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RafaelaVilarinhoMesquita_TESE.pdf2,38 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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dc.contributor.advisorWeller, Wivian-
dc.contributor.authorMesquita, Rafaela Vilarinho-
dc.date.accessioned2026-06-10T17:04:00Z-
dc.date.available2026-06-10T17:04:00Z-
dc.date.issued2026-06-10-
dc.date.submitted2025-11-26-
dc.identifier.citationMESQUITA, Rafaela Vilarinho. A produção da juventude por jovens privados de liberdade: um estudo comparativo nos sistemas socioeducativo e prisional do Distrito Federal. 2025. 364 f., il. Tese (Doutorado em Educação) — Universidade de Brasília, Faculdade de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/54710-
dc.descriptionTese (doutorado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, 2025.pt_BR
dc.description.abstractA presente pesquisa doutoral teve o objetivo de compreender como jovens, entre 18 e 21 anos, privados de liberdade nos sistemas socioeducativo e prisional do Distrito Federal produzem a juventude, considerando de que modo as marcas da violência se inscrevem em suas trajetórias. A discussão teórica neste estudo abordou juventude, violência e privação de liberdade de jovens, destacando-se a noção de produção da juventude e associando, de forma comparativa, os sistemas socioeducativo e prisional, bem como os jovens que os vivenciam. Fundamentada na sociologia do conhecimento praxiológico e no método documentário de interpretação, a investigação inscreve-se no campo da pesquisa qualitativa reconstrutiva. A construção dos dados envolveu observação participante, grupos de discussão e entrevistas narrativas realizados com jovens em unidades socioeducativas e prisionais do Distrito Federal. Foram selecionados quatro grupos de discussão, por sua densidade analítica e potência representativa, para apresentar o processo de reconstrução das orientações coletivas, construção de tipos e compreensão dos modos de produção da juventude, viabilizado pela análise em profundidade de todo o material empírico. Os espaços de experiências conjuntivas constituíram eixo estruturante desta análise documentária, revelando os modos pelos quais os jovens interagem, significam as suas experiências cotidianas, performam papéis sociais e projetam possibilidades de futuro. Nos espaços sociais abertos – família e quebrada –, documenta-se a forte homologia das experiências conjuntivas, inscritas em tensões entre afeto e abdicação, pertencimento e exclusão, proteção e violência. Nos espaços sociais fechados – escola e sistemas de privação de liberdade –, documentam-se instituições que se apresentam, ainda que a partir de fortes distinções entre elas, como extensão punitiva da desigualdade social e racial, da exclusão e da violência, mesmo que, eventualmente, também possam viabilizar reconhecimento, aprendizagem e ressignificação identitária. Por fim, como resultados das análises desses espaços sociais sobrepostos, destacam-se quatro modos de produção da juventude (Choque, Adaptação, Ruptura e Disputa) em contextos de privação de liberdade que, marcados por violências estruturais, institucionais e simbólicas, ampliam a compreensão das dinâmicas nos sistemas socioeducativo e prisional e evidenciam a permanência de lógicas punitivistas e seletivas que os aproximam, ainda que eles sejam formalmente distintos.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleA produção da juventude por jovens privados de liberdade : um estudo comparativo nos sistemas socioeducativo e prisional do Distrito Federal.pt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.subject.keywordJuventude e violênciapt_BR
dc.subject.keywordSistema Nacional de Atendimento Socioeducativopt_BR
dc.subject.keywordSistema prisionalpt_BR
dc.subject.keywordMétodo documentário de interpretaçãopt_BR
dc.description.abstract1This doctoral research aimed to understand how young people aged between 18 and 21, deprived of liberty in the socioeducational and prison systems of the Federal District, produce youth, considering how the marks of violence are inscribed in their trajectories. The theoretical discussion in this study addressed youth, violence, and the deprivation of liberty of young people, highlighting the notion of the production of youth and comparatively associating the socioeducational and prison systems, as well as the young people who experience them. Grounded in the sociology of knowledge praxeological framework and in the documentary method of interpretation, the investigation is situated within the field of reconstructive qualitative research. Data construction involved participant observation, discussion