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dc.contributor.advisorBotelho, Raquel Braz Assunção-
dc.contributor.authorVidigal, Mayara Dare-
dc.date.accessioned2021-07-16T02:30:56Z-
dc.date.available2021-07-16T02:30:56Z-
dc.date.issued2021-07-15-
dc.date.submitted2018-08-10-
dc.identifier.citationVIDIGAL, Mayara Dare. A percepção de liderança dos nutricionistas brasileiros. 2018. 96 f. Dissertação (Mestrado em Nutrição Humana)—Universidade de Brasília, Brasília, 2018.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.unb.br/handle/10482/41430-
dc.descriptionDissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Departamento de Nutrição, Programa de Pós-Graduação em Nutrição Humana, 2018.pt_BR
dc.description.abstractA liderança é uma habilidade identificada em toda a história da humanidade, necessária em qualquer grupo de pessoas que possui um objetivo em comum, inclusive nos serviços de saúde, visto que a habilidade de liderar de forma eficaz reflete diretamente no serviço prestado e na qualidade da assistência dispensada. A profissão de nutricionista exige esta habilidade para que seja possível promover a saúde por meio da alimentação, como descrito em vários documentos brasileiros. O objetivo deste trabalho foi investigar como os nutricionistas brasileiros se percebem em relação ao exercício de sua liderança na profissão. Foi utilizado o instrumento proposto por Melo (2004) “Escala de Avaliação de Estilo Gerencial” (EAEG), após adaptado e validado para o modelo de auto avaliação dos nutricionistas brasileiros, por meio da técnica de juízes. Foram calculados os testes de alpha de Cronbach, KMO e Bartlett para avaliar a confiabilidade do instrumento. Este foi aplicado em uma amostra de 252 nutricionistas recrutados de forma aleatória pelas redes sociais, onde também foram investigadas características sócio demográficas, e relações dos respondentes com a atuação e capacitação em liderança. Os dados foram tratados pelo programa SPSS para análise exploratória. Calculou-se os escores médios por fator da escala, hipóteses para modelos de regressão, testes de normalidade e análises de natureza descritiva. As médias e proporções da amostra foram calculadas e comparadas com os testes de Kruskal-Wallis e Mann-Whitney. Após a análise de juízes, o instrumento obteve o total de 20 questões, divididas pelos fatores: relacionamento (9), tarefa (7) e situacional (4). Os testes de confiabilidade tiveram ótimos resultados (alpha de Cronbach de 0,884, KMO de 0,895 e Bartlett de 0,000), validando estatisticamente o instrumento adaptado. Em relação ao contato dos nutricionistas com a temática da liderança, a maioria retratou não ter tido experiência profissional anterior à graduação (64,0%), não ter exercido o papel de líder antes de ser nutricionista (72,0%), e não terem feito qualquer capacitação em liderança (64,5%), indicando que possuem poucos insumos para avaliarem-se de forma crítica quanto a sua atuação como líder. Os nutricionistas avaliaram sua liderança como mais inclinada para o fator relacionamento, e avaliam sua liderança positivamente com cerca de 80% de aproveitamento, ou seja, julgam sua liderança apropriada e pouco passível de melhorias. Mais estudos sobre esta temática são necessários para que seja possível criar e implementar estratégias que visem o aprimoramento da liderança do nutricionista a fim de entregar um serviço de mais qualidade para a população.pt_BR
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleA percepção de liderança dos nutricionistas brasileirospt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordNutricionistapt_BR
dc.subject.keywordLiderançapt_BR
dc.subject.keywordPercepção profissionalpt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.contributor.advisorcoAkutsu, Rita de Cássia-
dc.description.abstract1Leadership is a skill identified in all of humankind's history, required in any group of people who have a common goal, including health services, as the ability to lead effectively reflects directly on the service provided and the quality of the assistance. The profession of dietitian requires this ability to be able to promote health through food, as described in several Brazilian documents. The objective of this work was to investigate how Brazilian dietitians perceive themselves in relation to the exercise of their leadership in the profession. The instrument proposed by Melo (2004) "Management Style Assessment Scale" – “Escala de Avaliação de Estilo Gerencial” (EAEG) - was used, after being adapted and validated for the self-evaluation model of Brazilian dietitians, through the technique of judges. The alpha tests of Cronbach, KMO and Bartlett were calculated to evaluate the reliability of the instrument. This was applied in a sample of 252 nutritionists randomly recruited by social networks, where socio- demographic characteristics were also investigated, as well as the relationships of respondents with leadership performance and qualification. The data were processed by the SPSS program for exploratory analysis. Mean scores were calculated by scaling factor, hypotheses for regression models, normality tests and descriptive analyzes. The means and proportions of the sample were calculated and compared with the Kruskal-Wallis and Mann-Whitney tests. After the analysis of judges, the instrument obtained a total of 20 questions, divided by the factors: relationship (9), task (7) and situational (4). The reliability tests had excellent results (Cronbach's alpha of 0.884, KMO of 0.895 and Bartlett of 0.000), statistically validating the adapted instrument. Regarding the contact of dietitians with the leadership theme, most of them reported that they didn’t have professional experience before graduation (64.0%), didn’t have the role of leader before being a dietitian (72.0%), and didn’t have any leadership training (64.5%), indicating that they have few inputs to critically evaluate their performance as a leader. Dietitians have assessed their leadership as more inclined to the relationship factor, and evaluate their leadership positively with about 80% of achievement, that is, they deem their leadership appropriate and unlikely to be improved. More studies on this theme are necessary to create and implement strategies aimed at improving the leadership of the dietitian in order to deliver a more quality service to the population.pt_BR
Appears in Collections:NUT - Mestrado em Nutrição Humana (Dissertações)

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