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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.unb.br/handle/10482/44342
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Title: Efetividade da prática mental na mobilidade de pessoas com Doença de Parkinson : uma revisão sistemática e meta-análise
Authors: Silva, Ane Kelly dos Santos da
metadata.dc.contributor.email: fisioaneunb@gmail.com
Orientador(es):: Mendes, Felipe Augusto dos Santos
Assunto:: Parkinson, Doença de
Prática mental
Mobilidade funcional
Issue Date: 27-Jul-2022
Citation: SILVA, Ane Kelly dos Santos da. Efetividade da prática mental na mobilidade de pessoas com Doença de Parkinson: uma revisão sistemática e meta-análise. 2022. 50 f., il. Dissertação (Mestrado em Ciências da Reabilitação) — Universidade de Brasília, Brasília, 2022.
Abstract: Introdução: Doença de Parkinson (DP) é um distúrbio neurodegenerativo progressivo e multissistêmico, caracterizado por distúrbios motores e não motores como bradicinesia, rigidez, tremor de repouso, instabilidade postural. A prática mental (PM) é treinamento envolvendo ativação de áreas cerebrais relacionadas ao movimento. Objetivo: Identificar, evidências disponíveis, a respeito dos efeitos da reabilitação com prática mental associada à uma prática física em conjunto ou não com fisioterapia convencional na mobilidade de pessoas com Doença de Parkinson. Metodologia: Realizamos uma pesquisa bibliográfica de ensaios clínicos randomizados usando PubMed, Embase, Web of Science, PEDro, Lilacs, Scielo, Scopus, CINahl e banco de dados Cochrane (última pesquisa em abril de 2021). Os descritores utilizados na busca foram: (“mental practice” OR imagery) AND (“parkinson's disease”) AND (randomized OR controlled). A avaliação da qualidade e o risco de viés foram avaliados usando a escala PEDro e o Cochrane Collaboration Risk of Bias Tools. Os dados foram agrupados e uma metaanálise foi concluída para mobilidade, velocidade da marcha e aspectos motores das experiências da vida diária. Resultados: Quatro ensaios clinico randomizados foram incluídos, com um total de 115 pessoas com doença de Parkinson. Após o agrupamento dos dados, que compararam diferentes práticas mentais associadas à prática física em comparação com a intervenção convencional, os resultados não mostraram diferenças significativas a favor da prática mental para mobilidade (diferença média padrão=-0,42; intervalo de confiança de 95%=-1,27, 0,23; p=0,45). Conclusão: Esta revisão sistemática com meta-análise não demonstrou efeitos positivos do uso da prática mental na mobilidade da marcha em comparação com a intervenção convencional. São necessários mais estudos robustos metodologicamente.
Abstract: Introduction: Parkinson's disease (PD) is a progressive and multisystemic neurodegenerative disorder, characterized by motor and non-motor disorders such as bradykinesia, rigidity, resting tremor, postural instability. Mental practice (MP) is training involving activation of movement-related brain areas. Objective: To identify available evidence regarding the effects of rehabilitation with mental practice associated with physical practice together or not with conventional physical therapy on the mobility of people with Parkinson's Disease. Methodology: We performed a literature search of randomized controlled trials using PubMed, Embase, Web of Science, PEDro, Lilacs, Scielo, Scopus, CINahl and the Cochrane database (last searched April 2021). The descriptors used in the search were: (“mental practice” OR imagery) AND (“parkinson's disease”) AND (randomized OR controlled). Quality assessment and risk of bias were assessed using the PEDro scale and the Cochrane Collaboration Risk of Bias Tools. Data were pooled and a meta-analysis was completed for mobility, gait speed, and motor aspects of daily life experiences. Results: Four randomized clinical trials were included, with a total of 115 people with Parkinson's disease. After pooling the data, which compared different mental practices associated with physical practice compared to the conventional intervention, the results showed no significant differences in favor of mental practice for mobility (standard mean difference=-0.42; confidence interval of 95 %=-1.27, 0.23; p=0.45). Conclusion: This systematic review with metaanalysis did not demonstrate positive effects of the use of mental practice on gait mobility compared with the conventional intervention. More methodologically robust studies are needed.
Description: Dissertação (mestrado) — Universidade de Brasília, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação, 2022.
Appears in Collections:PPGCR - Mestrado em Ciências da Reabilitação

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