| Campo DC | Valor | Lengua/Idioma |
| dc.contributor.advisor | Gatti, Thérèse Hofmann | pt_BR |
| dc.contributor.author | Teixeira Neto, Jose Alves Maia | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-02-11T20:14:46Z | - |
| dc.date.available | 2026-02-11T20:14:46Z | - |
| dc.date.issued | 2026-02-11 | - |
| dc.date.submitted | 2025-07-25 | - |
| dc.identifier.citation | TEIXEIRA NETO, Jose Alves Maia. A linha perdida: análises e reflexões sobre as aulas de desenho para crianças do terceiro ano da rede pública de ensino do Distrito Federal. 2025. 143 f., il. Dissertação (Mestrado em Artes Visuais) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/54038 | - |
| dc.description | Dissertação (Mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Artes, Departamento de Artes Visuais, Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | A presente dissertação teve sua origem a partir de um questionamento proveniente da minha
prática enquanto professor de artes visuais: por que tantos alunos se afastam do desenho e
costumam dizer que não gostam de artes por não saberem desenhar? Este é um problema
complexo que nos leva a outro questionamento: o que realmente é saber desenhar? Fazendo uso
de uma linguagem clara com intuito de alcançar tanto pedagogos quanto as demais pessoas
interessadas na prática do desenho infantil, a resposta a essas perguntas gerou esta pesquisa que
visa não apenas compreender o porquê de crianças ainda tão novas acreditarem que não são
capazes de desenhar — desistindo de uma atividade que, normalmente, as acompanha desde os
primeiros anos de vida —, mas, também, desenvolver e implementar algumas práticas em sala
de aula que possam minimizar essa questão. Tendo como objeto de estudo os alunos do terceiro
ano da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, procuro responder ao seguinte problema: é
possível evitar que crianças se distanciem do desenho caso o ensino desta prática seja
previamente bem orientado na escola? Para isso, utilizo a metodologia da a/r/tografia,
entrelaçando o conhecimento acadêmico do desenho com as minhas experiências pessoais e
profissionais na área educacional. Portanto, o trabalho segue uma lógica em que todos os
elementos tradicionais de uma pesquisa estão inseridos de uma maneira artística, pessoal e
poética, como uma obra de arte deve ser. Assim, inicio falando brevemente sobre o desenho,
discorrendo sobre a sua prática de maneira geral, de modo a compreender os motivos pelos
quais ele pode ser considerado um fazer inerente ao ser humano. A partir daí, utilizo meu
próprio histórico de envolvimento com essa linguagem desde a infância, passando pela escola
e universidade, até chegar à minha prática profissional. Em seguida, apresento o recorte da
pesquisa, a maneira como o problema proposto — o da perda da vontade de continuar
desenhando para além da infância — será trabalhado na dissertação, bem como os autores que
utilizo para fundamentar esse estudo. Discorro, então, sobre o desenho na infância e no
ambiente escolar, além de apresentá-lo na pesquisa de campo realizada, buscando, assim,
compreender se a resposta das crianças às atividades que não se limitam ao tradicional lápis e
papel, algo a que já estão habituados, os ajuda a compreender melhor o que é desenhar e pode
os aproximar dessa prática. Por fim, retorno às ideias iniciais, observando se o questionamento
que possibilitou o surgimento da pesquisa pode ser respondido e se é possível, a partir da
literatura estudada e da proposta de atividade realizada, afirmar que, intervindo com
antecedência, ou seja, fazendo os alunos entenderem que existem outras maneiras de desenhar
antes de criarem a falsa ideia de que não sabem fazê-lo, é possível evitar que esse exercício se
perca ao longo do tempo. Após o texto, segue um breve apêndice com algumas sugestões de
atividades para que os professores desenvolvam — ou reencontrem — o seu próprio desenho
e/ou fazer artístico, pois mesmo a pesquisa sendo sobre o desenho infantil no ambiente escolar,
quanto mais o profissional de educação se apropriar dessa prática, mais será capaz de incentivar
a prática dos estudantes. | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | A linha perdida : análises e reflexões sobre as aulas de desenho para crianças do terceiro ano da rede pública de ensino do Distrito Federal | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Desenho infantil | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Arte e educação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Escolas públicas - Distrito Federal (Brasil) | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Criatividade (Educação) | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | The following dissertation has its origin in a question that struck me throughout my practice as
an Arts teacher: Why do so many students distance themselves from the practice of drawing
and usually state that they do not like the act of drawing? This is a complex issue since, indeed,
what does knowing how to draw really means? By using a clear language, in order to reach both
educators and people interested in the practice of infant drawing, the answer to this question
gave birth to this research which aims at understanding not only why such young children
believe they cannot draw — giving up on an activity that normally take place throughout their
first years of their lives — but to also develop and implement some practices in the classroom
that could minimize such issue. Analyzing third-grade students at Secretaria de Estado de
Educação do Distrito Federal, I seek to answer the following question: is it possible to prevent
children from distancing themselves from drawing if the teaching of this practice is well-guided
beforehand at school? To do so I use the A/R/Tography methodology, intertwining drawing
academic knowledge to my own personal experiences in the educational field. Therefore, this
work follows a logic of embedding traditional elements of a research in an artistic, personal and
poetic way, as an art work should be. Thus, I briefly talk about drawing, running through its
practice broadly, in order to understand the reasons why it can be considered something inherent
to human beings. From this point on, I use my own background involvement with such language
since childhood. Going over my schooling years, until reaching my professional practice. Then,
I present the research outline, how the suggested problem — the loss of the desire to keep
drawing beyond childhood — will be posed, as well as the authors that I use to base this study.
Then I will discuss drawing in childhood and at school, as well as present the field research that
was conducted. Doing so, I intended to understand if the children’s response to the activities,
which were not limited to the traditional paper-pencil, which they are already used to, helped
them understand better what drawing is and got them closer to this practice. Finally, I reflect
back on the initial ideas, observing if the questioning that allowed the emergence of this
research can be answered and, if it is possible, through the studied literature, and the executed
activity, state that by intervening earlier, that is, having students understand that there are other
ways to draw, before creating the false idea that they do not know how to do it, it is possible to
avoid that such exercise be lost over time. After the text, lies an appendix with some suggested
activities so that teachers develop — or reencounter — their own drawing and/or artistic doing,
since even though the research is about children drawing in the school environment, the more
the education professional gets closer to this practice, the more he/she will be capable of
encouraging students practice. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Instituto de Artes (IdA) | pt_BR |
| dc.description.unidade | Departamento de Artes Visuais (IdA VIS) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais | pt_BR |
| Aparece en las colecciones: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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