Skip navigation
Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.unb.br/handle/10482/53666
Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
ARTIGO_A_EpistolaridadeSociopoeticaEducacao.pdf727,72 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorAlmeida, Cássia Elen Nunes de-
dc.contributor.authorStein, Sabrina-
dc.contributor.authorSilva, Ana Tereza Reis da-
dc.date.accessioned2026-01-15T14:11:10Z-
dc.date.available2026-01-15T14:11:10Z-
dc.date.issued2025-08-08-
dc.identifier.citationALMEIDA, Cássia Elen Nunes de; STEIN, Sabrina; SILVA, Ana Tereza Reis da. A Epistolaridade e a Sociopoética na Educação do Campo. Revista Brasileira de Educação do Campo, Tocantinópolis, v. 10, p. e19350, 2025. DOI: https://doi.org/10.70860/ufnt.rbec.e19350. Disponível em: https://periodicos.ufnt.edu.br/index.php/campo/article/view/19350. Acesso em: 15 jan. 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/53666-
dc.description.abstractO artigo analisa a potencialidade da sociopoética e da epistolaridade como ferramentas metodológicas promissoras para decolonizar as práticas científicas em/na/sobre Educação do Campo. A análise está organizada em três momentos. No primeiro, situamos os princípios e os desafios da Educação do Campo. No segundo, conceituamos a sociopoética e a epistolaridade, indicando seus pontos de intersecção com a Educação do Campo. No terceiro, analisando os dados de uma pesquisa desenvolvida em uma escola do campo, situada na região de Brazlândia, Distrito Federal, buscamos demonstrar como a sociopoética, articulada à epistolaridade, favorece a escuta ativa, a valorização de saberes locais e a criação coletiva de conhecimentos. A análise indica que essas abordagens permitem romper com os paradigmas tradicionais da ciência, garantindo a participação dos grupos envolvidos como coprodutores de conhecimento.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Norte do Tocantins, Centro de Humanidades, Educação e Saúde (CHES) de Tocantinópolispt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleA Epistolaridade e a Sociopoética na Educação do Campopt_BR
dc.title.alternativeEpistolarity and Sociopoetics in Rural Educationpt_BR
dc.title.alternativeEpistolaridad y sociopoética en la educación ruralpt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.rights.license(CC BY) Este conteúdo utiliza a Licença Creative Commons Attribution 4.0 International License Open Access. This content is licensed under a Creative Commons attribution-type BYpt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.70860/ufnt.rbec.e19350pt_BR
dc.description.abstract1This article analyzes the potential of sociopoetics and epistolary as promising methodological tools for decolonizing scientific practices in/on/about Rural Education. The analysis is organized into three parts. First, we situate the principles and challenges of Rural Education. Second, we conceptualize sociopoetics and epistolary, indicating their intersections with Rural Education. Third, by analyzing data from a study conducted at a rural school in the Brazlândia region of the Federal District, we seek to demonstrate how sociopoetics, combined with epistolary, fosters active listening, the appreciation of local knowledge, and the collective creation of knowledge. The analysis indicates that these approaches allow us to break with traditional scientific paradigms, ensuring the participation of the groups involved as co-producers of knowledge.pt_BR
dc.description.abstract2Este artículo analiza el potencial de la sociopoética y la epistolaridad como herramientas metodológicas prometedoras para la descolonización de las prácticas científicas en/sobre/acerca de la Educación Rural. El análisis se organiza en tres partes. En primer lugar, se sitúan los principios y desafíos de la Educación Rural. En segundo lugar, se conceptualizan la sociopoética y la epistolaridad, señalando sus intersecciones con la Educación Rural. En tercer lugar, mediante el análisis de datos de un estudio realizado en una escuela rural de la región de Brazlândia, en el Distrito Federal, se busca demostrar cómo la sociopoética, combinada con la epistolaridad, fomenta la escucha activa, la valoración de los saberes locales y la creación colectiva de conocimiento. El análisis indica que estos enfoques permiten romper con los paradigmas científicos tradicionales, garantizando la participación de los grupos involucrados como coproductores de conocimiento.pt_BR
dc.identifier.orcidhttps://orcid.org/0009-0008-3254-7656pt_BR
dc.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6467-1573pt_BR
dc.contributor.affiliationUniversidade de Brasíliapt_BR
dc.contributor.affiliationUniversidade de Brasíliapt_BR
dc.contributor.affiliationUniversidade de Brasíliapt_BR
dc.description.unidadeFaculdade de Educaçao (FE)pt_BR
dc.description.unidadeDepartamento de Teoria e Fundamentos (FE TEF)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Educaçãopt_BR
Aparece nas coleções:Artigos publicados em periódicos e afins

Mostrar registro simples do item Visualizar estatísticas



Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.