Skip navigation
Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.unb.br/handle/10482/42786
Files in This Item:
File Description SizeFormat 
2021_BiancaNovaisQueiroz.pdf3,65 MBAdobe PDFView/Open
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisorSouto, Virgínia Tiradentes-
dc.contributor.authorQueiroz, Bianca Novais-
dc.date.accessioned2022-01-19T21:03:24Z-
dc.date.available2022-01-19T21:03:24Z-
dc.date.issued2022-01-19-
dc.date.submitted2021-10-27-
dc.identifier.citationQUEIROZ, Bianca Novais. Dados e poder: instrumento para projetar Visualizações de Dados por uma perspectiva feminista. 2021. 92 f., il. Dissertação (Mestrado em Design)—Universidade de Brasília, Brasília, 2021.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.unb.br/handle/10482/42786-
dc.descriptionDissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Artes, Programa de Pós-Graduação em Design, 2021.pt_BR
dc.description.abstractUm vasto e crescente volume de dados mostra-se onipresente em nosso cotidiano. Para ajudar a dar sentido à sobrecarga informacional, Visualização de Dados e Infográficos são adotados como artefatos cognitivos, ou seja, que complementam nossas habilidades mentais na aquisição do conhecimento. A concepção dessas soluções, por sua vez, costuma ser mediada por uma série de diretrizes que estabelecem parâmetros para o que é chamado de bom design. A norma, portanto, sugere uma obrigação coletiva sobre como projetar e envolver a expressão dos valores do grupo dominante que a concebeu. De natureza exploratória, a pesquisa investiga os vieses normativos e apresenta, por uma perspectiva crítica feminista, contrapontos à soberania desses valores hegemônicos no Design da Informação. Para fomentar discussões sobre a responsabilidade social da (o) designer e estimular soluções criativas com viés humanista ou emancipatório, a dissertação integra, em um instrumento, princípios analíticos e metodológicos advindos do arcabouço teórico que desafia a norma. São analisados, ainda, oito casos exemplares disponíveis em veículos midiáticos — cujo tema seja a representação feminina na política —, visando estimular a compreensão do instrumento e viabilizar sua replicação em outras instâncias de investigação. A hipótese de que as representações visuais em veículos midiáticos consolidados seriam predominantemente fiéis às prescrições normativas foi confirmada na análise dos casos, ainda que tenha sido limitada a uma amostra reduzida de oito artefatos. Ao nosso ver, o resultado obtido reforça a importância de ampliar essa discussão. Esperamos que o instrumento possa ser um recurso útil para outras pesquisas que permeiam o Design e as relações de poder.pt_BR
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleDados e poder : instrumento para projetar Visualizações de Dados por uma perspectiva feministapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordDesign da informaçãopt_BR
dc.subject.keywordVisualização de dadospt_BR
dc.subject.keywordInfografiapt_BR
dc.subject.keywordCrítica à normapt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1A vast and growing volume of data is ubiquitous in our daily lives. Data visualization and infographics are adopted as cognitive artifacts to help make sense of information overload, that is, they complement our mental abilities in knowledge acquisition. The design of these solutions, in turn, is usually mediated by a serie of guidelines that establish parameters for what is called good design. The norm, therefore, suggests a collective agreement on how to design and engage the expression of the values of the dominant group that conceived it. This research is exploratory and investigates normative biases. In addition, it presents, from a feminist critical perspective, counterpoints to the dominance of these hegemonic values in Information Design. This study integrates, in a tool, analytical and methodological principles arising from the theoretical framework that challenges the norm, in order to encourage both discussions on the designer’s social responsibility and creative solutions with a humanist or emancipatory bias. Eight exemplary cases available in media vehicles are also analyzed — whose theme is the female representation in politics —, aiming to stimulate the understanding of the instrument and enable its replication in other instances of investigation. The hypothesis that visual representations in consolidated media vehicles would be predominantly faithful to normative prescriptions was confirmed in the analysis of the cases, although it was limited to a small sample of eight artifacts. In our view, the result obtained reinforces the importance of expanding this discussion. We hope that the tool can be a useful resource for further research that permeates Design and power relations.pt_BR
Appears in Collections:DIN - Mestrado em Design (Dissertações)

Show simple item record Recommend this item " class="statisticsLink btn btn-primary" href="/handle/10482/42786/statistics">



Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.