| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Bermudez, Ximena Pamela Claudia Diaz | pt_BR |
| dc.contributor.author | Rodrigues, Henrique Antônio Cavalheiro | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-02-24T17:11:17Z | - |
| dc.date.available | 2026-02-24T17:11:17Z | - |
| dc.date.issued | 2026-02-24 | - |
| dc.date.submitted | 2025-12-01 | - |
| dc.identifier.citation | RODRIGUES, Henrique Antônio Cavalheiro. Comunicação (não) estigmatizante: a representação das pessoas que vivem com HIV e AIDS no Brasil. 2025. 259 f., il. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/54103 | - |
| dc.description | Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação Profissional em Saúde Coletiva, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Esta dissertação tem como objetivo analisar as narrativas e formas de representação
das pessoas que vivem com HIV e aids em matérias jornalísticas publicadas entre
2020 e 2024 nos portais G1, UOL e CNN Brasil, compreendendo de que modo o
discurso midiático contribui para a manutenção ou superação do estigma associado
ao HIV. Considerando a relevância da comunicação como mediadora entre ciência e
sociedade, o estudo compreende a mídia como agente ativo na formação de
percepções sociais sobre saúde, sexualidade e cidadania. Adotou-se uma abordagem
quanti-qualitativa, com base na técnica de análise de conteúdo proposta por Laurence
Bardin (2016), aplicada a um corpus de 1.945 matérias sobre HIV e aids, sendo 210
diretamente relacionadas às pessoas vivendo com o vírus. A análise foi sustentada
pela teoria do estigma de Erving Goffman (1982), articulando os campos da
comunicação, saúde coletiva e direitos humanos. Os resultados apontam que, embora
a cobertura jornalística apresente avanços em diversidade temática e ampliação de
vozes, ainda persiste a reprodução de narrativas moralizantes e estigmatizantes. Das
210 matérias sobre pessoas vivendo com HIV e aids, 113 (53,8%) foram classificadas
como estigmatizantes, majoritariamente concentradas nas editorias policial e de
obituário, associando o HIV a crime, culpa e morte. Em contraposição, 97 matérias
(46,2%) foram identificadas como não estigmatizantes, predominando nas editorias
de saúde e informação, com abordagens voltadas à prevenção e superação. Concluise que superar o estigma exige a consolidação de práticas comunicacionais éticas e
humanizadas, que reconheçam as pessoas vivendo com HIV e aids como
protagonistas de suas histórias e não como objetos de medo ou compaixão. | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Comunicação (não) estigmatizante : a representação das pessoas que vivem com HIV e AIDS no Brasil | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Comunicação em saúde | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Saúde pública | pt_BR |
| dc.subject.keyword | HIV (Vírus) | pt_BR |
| dc.subject.keyword | AIDS (Doença) | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Estigma social | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Representação social | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.contributor.advisorco | Sousa, Janara Kalline Leal Lopes de | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | This dissertation aims to analyze the narratives and representational patterns of people
living with HIV and AIDS in news articles published between 2020 and 2024 on the G1,
UOL, and CNN Brasil portals, examining how media discourse contributes to either the
maintenance or the reduction of HIV-related stigma. Considering the central role of
communication as a mediator between science and society, the study understands the
media as an active agent in shaping social perceptions about health, sexuality, and
citizenship. A mixed quantitative–qualitative approach was adopted, grounded in the
content analysis technique proposed by Laurence Bardin (2016), applied to a corpus
of 1,945 news articles on HIV and AIDS, of which 210 directly addressed people living
with the virus. The analysis was supported by Erving Goffman’s (1982) stigma theory,
articulating the fields of communication, public health, and human rights. The results
indicate that, although journalistic coverage has advanced in thematic diversity and
inclusion of broader voices, the reproduction of moralizing and stigmatizing narratives
persists. Of the 210 articles concerning people living with HIV and AIDS, 113 (53.8%)
were classified as stigmatizing, concentrated primarily in crime and obituary sections,
associating HIV with guilt, wrongdoing, or death. Conversely, 97 articles (46.2%) were
identified as non-stigmatizing, predominantly published in health and informational
sections, with approaches oriented toward prevention, education, and empowerment.
The study concludes that overcoming stigma requires the consolidation of ethical and
humanizing communication practices that recognize people living with HIV and AIDS
as protagonists of their own narratives rather than as objects of fear or compassion. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Faculdade de Ciências da Saúde (FS) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, Mestrado Profissionalizante | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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