| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Dias, Karina e Silva | pt_BR |
| dc.contributor.author | Sobral, Raísa Curty Carvalheira | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-02-19T16:11:21Z | - |
| dc.date.available | 2026-02-19T16:11:21Z | - |
| dc.date.issued | 2026-02-19 | - |
| dc.date.submitted | 2025-04-29 | - |
| dc.identifier.citation | SOBRAL, Raísa Curty Carvalheira. Poética dos comuns: uma viagem por Abya Yala. 2025. 271 f., il. Tese (Doutorado em Artes Visuais) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/54059 | - |
| dc.description | Tese (doutorado) — Universidade de Brasília, Instituto de Artes, Departamento de Artes Visuais, Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | “Poética dos comuns: uma viagem por Abya Yala” é uma pesquisa em
artes, cujo ponto de partida é o cotidiano de uma viagem realizada
enquanto exercício para liberdade, entre México, Guatemala e Brasil.
Abya Yala é como o movimento indígena se refere ao que muitos conhecem hoje como continente americano. Viajar por Abya Yala é viajar pelo que está encoberto por América. A poética dos comuns que
aqui apresento surge da minha lida com esta viagem – das referências que se mostram ao longo do caminho, das proximidades que surgem e das histórias que acontecem. Ao relatar os trajetos percorridos,
busco, desde uma perspectiva situada, dar forma a um movimento
rumo aos comuns: abandono vontades propositivas, ao mesmo
tempo que assumo um compromisso de entrega ao cotidiano em escuta e colaboração. Neste trajeto eu 1. aprendo sobre a proximidade,
noção que fundamenta o movimento da viagem, 2. me junto com a
terra, colaborando em uma agrofloresta de cacau, 3. encontro o movimento zapatista, que nos mostra outros mundos possíveis, 4. visito
as ruinas de Tikal, questionando o curso da história humana e nossa
capacidade de experimentação, 5. durmo ao lado de um vulcão enquanto ocupo-me dos ritmos do perigo e 6. conto histórias para as
crianças. Aberta para o que me atravessa, encontro arte para além
dos espaços institucionais. Ações poéticas e políticas, não necessariamente realizadas por mim, mas que fizeram parte desta viagem, dão
forma a uma arte que quer ser também um modo de viver. | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Poética dos comuns : uma viagem por Abya Yala | pt_BR |
| dc.type | Tese | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Viagem | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Residência artística | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Proximidade | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Liberdade | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Poética da viagem | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.description.abstract2 | “Poética de los comunes: un viaje por Abya Yala” es una investigación en artes, cuyo punto de partida es la cotidianeidad de un viaje
realizado como ejercicio de libertad, entre México, Guatemala y Brasil. Abya Yala es como el movimiento indígena se refiere a lo que muchos hoy conocen como continente americano. Viajar por Abya Yala
es viajar por lo que está oculto tras América. La poética de los comunes que aquí presento surge de mi relación con este viaje: de las referencias que se muestran a lo largo del camino, de las proximidades
que surgen y de las historias que ocurren. Al relatar los trayectos recorridos, busco, desde una perspectiva situada, dar forma a un movimiento hacia los comunes: abandono voluntades propositivas, al
mismo tiempo que asumo un compromiso de entrega al cotidiano en
escucha y colaboración. En este recorrido yo 1. aprendo sobre la proximidad, noción que fundamenta el movimiento del viaje, 2. me uno
con la tierra, colaborando en una agrofloresta de cacao, 3. encuentro
el movimiento zapatista, que nos muestra otros mundos posibles, 4.
visito las ruinas de Tikal, cuestionando el curso de la historia humana
y nuestra capacidad de experimentación, 5. duermo junto a un volcán
mientras me ocupo de los ritmos del peligro y 6. cuento historias a
las niñas y niños. Abierta a lo que me atraviesa, encuentro arte más
allá de los espacios institucionales. Acciones poéticas y políticas, no
necesariamente realizadas por mí, pero que formaron parte de este
viaje, dan forma a un arte que también quiere ser un modo de vivir. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Instituto de Artes (IdA) | pt_BR |
| dc.description.unidade | Departamento de Artes Visuais (IdA VIS) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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