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ARTIGO_MapeamentoEvidenciasMedicamentos.pdf291,36 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir
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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorLaismann, Nara Amanda-
dc.contributor.authorCalado, Gustavo Pereira-
dc.contributor.authorBarbosa, Ana Paula de Oliveira-
dc.contributor.authorLima, Rodrigo Fonseca-
dc.contributor.authorSantana, Rafael Santos-
dc.date.accessioned2025-11-17T14:24:20Z-
dc.date.available2025-11-17T14:24:20Z-
dc.date.issued2024-12-19-
dc.identifier.citationLAISMANN, Nara Amanda et al. Mapeamento das evidências de medicamentos isentos de prescrição registrados no Brasil: análise comparativa segundo método Grade. Saúde em Debate, Rio de Janeiro, v. 48, n. 143, e8939, 2024. DOI: https://doi.org/10.1590/2358-289820241438939P. Disponível em: https://www.scielo.br/j/sdeb/a/GWy36TDmNwXNZcGWvMbfbwx/?lang=pt. Acesso en: 13 nov. 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unb.br/handle/10482/53098-
dc.description.abstractOs Medicamentos Isentos de Prescrição (MIP) ou de venda livre podem ser fornecidos sem exigência de receita. Este estudo objetivou analisar o perfil farmacológico, risco e qualidade da evidência dos MIP registrados no Brasil. Foram consultadas as bases de dados da Anvisa e a base de síntese Micromedex. As indicações de uso foram classificadas segundo Ciap, os medicamentos segundo ATC e a qualidade da evidência segundo método Grade. Foram identificados 188 MIP, com 376 apresentações. Os grupos de trato alimentar e respiratório tiveram os maiores números de fármacos, com 19% cada. No geral, 61% dos fármacos foram classificados como evidência alta ou moderada e 39% como baixa, muito baixa ou sem evidência. Apesar da prevalência de maior qualidade de evidência, as restrições precisam ser evidenciadas, pois cerca de 55% dos fármacos possuem força de recomendação fraca, 67% não podem ser utilizados por crianças meOs Medicamentos Isentos de Prescrição (MIP) ou de venda livre podem ser fornecidos sem exigência de receita. Este estudo objetivou analisar o perfil farmacológico, risco e qualidade da evidência dos MIP registrados no Brasil. Foram consultadas as bases de dados da Anvisa e a base de síntese Micromedex. As indicações de uso foram classificadas segundo Ciap, os medicamentos segundo ATC e a qualidade da evidência segundo método Grade. Foram identificados 188 MIP, com 376 apresentações. Os grupos de trato alimentar e respiratório tiveram os maiores números de fármacos, com 19% cada. No geral, 61% dos fármacos foram classificados como evidência alta ou moderada e 39% como baixa, muito baixa ou sem evidência. Apesar da prevalência de maior qualidade de evidência, as restrições precisam ser evidenciadas, pois cerca de 55% dos fármacos possuem força de recomendação fraca, 67% não podem ser utilizados por crianças menores de 6 anos, 95% não possuem informações confiáveis de segurança na gestação e 87% não possuem informações de uso na lactação. Mais pesquisas sobre o tema, políticas de autocuidado apoiado e monitoramento parecem essenciais para melhor compreender os riscos e benefícios associados aos MIP, garantindo uma prática clínica mais segura e baseada em evidências. nores de 6 anos, 95% não possuem informações confiáveis de segurança na gestação e 87% não possuem informações de uso na lactação. Mais pesquisas sobre o tema, políticas de autocuidado apoiado e monitoramento parecem essenciais para melhor compreender os riscos e benefícios associados aos MIP, garantindo uma prática clínica mais segura e baseada em evidências.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherCentro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes)pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleMapeamento das evidências de medicamentos isentos de prescrição registrados no Brasil : análise comparativa segundo método Gradept_BR
dc.title.alternativeMapping the evidence of over-the-counter medicines registered in Brazil : Comparative analysis according to the GRADE methodpt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.subject.keywordAutomedicaçãopt_BR
dc.subject.keywordMedicamentos sem prescriçãopt_BR
dc.subject.keywordFármacospt_BR
dc.rights.license(CC BY) Este é um artigo publicado em acesso aberto (Open Access) sob a licença Creative Commons Attribution, que permite uso, distribuição e reprodução em qualquer meio, sem restrições, desde que o trabalho original seja corretamente citado.pt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/2358-289820241438939Ppt_BR
dc.description.abstract1Over-the-counter medications (OTC), also known as non-prescription drugs can be dispensed without a prescription. This study aimed to analyze the pharmacological profile, risk, and quality of evidence of OTC medications registered in Brazil. The databases of ANVISA and Micromedex synthesis were consulted. The indications for use were classified according to CIAP, the medications according to ATC, and the quality of evidence according to the GRADE method. A total of 188 OTC medications were identified, comprising 376 presentations. The groups related to the digestive tract and respiratory system had the highest number of drugs, each accounting for 19%. Overall, 61% of the drugs were classified as having high or moderate evidence, and 39% as low, very low, or lacking evidence. Despite the prevalence of higher-quality evidence, restrictions need to be highlighted, as approximately 55% of the drugs have a weak recommendation, 67% may not be used by children under the age of 6, 95% lack reliable safety information during pregnancy, and 87% lack clear information regarding use during lactation. Further research on the topic, supported self-care policies, and monitoring seem essential to better understand the risks and benefits associated with OTC medications, thus ensuring a safer and evidence-based clinical practice.pt_BR
dc.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-7548-2241pt_BR
dc.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-1653-2784pt_BR
dc.identifier.orcidhttps://orcid.org/0009-0007-9549-6916pt_BR
dc.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8173-4425pt_BR
dc.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4481-210Xpt_BR
dc.contributor.affiliationUniversidade de Brasíliapt_BR
dc.contributor.affiliationUniversidade de Brasíliapt_BR
dc.contributor.affiliationUniversidade de Brasíliapt_BR
dc.contributor.affiliationUniversidade de Brasíliapt_BR
dc.contributor.affiliationUniversidade de Brasíliapt_BR
dc.description.unidadeFaculdade de Ciências da Saúde (FS)pt_BR
dc.description.unidadeDepartamento de Farmácia (FS FAR)pt_BR
dc.description.ppgPrograma de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticaspt_BR
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