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dc.contributor.advisorDoratioto, Francisco Fernando Monteolivapt_BR
dc.contributor.authorRibeiro, Pedro Henrique de Souzapt_BR
dc.date.accessioned2026-02-10T17:12:28Z-
dc.date.available2026-02-10T17:12:28Z-
dc.date.issued2026-02-10-
dc.date.submitted2025-05-16-
dc.identifier.citationRIBEIRO, Pedro Henrique de Souza. “O conselho naval é de parecer”: Um estudo do Estado imperial brasileiro a partir de um de seus órgãos consultivos (1832-1868). 2025. 180 f., il. Dissertação (Mestrado em História) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/54013-
dc.descriptionDissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de História, Programa de Pós-Graduação em História, 2025.pt_BR
dc.description.abstractEste trabalho visa realizar uma aproximação sistemática ao Conselho Naval, órgão consultivo ao ministro da Marinha, cuja criação derivou de um reiterado e distendido empenho do Poder Executivo imperial. Na medida em que criava uma instância administrativa, na prática, capilarizando o Poder Moderador privativo do soberano, o Executivo informava ao Poder Legislativo os limites da atuação política deste último Poder num sistema cindido entre o “princípio representativo” e o poder do monarca. Concretamente, a atuação do Conselho Naval materializava-se nos tópicos sobre os quais o órgão emitiu seus pareceres: castigos corporais, civilização, barbárie, tecnologia, obras e compras públicas, organização do Estado, conflitos de jurisdição, promoções e pensões estavam na ordem do dia de uma instituição que, não obstante sua recente criação, operava explicitamente lógicas católicas de “graça” e “equidade” para os casos em que o amparo social do Estado inexistia devido à sua constituição liberal. Trata-se de permanências e acomodações do Antigo Regime no bojo de um Estado oitocentista em construção, processo que aquele órgão dialeticamente – já como ideia estruturante, já como criação do próprio sistema – integrou.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.title“O conselho naval é de parecer” : um estudo do Estado imperial brasileiro a partir de um de seus órgãos consultivos (1832-1868)pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordArmada imperialpt_BR
dc.subject.keywordEstado e sociedadept_BR
dc.subject.keywordBrasil - história - Império, 1822-1889pt_BR
dc.subject.keywordCivilizaçãopt_BR
dc.subject.keywordCastigos corporaispt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1This study undertakes a systematic inquiry into the Naval Council, an advisory body to the minister of the Navy, whose creation resulted from the imperial executive branch’s sustained and protracted efforts. By establishing an administrative body that, de facto, extended the sovereign’s de jure exclusive Reserve Power into other institutions, the Executive made clear to the Legislature the limits of its political action within a system torn between the “representative principle” and the monarch’s personal authority. In concrete terms, the Naval Council ruled on several subjects, e.g., physical punishment in general, flogging in particular, civilisation, barbarism, technology, public works and procurement, state organisation, conflicts of jurisdiction, promotions, and pensions. Those topics were on the agenda of an institution that – despite its recent creation – explicitly operated according to the Catholic logics of grace and equity against a backdrop where the liberal state was not expected to pursue any systematic social welfare policies. Those were continuities and accommodations of the Ancien Régime within a nineteenth-century state undergoing construction – a process towards which the Naval Council contributed dialectically, both as a structuring idea of a centralised imperial government and as a creation thereof.pt_BR
dc.description.unidadeInstituto de Ciências Humanas (ICH)pt_BR
dc.description.unidadeDepartamento de História (ICH HIS)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Históriapt_BR
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