| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | D'Angelo, Biagio | - |
| dc.contributor.author | Lima, Beatriz Rodrigues Carvalho de | - |
| dc.date.accessioned | 2026-06-08T17:55:50Z | - |
| dc.date.available | 2026-06-08T17:55:50Z | - |
| dc.date.issued | 2026-06-06 | - |
| dc.date.submitted | 2025-12-01 | - |
| dc.identifier.citation | LIMA, Beatriz Rodrigues Carvalho de. Écfrase e práticas rituais de luto na arte antiga: o mito de alceste. 2025. 113 f., il. Dissertação (Mestrado em Artes Visuais) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/54644 | - |
| dc.description | Dissertação (Mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Artes, Departamento de Artes, Programa de Pós- Graduação em Artes Visuais, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Na Antiguidade Clássica, Alceste é a figura mítica de uma mulher, esposa e mãe
dedicada, aquela que oferece seu corpo como resgate de um pacto. Para poupar a
vida de seu marido Admeto e preservar a dignidade dos filhos, Perímele e Eumelo, ela
decide morrer. Esse gesto sacrificial é levado ao público no palco das Dionisíacas
Urbanas de 438 a.C. pelo dramaturgo Eurípides. A peça euripidiana é considerada por
especialistas como o registro escrito sobrevivente mais robusto do mito. Para além da
literatura, o motivo de Alceste também aparece com frequência na iconografia antiga,
principalmente em sarcófagos romanos do século II d.C. Tendo isso em vista, nesta
dissertação, desejamos compreender a inelutável condição da morte e os gestos
rituais de lamentação por meio da interface entre arte e literatura. Na análise do texto
poético de Eurípides, permeado pelas estéticas apolínea e dionisíaca, exploramos
como o procedimento intermidiático da écfrase pode evocar discursivamente imagens
vívidas na mente do leitor, principalmente a de uma estátua alcestina. Nas obras
iconográficas escolhidas, os sarcófagos de Villa Albani, de Villa Faustina, do Vaticano,
do Castelo de Saint-Aignan e da Basílica delle Vigne, investigamos o Pathosformel de
luto, seguindo o método de montagem proposto pelo historiador de arte Aby Warburg.
Visto que as imagens estão carregadas mnemonicamente, foi possível demonstrar a
rede tensional que há na reminiscência deixada pelo mito, tanto na literatura quanto
na arte antiga. | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Écfrase e práticas rituais de luto na arte antiga: o mito de alceste | pt_BR |
| dc.type | Anais | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Estudos clássicos | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Luto | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Estética | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Mito | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | In Classical Antiquity, Alcestis is the mythical figure of a woman, a devoted wife and
mother, who offers her life as ransom in a pact. To spare the life of her husband,
Admetus, and preserve the dignity of her children, Perimele and Eumelus, she chooses
to die. This sacrificial gesture was brought before the public on stage at the City
Dionysia in 438 BC by the playwright Euripides. His play is considered by scholars to
be the most substantial surviving written record of the myth. Beyond literature, the motif
of Alcestis also appears frequently in ancient iconography, particularly on Roman
sarcophagi from the second century AD. With this in mind, this dissertation seeks to
understand the inescapable condition of death and the ritual gestures of lamentation
through the interface between art and literature. By analyzing Euripides’ poetic text,
permeated by Apollonian and Dionysian aesthetics, we explore how the intermedial
procedure of ekphrasis can discursively evoke vivid images in the reader’s mind,
especially that of an Alcestian statue. In the selected iconographic works – the
sarcophagi of Villa Albani, Villa Faustina, the Vatican, the Castle of Saint-Aignan, and
the Basilica of Santa Maria delle Vigne – we investigate the Pathosformel of mourning,
following the montage method proposed by art historian Aby Warburg. Since these
images are mnemonically charged, it is possible to demonstrate the network of
tensions present in the reminiscences of the myth, both in literature and in ancient art. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Instituto de Artes (IdA) | pt_BR |
| dc.description.unidade | Departamento de Artes Visuais (IdA VIS) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
|