http://repositorio.unb.br/handle/10482/53857| Arquivo | Tamanho | Formato | |
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| MatheusRodriguesDeAssis_DISSERT.pdf | 1,36 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
| Título: | Existe associação entre a força de preensão manual relativa e o desempenho de pessoas idosas na tarefa motora supine to stand? |
| Autor(es): | Assis, Matheus Rodrigues de |
| Orientador(es): | Safons, Marisete Peralta |
| Coorientador(es): | Santana, Frederico Santos de |
| Assunto: | Força de preensão manual relativa Idosos Envelhecimento Capacidade funcional |
| Data de publicação: | 2-fev-2026 |
| Data de defesa: | 4-ago-2025 |
| Referência: | ASSIS, Matheus Rodrigues de. Existe associação entre a força de preensão manual relativa e o desempenho de pessoas idosas na tarefa motora supine to stand?. 2025. 56 f. Dissertação (Mestrado em Educação Física) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. |
| Resumo: | O envelhecimento populacional tem gerado impactos significativos sobre os sistemas de saúde e evidenciado a importância de instrumentos eficazes para avaliação funcional de pessoasidosas. Nesse contexto, a força de preensão manual (FPM) tem se consolidado como um indicador prático e validado da força muscular global. No entanto, diversos estudos sugerem que a FPM absoluta pode apresentar limitações por não considerar a composição corporal individual. Assim, a força de preensão manual relativa (FPMR), obtida a partir da razão entre FPM e massa corporal, emerge como alternativa mais sensível, especialmente em contextos clínicos e populacionais nos quais a variabilidade antropométrica é relevante. Portanto associar a FPMR com o desempenho de tarefas que envolvam a capacidade funcional de pessoas idosas é importante para um diagnóstico e orientações voltadas para a sua saúde. O objetivo deste estudo foi investigar a associação entre FPMR e o desempenho motor na tarefa funcional Supine-to-Stand (STS) em pessoas idosas, comparando seus resultados com os da força de preensão absoluta (FPMA). A amostra foi composta por 175 idosos(125 mulheres e 50 homens), com idade média de 68,66 ± 7,05 anos. Foram coletadas medidas de peso, estatura, FPM (via dinamômetro hidráulico Jamar®) e tempo de execução da tarefa STS. Utilizou-se estatística descritiva, teste de normalidade de Shapiro-Wilk e correlação de Spearman com significância de α < 0,05. Os resultados mostraram que a FPMA apresentou associação negativa moderada com o tempo de execução do STS (p = - 0,426), enquanto a FPMR demonstrou associação negativa forte (p = -0,610). Ao estratificar os dados por sexo, observou-se que homens apresentaram melhor desempenho na tarefa STS e nos testes de FPMA e FPMR, sugerindo que essa variável tem maior poder discriminativo da funcionalidade física. Ainda que as mulheres tenham apresentado menor média de força absoluta, a FPMR manteve associação significativa com o desempenho motor. Conclui-se que a FPMR é um preditor com mais acurácia da capacidade funcional do que a FPMA, especialmente em tarefas que envolvem mudanças posturais complexas como o STS. Em situações nas quais não é possível aplicar diretamente a tarefa STS (por questões clínicas ou estruturais), a FPMR pode ser uma medida alternativa útil para triagem funcional e identificação precoce de fragilidade. Tais achados reforçam o papel da FPMR como ferramenta complementar na avaliação da funcionalidade em pessoas idosas, com potencial aplicação em contextos clínicos, comunitários e de atenção primária à saúde. |
| Abstract: | Population aging has had significant impacts on healthcare systems and highlighted the importance of effective instruments for functional assessment of older adults. In this context, handgrip strength (HGS) has established itself as a practical and validated indicator of overall muscle strength. However, several studies suggest that absolute HGS may have limitations because it does not consider individual body composition. Thus, relative handgrip strength (RGS), obtained from the ratio of HGS to body mass, emerges as a more sensitive alternative, especially in clinical and population contexts where anthropometric variability isrelevant. Therefore, associating RGS with the performance of tasksthat involve functional capacity in older adults is important for diagnosis and health guidance. The objective of this study wasto investigate the association between RGS and motor performance in the Supineto-Stand (STS) functional task in older adults, comparing its results with those of absolute handgrip strength (AGS). The sample consisted of 175 elderly individuals (125 women and 50 men), with a mean age of 68.66 ± 7.05 years. Measurements of weight, height, HGS (via Jamar® hydraulic dynamometer), and STS task performance time were collected. Descriptive statistics, the Shapiro-Wilk normality test, and Spearman's correlation with a significance level of α < 0.05 were used. The results showed that HGS had a moderate negative association with STS performance time (p = -0.426), while MRGS demonstrated a strong negative association (p = -0.610). When stratifying the data by sex, it was observed that men performed better on the STS task and on the HGS and MRGS tests, suggesting that this variable has greater discriminative power of physical functionality. Although women had lower mean absolute strength, MRGS maintained a significant association with motor performance. We conclude that MRPS is a more accurate predictor of functional capacity than MRPS, especially in tasks involving complex postural changes such as the STS. In situations where the STS task cannot be directly applied (for clinical or structural reasons), MRPS may be a useful alternative measure for functional screening and early identification of frailty. These findings reinforce the role of MRPS as a complementary tool in assessing functionality in older adults, with potential application in clinical, community, and primary health care settings. |
| Unidade Acadêmica: | Faculdade de Educação Física (FEF) |
| Informações adicionais: | Dissertação (Mestrado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Educação Física, Programa de Pós-Graduação em Educação Física, 2025. |
| Programa de pós-graduação: | Programa de Pós-Graduação em Educação Física |
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| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado |
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