study recommends adopting specific measures for the mental health of Black students, incorporating racial themes transversally into undergraduate curricula, creating permanent racial literacy programs for the entire academic community, and strengthening partnerships among institutional actors, Black researchers, Afro-Brazilian Studies Centers (Neabs), and Black student collectives to ensure a more qualified and sustainable university experience.pt_BR
dc.description.unidadeInstituto de Psicologia (IP)pt_BR
dc.description.unidadeDepartamento de Psicologia Clínica (IP PCL)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e Culturapt_BR
Aparece nas coleções:Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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