| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.contributor.advisor | Espindola, Laila Salmen | pt_BR |
| dc.contributor.author | Carvalho, Maíra Rocha Machado de | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2025-10-23T20:27:00Z | - |
| dc.date.available | 2025-10-23T20:27:00Z | - |
| dc.date.issued | 2025-10-23 | - |
| dc.date.submitted | 2025-08-25 | - |
| dc.identifier.citation | CARVALHO, Maíra Rocha Machado de. Presenteísmo em residentes de saúde no Brasil durante a pandemia de Covid-19: prevalência e fatores de risco. 2025. 75 f. Tese (Doutorado em Ciências Médicas) — Universidade de Brasília, Brasília, 2025. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unb.br/handle/10482/52893 | - |
| dc.description | Tese (doutorado) — Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas, 2025. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Profissionais de saúde residentes são particularmente suscetíveis a morbidades mentais e
suas consequências. O presenteísmo, definido como permanência no trabalho mesmo
diante de doenças físicas ou psíquicas, compromete a capacidade de concentração,
atenção e produtividade, e deve ser estudado pelos possíveis efeitos deletérios durante a
formação dos profissionais de saúde. Diante disso, o objetivo deste estudo foi avaliar a
prevalência de presenteísmo e seus fatores de risco em residentes médicos e outros
profissionais de saúde atuando em hospitais distribuídos nacionalmente. Trata-se de um
estudo transversal observacional que avaliou 569 residentes médicos e de outras
profissões de saúde, de dezembro de 2020 a abril de 2021, em 95 instituições de saúde,
distribuídos em 22 estados e no Distrito Federal. Para mensurar o presenteísmo, foi
aplicado o questionário Stanford Presenteeism Scale-6 (SPS-6). A análise dos fatores de
risco incluiu a aplicação de escalas validadas para avaliação de depressão (PHQ-9),
burnout (OLBI) e resiliência (BRCS). Também foram avaliados o grau de autonomia no
trabalho, a adequação da estrutura pedagógica do programa de residência e o número de
dias de afastamento (absenteísmo) nos três meses anteriores. As análises estatísticas
incluíram teste do qui-quadrado, correlações de Pearson e Spearman, e regressão
multivariada para identificar preditores do presenteísmo (p<0,05). Participaram
residentes de diversas áreas: médicos (48,7%), enfermeiros (10,8%), farmacêuticos
(7,4%), nutricionistas (7,6%), psicólogos (5,8%), fisioterapeutas (5,4%), assistentes
sociais (4,5%), dentistas (2,7%), terapeutas ocupacionais (2,2%) e outros profissionais
(4,0%). Os resultados demonstraram alta prevalência de presenteísmo, afetando 62,6%
dos participantes. Depressão e burnout, com prevalências de 68,4% e 51%,
respectivamente, apresentaram associação significativa com aumentos de 109% e 180%
no risco de presenteísmo entre os residentes. Residentes com baixa resiliência (65,4%)
apresentaram aumento de 50% no risco de presenteísmo; e percepção elevada de
autonomia reduziu o risco em 42%. Apenas o burnout manteve-se como fator preditor
independente na análise multivariada por regressão logística. Quanto ao absenteísmo,
residentes médicos apresentaram menor risco de afastamento (RR = 0,82); comorbidades
aumentaram o risco em 49%, e maior presenteísmo associou-se ao aumento de 32% nos
dias de afastamento. Os achados reforçam a necessidade de estratégias institucionais
voltadas à saúde mental, à melhoria das condições de trabalho e ao apoio especializado,
com o objetivo de promover o bem-estar dos profissionais de saúde, além de garantir a
qualidade do cuidado e a segurança dos pacientes. | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.title | Presenteísmo em residentes de saúde no Brasil durante a pandemia de Covid-19 : prevalência e fatores de risco | pt_BR |
| dc.type | Tese | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Presenteísmo | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Saúde mental | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Síndrome de Burnout | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Depressão mental | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Residência médica | pt_BR |
| dc.rights.license | A concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.unb.br, www.ibict.br, www.ndltd.org sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra supracitada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. | pt_BR |
| dc.contributor.advisorco | Schulte, Heidi Luise | pt_BR |
| dc.description.abstract1 | Healthcare residents are particularly susceptible to mental morbidities and their
consequences. Presenteeism, defined as remaining at work despite physical or mental
illness, impairs concentration, attention, and productivity, and should be investigated for
its potential deleterious effects during healthcare training. Thus, the aim of this study was
to assess the prevalence of presenteeism and its risk factors among medical and other
healthcare residents working in hospitals nationwide. This was a cross-sectional
observational study conducted with 569 medical and other healthcare residents, from
December 2020 to April 2021, in 95 healthcare institutions across 22 states and the
Federal District in Brazil. Presenteeism was measured using the Stanford Presenteeism
Scale-6 (SPS-6). The analysis of risk factors included validated scales for the assessment
of depression (PHQ-9), burnout (OLBI), and resilience (BRCS). We also evaluated the
level of autonomy at work, adequacy of the residency program’s pedagogical structure,
and the number of days absent (absenteeism) in the previous three months. Statistical
analyses included chi-square tests, Pearson’s and Spearman’s correlations, and
multivariate regression to identify predictors of presenteeism (p < 0.05). Participants
represented various fields: physicians (48.7%), nurses (10.8%), pharmacists (7.4%),
nutritionists (7.6%), psychologists (5.8%), physical therapists (5.4%), social workers
(4.5%), dentists (2.7%), occupational therapists (2.2%), and other professionals (4.0%).
Results showed a high prevalence of presenteeism, affecting 62.6% of participants.
Depression and burnout, with prevalences of 68.4% and 51%, respectively, were
significantly associated with 109% and 180% increases in the risk of presenteeism among
residents. Residents with low resilience (65.4%) showed a 50% higher risk of
presenteeism, whereas high perceived autonomy reduced the risk by 42%. Only burnout
remained an independent predictor for presenteeism in multivariate logistic regression
analysis. Regarding absenteeism, medical residents had a lower risk of absence (RR =
0.82); comorbidities increased the risk by 49%, and higher presenteeism was associated
with a 32% increase in days absent. The findings underscore the need for institutional
strategies focused on mental health, improving working conditions, and providing
specialized support, with the aim of promoting healthcare professionals’ well-being,
ensuring quality of care, and safeguarding patient safety. | pt_BR |
| dc.description.unidade | Faculdade de Medicina (FM) | pt_BR |
| dc.description.ppg | Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Teses, dissertações e produtos pós-doutorado
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