groups, and narrative interviews conducted with young people in socioeducational and prison units of the Federal District. Four discussion groups were selected, due to their analytical density and representative potential, to present the process of reconstructing collective orientations, building types, and understanding the modes of production of youth, made possible through the in-depth analysis of the entire empirical material. Spaces of conjunctive experience constituted the structuring axis of this documentary analysis, revealing the ways in which young people interact, signify their everyday experiences, perform social roles, and project possibilities for the future. In open social spaces — family and “quebrada”— a strong homology of conjunctive experiences is documented, inscribed in tensions between affection and abdication, belonging and exclusion, protection and violence. In closed social spaces — school and systems of deprivation of liberty — institutions are documented which, although marked by strong distinctions between them, present themselves as a punitive extension of social and racial inequality, exclusion, and violence, even though they may, at times, also enable recognition, learning, and identity re-signification. Finally, as results of the analyses of these overlapping social spaces, four modes of production of youth (Shock, Adaptation, Rupture, and Dispute) stand out in contexts of deprivation of liberty which, marked by structural, institutional, and symbolic violence, broaden the understanding of the dynamics within the socioeducational and prison systems and reveal the persistence of punitive and selective logics that bring them closer together, even though they are formally distinct.pt_BR
dc.description.abstract2La presente investigación doctoral tuvo como objetivo comprender cómo jóvenes, entre 18 y 21 años, privados de libertad en los sistemas socioeducativo y penitenciario del Distrito Federal producen la juventud, considerando de qué modo las marcas de la violencia se inscriben en sus trayectorias. La discusión teórica en este estudio abordó juventud, violencia y privación de libertad de jóvenes, destacándose la noción de producción de la juventud y asociando, de forma comparativa, los sistemas socioeducativo y penitenciario, así como los jóvenes que los vivencian. Fundamentada en la sociología del conocimiento praxiológico y en el método documentario de interpretación, la investigación se inscribe en el campo de la investigación cualitativa reconstructiva. La construcción de los datos involucró observación participante, grupos de discusión y entrevistas narrativas realizados con jóvenes en unidades socioeducativas y penitenciarias del Distrito Federal. Fueron seleccionados cuatro grupos de discusión, por su densidad analítica y potencia representativa, para presentar el proceso de reconstrucción de las orientaciones colectivas, construcción de tipos y comprensión de los modos de producción de la juventud, viabilizado por el análisis en profundidad de todo el material empírico. Los espacios de experiencias conjuntivas constituyeron el eje estructurante de este análisis documentario, revelando los modos por los cuales los jóvenes interactúan, significan sus experiencias cotidianas, desempeñan papeles sociales y proyectan posibilidades de futuro. En los espacios sociales abiertos – familia y quebrada – se documenta la fuerte homología de las experiencias conjuntivas, inscritas en tensiones entre afecto y abdicación, pertenencia y exclusión, protección y violencia. En los espacios sociales cerrados – escuela y sistemas de privación de libertad – se documentan instituciones que se presentan, aun a partir de fuertes distinciones entre ellas, como extensión punitiva de la desigualdad social y racial, de la exclusión y de la violencia, aunque, eventualmente, también puedan viabilizar reconocimiento, aprendizaje y resignificación identitaria. Por último, como resultados de los análisis de estos espacios sociales superpuestos, se destacan cuatro modos de producción de la juventud (Choque, Adaptación, Ruptura y Disputa) en contextos de privación de libertad que, marcados por violencias estructurales, institucionales y simbólicas, amplían la comprensión de las dinámicas en los sistemas socioeducativo y penitenciario y evidencian la permanencia de lógicas punitivistas y selectivas que los aproximan, aun cuando sean formalmente distintos.pt_BR
dc.description.unidadeFaculdade de Educação (FE)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Educaçãopt_BR
Aparece nas coleções:Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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