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dc.contributor.advisorGomes, Ciro Martins-
dc.contributor.authorCesetti, Mariana Vicente-
dc.date.accessioned2021-04-28T01:34:33Z-
dc.date.available2021-04-28T01:34:33Z-
dc.date.issued2021-04-27-
dc.date.submitted2020-12-18-
dc.identifier.citationCESETTI, Mariana Vicente. O risco de hanseníase em pacientes com imunossupressão induzida por medicamentos para o tratamento de doenças dermatológicas e reumatológicas: um estudo de coorte. 2020. 102 f., il. Tese (Doutorado em Ciências Médicas)—Universidade de Brasília, Brasília, 2020.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.unb.br/handle/10482/40681-
dc.descriptionTese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências Médicas, Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas, 2020.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: A hanseníase permanece predominante em países em desenvolvimento, onde a incidência de doenças imunomediadas é crescente. O objetivo do estudo foi avaliar o risco de adquirir hanseníase em pacientes em uso de imunossupressores para o tratamento de doenças dermatológicas e reumatológicas, incluindo aqueles que receberam profilaxia para tuberculose latente (TBL). Métodos: Realizamos um estudo de coorte prospectivo de 2014 a 2019. O principal fator de risco foi a imunossupressão induzida por medicamentos, e o desfecho principal foi o diagnóstico de hanseníase. Foram realizados reação em cadeia da polimerase (PCR) de amostras de sangue para detectar o Mycobacterium leprae e ensaio de imunoabsorção enzimática (ELISA) para o anticorpo anti- glicolípido antifenólico-I (anti- PGL-1). A razão de riscos (HRs) e curvas de sobrevivência foram avaliados. Resultados: Quatrocentos e cinco pacientes foram incluídos (268 imunossuprimidos e 137 imunocompetentes). Dez casos de hanseníase foram diagnosticados (9 em pacientes imunossuprimidos). Corticosteróides, abatacept ou inibidores do TNF estavam envolvidos em todos os casos de imunossupressão. A PCR previu hanseníase em 7 pacientes menos de 2 anos antes das manifestações clínicas. O uso de secuquinumabe e rituximabe em 2 pacientes foi eficaz no controle das reações hansênicas. Embora nenhum paciente que usou isoniazida tenha desenvolvido hanseníase, a profilaxia para TBL não teve influência no risco de hanseníase. Na análise multivariada, o modelo de riscos proporcionais de Cox mostrou que o contato domiciliar (HR = 29,6, 95% IC = 5,7-154), contato social (HR = 5,70, IC 95% = 1,6- 21) e uma imunossupressão de alto grau (HR = 7,9; IC 95% = 1,5-41) foram fatores de risco significativos para o desenvolvimento da hanseníase. Discussão e Conclusão: Podemos concluir que pacientes em uso de imunossupressores de alto grau, principalmente corticosteroides e anti-TNF, apresentam maior risco de desenvolver hanseníase do que pacientes imunocompetentes. Uma história de contato familiar e social com hanseníase deve ser investigada cuidadosamente. Novas estratégias, como o tratamento profilático para pacientes PCR-positivos e o uso de imunossupressores modernos, devem ser estudadas, além de avaliações clínicas rigorosas e periódicas.pt_BR
dc.language.isoPortuguêspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.titleO risco de hanseníase em pacientes com imunossupressão induzida por medicamentos para o tratamento de doenças dermatológicas e reumatológicas : um estudo de coortept_BR
dc.typeTesept_BR
dc.subject.keywordImunossupressãopt_BR
dc.subject.keywordEpidemiologiapt_BR
dc.subject.keywordHanseníasept_BR
dc.subject.keywordHanseníase - infecçãopt_BR
dc.rights.licenseA concessão da licença deste item refere-se ao termo de autorização impresso assinado pelo autor com as seguintes condições: Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a Universidade de Brasília e o IBICT a disponibilizar por meio dos sites www.bce.unb.br, www.ibict.br, http://hercules.vtls.com/cgi-bin/ndltd/chameleon?lng=pt&skin=ndltd sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei nº 9610/98, o texto integral da obra disponibilizada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.pt_BR
dc.description.abstract1Introduction: Leprosy remains prevalent in developing countries, where the incidence of immune-mediated diseases is rising. The aim of the study was to assess the risk of acquiring leprosy in patients using immunosuppressants for the treatment of dermatological and rheumatological diseases, including those who received prophylaxis for latent tuberculosis (LTB). Methods: We conducted a prospective cohort study from 2014 to 2019. The main risk factor was drug-induced immunosuppression, and the main outcome was the diagnosis of leprosy. There were performed polymerase chain reaction (PCR) of blood samples to detect Mycobacterium leprae and enzyme-linked immunosorbent assay (ELISA) for the anti-phenol- I-glycolipid antibody (anti-PGL-1). The hazard ratios (HR) and survival curves were assessed. Results: Four hundred and five patients were included (268 immunosuppressed and 137 immunocompetent). Ten leprosy cases were diagnosed (9 in immunosuppressed patients). Corticosteroids, abatacept or TNF inhibitors were involved in all cases of immunosuppression. PCR predicted leprosy in 7 patients less than 2 years before clinical manifestations. The use of secukinumab and rituximab in 2 patients was effective in controlling leprosy reactions. Although no patient who used isoniazid developed leprosy, prophylaxis for TBL had no influence on the risk of leprosy. In the multivariate analysis, Cox's proportional hazards model showed that home contact (HR = 29.6, 95% CI = 5.7- 154), social contact (HR = 5.70, 95% CI = 1.6 -21) and high-grade immunosuppression (HR = 7.9; 95% CI = 1.5-41) were significant risk factors for the development of leprosy. Discussion and Conclusion: We can conclude that patients using strong immunosuppressants, mainly corticosteroids and anti-TNF, are at a higher risk of developing leprosy than immunocompetent patients. A history of family and social contact with leprosy should be carefully investigated. New strategies, such as prophylactic treatment for PCR-positive patients and the use of modern immunosuppressants, must be studied, in addition to rigorous and periodic clinical evaluations.pt_BR
dc.contributor.emailmarianacesetti@gmail.compt_BR
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