| Campo DC | Valor | Lengua/Idioma |
| dc.contributor.advisor | Oliveira, Susane Rodrigues de | pt_BR |
| dc.contributor.author | Alcantara, Moacir Oliveira de | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2025-11-18T20:18:41Z | - |
| dc.date.available | 2025-11-18T20:18:41Z | - |
| dc.date.issued | 2025-11-18 | - |
| dc.date.submitted | 2025-07-01 | - |
| dc.identifier.citation | ALCANTARA, Moacir Oliveira de. GÊNERO, RAÇA E TRANSGRESSÃO: Masculinidades negras no afro/black punk estadunidense (1978-2015). 2025. 409 f., il. Tese (Doutorado em História) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/53159 | - |
| dc.description | Tese (doutorado) — Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de História, Programa de Pós-Graduação em História, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Esta tese analisa como as masculinidades negras foram produzidas, tensionadas e
ressignificadas por meio da música afro/black punk estadunidense, entre os anos de 1978 e
2015. A investigação parte das contradições, sensibilidades e disputas simbólicas que
atravessam esse campo contracultural em relação às representações e discursos sobre raça,
gênero e sexualidade, considerando a música como um dispositivo central na constituição de
subjetividades e na elaboração de práticas de resistência, transgressão e reinvenção das
identidades de homens negros na esfera do punk. Fundamentada em um referencial teórico
interdisciplinar, a pesquisa envolve estudos de gênero, raça e sexualidade em uma perspectiva
interseccional, para historicizar os modos e processos de subjetivação das masculinidades
negras na música e na contracultura punk nos Estados Unidos. Metodologicamente, o estudo
baseou-se na análise textual e sonora de fonogramas, colocando esses aspectos em diálogo com
registros visuais das capas de álbuns, iconografias, fotografias e entrevistas de grupos punks
com integrantes afro-americanos em sua formação, bem como com a reflexão crítica advinda
da experiência do pesquisador enquanto participante dessa cena. A análise e a historicização do
afro/black punk estadunidense, entendido como forma de contestação e reinvenção identitária,
evidenciaram os modos como homens negros performam, reconstroem, transgridem ou
reafirmam os padrões normativos de raça, gênero e sexualidade difundidos pelo patriarcado
supremacista branco capitalista estadunidense. O estudo contribui para o debate sobre
identidades negras nas culturas juvenis e reconhece o punk como espaço de criação política,
afetiva e epistêmica. | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Gênero, raça e transgressão : masculinidades negras no afro/black punk estadunidense (1978-2015) | pt_BR |
| dc.type | Tese | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Afro punk | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Masculinidade - negros | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Interseccionalidade | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Música | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Identidade | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | This dissertation examines how Black masculinities were produced, contested, and re-signified
through African American afro/black punk music between 1978 and 2015. The investigation
centers on the contradictions, sensitivities, and symbolic disputes that traverse this
countercultural field in relation to representations and discourses on race, gender, and sexuality,
considering music as a central dispositive in the constitution of subjectivities and in the
development of practices of resistance, transgression, and identity reinvention among Black
men within the punk sphere. Grounded in an interdisciplinary theoretical framework, the
research draws on gender, race, and sexuality studies from an intersectional perspective to
historicize the modes and processes of subjectivation of Black masculinities in music and punk
counterculture in the United States. Methodologically, the study is based on the textual and
musical analysis of phonograms, placing them in dialogue with visual documentation such as
album covers, iconography, photographs, and interviews with punk bands that included African
American members, as well as with critical reflection informed by the researcher’s own
experience as a participant in punk scene. The analysis and historicization of U.S. afro/black
punk, understood as a form of contestation and identity reinvention, revealed the ways in which
Black men perform, reconstruct, transgress, or reaffirm the normative patterns of race, gender,
and sexuality disseminated by the White-Supremacist Capitalist Patriarchy in the United States.
This study contributes to debates on Black identities within youth cultures and recognizes punk
as a space of political, affective, and epistemic creation. | pt_BR |
| dc.description.abstract2 | Esta tesis analiza cómo las masculinidades negras fueron producidas, tensadas y resignificadas
a través de la música afro/black punk estadounidense, entre los años 1978 y 2015. La
investigación parte de las contradicciones, sensibilidades y disputas simbólicas que atraviesan
este campo contracultural en relación con las representaciones y discursos sobre raza, género y
sexualidad, considerando la música como un dispositivo central en la constitución de
subjetividades y en la elaboración de prácticas de resistencia, transgresión e invención de las
identidades de los hombres negros en el ámbito del punk. Fundamentada en un marco teórico
interdisciplinario, la investigación aborda los estudios de género, raza y sexualidad desde una
perspectiva interseccional, con el fin de historicizar los modos y procesos de subjetivación de
las masculinidades negras en la música y la contracultura punk en los Estados Unidos.
Metodológicamente, el estudio se basa en el análisis textual y sonoro de fonogramas, colocando
estos aspectos en diálogo con registros visuales de las portadas de álbumes, iconografías,
fotografías y entrevistas de grupos punks con integrantes afroamericanos en su formación, así
como con la reflexión crítica proveniente de la experiencia del investigador como participante
de esta escena. El análisis y la historicización del afro/black punk estadounidense, entendido
como una forma de contestación e invención identitaria, evidencian las formas en que los
hombres negros performan, reconstruyen, transgreden o reafirman los patrones normativos de
raza, género y sexualidad difundidos por el patriarcado supremacista blanco capitalista
estadounidense. El estudio contribuye al debate sobre las identidades negras en las culturas
juveniles y reconoce al punk como un espacio de creación política, afectiva y epistémica. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Instituto de Ciências Humanas (ICH) | pt_BR |
| dc.description.unidade | Departamento de História (ICH HIS) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em História | pt_BR |
| Aparece en las colecciones: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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