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GabrielLuanOliveiraDaSilvaPereiraDeJesus_DISSERT.pdf1,23 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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dc.contributor.advisorAssis, Arthur Alfaixpt_BR
dc.contributor.authorJesus, Gabriel Luan Oliveira da Silva Pereira dept_BR
dc.date.accessioned2025-11-18T20:18:41Z-
dc.date.available2025-11-18T20:18:41Z-
dc.date.issued2025-11-18-
dc.date.submitted2025-08-26-
dc.identifier.citationJESUS, Gabriel Luan Oliveira da Silva Pereira de. Como os acontecimentos se transformam em história? : metafísica da vida e epistemologia na obra tardia de Georg Simmel. 2025. 140 f. Dissertação (Mestrado em História) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/53161-
dc.descriptionDissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de História, Programa de Pós-Graduação em História, 2025.pt_BR
dc.description.abstractEsta dissertação investiga a natureza da tardia teoria da história de Georg Simmel, elaborada entre os anos de 1916 e 1918. No período em questão, o filósofo berlinense reforçava uma posição crítica ao intelectualismo que enxergava no kantismo (legado que até então havia reivindicado nos primeiros escritos em filosofia da história) e se aliou à tradição da filosofia da vida. Embora os intérpretes reconheçam as diferenças entre os trabalhos teóricos do autor sobre a história, muitas vezes eles interpretam tal mudança como um distanciamento das questões de ordem epistemológica. Em posição contrária, este estudo argumenta que Simmel continuou comprometido com uma teoria da história como uma forma de conhecimento, agora integrada a uma metafísica da vida. A partir de uma análise estrutural e histórica dos seus textos tardios, a presente pesquisa demonstra que ele não abandonou os fundamentos da posição neokantiana que primeiro advogou, mas sim que “vitalizou” suas categorias analíticas. O trabalho é dividido em duas partes: a primeira explora a formação do pensamento vitalista de Simmel e sua relação com o relativismo filosófico; a segunda examina sua crítica ao realismo histórico, a reavaliação de seus fundamentos neokantianos e a afinidade morfológica entre a vida e a história em seus últimos ensaios. A conclusão é que o desenvolvimento da filosofia da história simmeliana não é corretamente interpretado pelo signo da ruptura. O que se vê é uma profunda reformulação das fundações epistemológicas de seu pensamento, pela influência da tradição vitalista.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleComo os acontecimentos se transformam em história? : metafísica da vida e epistemologia na obra tardia de Georg Simmelpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordSimmel, Georg, 1858-1918pt_BR
dc.subject.keywordEpistemologiapt_BR
dc.subject.keywordVitalismopt_BR
dc.subject.keywordTeoria da históriapt_BR
dc.subject.keywordFilosofia da Históriapt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1This dissertation investigates the nature of Georg Simmel’s late theory of history, developed between 1916 and 1918. In this period, the Berlin philosopher reinforced a critical stance toward the intellectualism he perceived in Kantianism (a legacy he had until then claimed in his earliest writings on the philosophy of history) and aligned himself with the tradition of the philosophy of life. Although interpreters acknowledge the differences among the author’s theoretical works on history, they often construe this shift as a withdrawal from epistemological concerns. In contrast, this study argues that Simmel remained committed to a theory of history as a form of knowledge, now integrated into a metaphysics of life. Through a structural and historical analysis of his late writings, the present research demonstrates that he did not abandon the foundations of the Neo-Kantian position he had first advocated, but rather “vitalized” its analytical categories. The work is divided into two parts: the first explores the formation of Simmel’s vitalist thought and its relation to philosophical relativism; the second examines his critique of historical realism, the reassessment of his Neo-Kantian foundations, and the morphological affinity between life and history in his final essays. The conclusion is that the development of Simmel’s philosophy of history is not properly interpreted under the sign of rupture. What emerges is a profound reformulation of the epistemological foundations of his thought, shaped by the influence of the vitalist tradition.pt_BR
dc.description.unidadeInstituto de Ciências Humanas (ICH)pt_BR
dc.description.unidadeDepartamento de História (ICH HIS)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Históriapt_BR
Aparece nas coleções:Teses, dissertações e produtos pós-doutorado

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